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Sábado, Fevereiro 06, 2016

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Sobre TDAH Tratamento ABDA

ABDA

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Palestra do Coordenador Ronaldo Ramos

Aconteceu no último dia 26 de setembro, a nossa reunião mensal de apoio para pais e portadores adultos de TDAH em São Paulo.

O coordenador do evento – Psicólogo Ronaldo Ramos, abriu o encontro com palestra sobre TDAH e, em seguida, foi iniciado a dinâmica do grupo de apoio com o objetivo de esclarecer dúvidas e trocar experièncias entre os participantes.

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Quinta, 12 Agosto 2010 22:30

Cadastro de Médicos - BA

Todas as informações sobre capacitação e ou especialização em TDAH dos profissionais cadastrados foram fornecidas pelos próprios, estando a ABDA isenta de responsabilidade sob a conduta de cada um. Os próprios profissionais disponibilizam um pequeno currículo para avaliação prévia do paciente.

Caso tenha alguma sugestão e/ou reclamação a fazer entre em contato conosco

 

  • ANA PAOLA ROBATTO NUNES - CRM 13750
    Psiquiatria - crianças e adolescentes
    Av. Magalhães Neto nº 1541 - sala 6011 - Pituba
    Salvador - BA
    CEP: 41820-011
    Tel: (71) 2109-2611 - 2109-2612
    E-mail: paola.robatto@uol.com.br

    RESUMÉ

    Mestrado em Medicina - Universidade Federal da Bahia (UFBA)
    Residência médica - especialização em Psiquiatria da Infância e Adolescência -  Universidade São Paulo (USP)
    Extensão universitária em Psicoterapia Cognitiva - Universidade Federal da Bahia (UFBA)
    Docente do Departamento de Pediatria da Universidade Federal da Bahia

     


     

  • CINTIA MARIA SIMÕES COSTA - CRM 17317
    Psiquiatria - crianças, adolescentes e adultos
    Av. Centenário nº 2883, Edf. Victória Center, sala 105 - Chame-Chame
    Salvador - BA
    CEP: 40155-151
    Tel: (71) 3237-2085 
    E-mail: cmariacosta@uol.com.br

    RESUMÉ

    Médica psiquiatra
    Membro do ambulatório de TDAH da Universidade Federal da Bahia

     


     

  • MARIA CONCEIÇAO DO ROSÁRIO - CRM 16266
    Psiquiatria - crianças, adolescentes e adultos
    Centro Médico do Hospital da Bahia, sala 6011 - Av. Magalhães Neto nº 1541 - Pituba
    Salvador - BA
    CEP: 41820-011
    Tel: (71) 2109-2611
  • RESUMÉ

    Psiquiatra - Professora Adjunta do Departamento de Psiquiatria da UNIFESP
    Coordenadora da Unidade de Psiquiatria da Infância e Adolescência (UPIA) da UNIFESP

Quarta, 08 Dezembro 2010 22:24

Cadastro de Médicos - PE

Todas as informações sobre capacitação e ou especialização em TDAH dos profissionais cadastrados foram fornecidas pelos próprios, estando a ABDA isenta de responsabilidade sob a conduta de cada um. Os próprios profissionais disponibilizam um pequeno currículo para avaliação prévia do paciente.

Caso tenha alguma sugestão e/ou reclamação a fazer entre em contato conosco

 

  • JANDUIRTES JOSÉ DE FIGUEIREDO - CRM 2625
    Psiquiatria - crianças, adolescentes e adultos
    Rua Gal. Joaquim Inácio, 790 - sala 707 - Ilha do Leite
    Recife - PE
    CEP: 50070-270
    Tel: (81) 30883341 e 30883217
    E-mail: janduirtes@terra.com.br
Quinta, 12 Agosto 2010 22:26

Cadastro de Médicos - MA

Todas as informações sobre capacitação e ou especialização em TDAH dos profissionais cadastrados foram fornecidas pelos próprios, estando a ABDA isenta de responsabilidade sob a conduta de cada um. Os próprios profissionais disponibilizam um pequeno currículo para avaliação prévia do paciente.

Caso tenha alguma sugestão e/ou reclamação a fazer entre em contato conosco

Sexta, 27 Novembro 2009 21:38

Saiba como conviver com o TDAH

No mundo, mais de 330 milhões de pessoas são portadoras do Transtorno do Déficit de Atenção e Hiperatividade (TDAH). Quase 5% da população mundial sofre com a dificuldade de se concentrar e se organizar.

Assista a entrevista com o Prof. Paulo Mattos ao Programa Espaço Aberto - Globo News:

Vídeo - Parte 1 / Vídeo - Parte 2 / Vídeo - Parte 3

Quarta, 08 Dezembro 2010 21:19

Profissionais Cadastrados

O cadastro de médicos da ABDA é um serviço público gratuito. Ele contém nomes e informações sobre médicos que são associados da ABDA e tratam o TDAH.

  • Apenas os profissionais que solicitaram sua inclusão e que são associados da ABDA constam do cadastro.
  • A ABDA não cadastra profissionais que não solicitaram este serviço.
  • A ABDA não indica outros profissionais (fonoaudiólogos, psicopedagogos) por enquanto.
  • Todas as informações são fornecidas pelos próprios médicos e a ABDA não se responsabiliza pela sua veracidade ou precisão.
  • A ABDA não verifica qualificações médicas, diplomas ou certificados.
  • Todos os médicos cadastrados declararam experiência e atualização no tratamento de TDAH, conhecendo as recomendações e diretrizes da comunidade científica.
  • A ABDA não se responsabiliza pelo atendimento de nenhum profissional.

A ABDA não possui informações sobre os convênios dos médicos cadastrados.

Se seu médico não consta da lista,
PEÇA PARA ELE SE CADASTRAR.

O cadastro de profissionais é um serviço de utilidade aos visitantes do site, mas os profissionais cadastrados não podem falar em nome da ABDA. Os profissionais cadastrados são considerados associados. O termo MEMBRO destina-se exclusivamente à Diretoria da ABDA.

Tal observação deve-se ao fato de alguns profissionais cadastrados, inadvertidamente, se expressarem publicamente em nome da ABDA, na condição de membros.

Selecione o estado desejado dentre os destacados e veja a relação dos médicos cadastrados:

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Equipe da ABDA Núcleo SP

A ABDA – Núcleo São Paulo realizou em 12 de dezembro de 2009, sua última reunião de apoio para portadores de TDAH e familiares.

Além da presença de nossa Presidente Iane Kestelman, Grupo de apoio do psicólogo Ronaldo Ramos, 34
Grupo de apoio
do psiquiatra Jorge Simeão, nossos colaboradores, contamos também com a presença do Dr. Erasmo Barbante Casella, membro do Conselho Cientifico da ABDA.e coordenador médico do Núcleo de SP.

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Dr. Erasmo Casella, neurologista, Hospital das
Clínicas - USP Coordenador médico da ABDA SP

Nosso esforço para informar e dar apoio aos portadores de TDAH e suas famílias, tem sido recompensado com a afluência cada vez maior de interessados em nossos encontros.

Em virtude disso, criamos mais um grupo de apoio, desta vez destinado aos adolescentes (grupo para jovens portadores de TDAH) com o intuito de aproximá-los através da informação e da troca de experiências.

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Grupo de Jovens, Ronaldo Ramos e Jorge Simeão

Em janeiro de 2010, retornaremos nossos encontros em São Paulo, Rio de Janeiro e locais onde possuímos nossas colaboradoras.

Quarta, 17 Fevereiro 2010 20:37

Reportagem REVISTA VEJA

Déficit de atenção ainda é problema subestimado

Por Natalia Cuminale

As vendas de metilfenidato - medicamento indicado para o tratamento de transtorno de déficit de atenção e hiperatividade (TDAH) – saltaram quase 80% entre 2004 e 2008, segundo a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). O aumento provocou suspeitas de uso indiscriminado da droga: levantou-se até a hipótese de que crianças receberiam erroneamente o diagnóstico positivo por conta do comportamento agitado. Além disso, adolescentes estariam obtendo o remédio tarja-preta clandestinamente para turbinar suas funções cognitivas.

Consultados acerca da eventual prescrição infantil imprópria, especialistas ouvidos por VEJA.com apostaram justamente na tese contrária. "Configura-se mais um caso de subdiagnóstico do que de prescrição exagerada", afirma Luís Rohde, psiquiatra da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRS). "Esse fenômeno de vendas mal corresponde à necessidade real do país", complementa Paulo Mattos, psiquiatra da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e autor do livro sobre o tema No Mundo da Lua. A partir de dados da Anvisa e do IBGE, o médico diz que menos de 30.000 pessoas com TDAH são tratadas por ano no país - número baixo, frente aos 3 milhões de brasileiros potencialmente portadores.

Por essa razão, os especialistas preferem creditar a disparada no consumo à disseminação do conhecimento sobre o distúrbio neuropsiquiátrico - que atinge entre 3% e 6% das crianças em idade escolar. "Quanto maior a gama de informações, capacitação e esclarecimento acerca de um transtorno, mais pessoas procuram um diagnóstico. Isso faz com que aumente a incidência do uso da medicação", afirma Iane Kestelman, psicóloga e presidente da Associação Brasileira de Déficit de Atenção.

Diagnóstico difícil - A opinião dos médicos, contudo, não encerra a questão. "De fato, existem diagnósticos errados e o uso desnecessário da medicação - o que ocorre em todas as áreas medicina. Mas o tratamento correto não pode pagar a conta dos maus profissionais", afirma Kestelman.

Na raiz do problema está a dificuldade no diagnóstico de TDAH. Ao contrário de outros males, não há um exame laboratorial que possa complementar ou confirmar a análise realizada em consultório. Para descobrir se uma criança possui o transtorno, é preciso observar se os sintomas ocorrem há pelo menos seis meses em ambientes diferentes, como escola e família. Além disso, o médico especialista deve, por meio de entrevista, analisar se o perfil do paciente se encaixa em uma lista de 18 sintomas. Isso pode dar margem a que um médico menos experiente realize um diagnóstico exagerado.

"Os sintomas de desatenção, hiperatividade e impulsividade têm que se manifestar em todos os contextos em que a criança vive e precisam provocar um prejuízo na vida dela, seja no relacionamento familiar, social ou no desempenho acadêmico", explica Marcos Arruda, neurologista pediátrico do Instituto Glia e membro da Associação de Neurologia e Psiquiatria Infantil.

Erro e acerto - Por conta de um diagnóstico errado, o designer Gabriel (que prefere não revelar seu nome verdadeiro) viveu severas turbulências durante boa parte da vida. "Minha infância e adolescência foram um inferno. Mais tarde, cheguei a largar a faculdade três vezes devido ao problema", conta. Sofrendo, ele procurou um médico, que apresentou o diagnóstico de transtorno bipolar e impôs ao jovem, hoje com 27 anos, três anos de tratamento intensivo com remédios para combater aquele mal.

Há dois anos, porém, veio um novo veredito: TDAH. Veio também uma nova vida. "Agora, faço em 15 minutos uma tarefa que, por conta de distração, levaria uma hora", diz Gabriel.

Surpresa maior acerca da sua situação médica estaria por vir. Depois do novo diagnóstico, a mãe de Gabriel revelou que ele recebera o mesmo parecer médico na infância. O tratamento, contudo, foi suspenso devido a pressões na escola. "Naquela época, a diretora repreendeu minha mãe porque não achava correto dar um remédio tarja-preta para uma criança", diz Gabriel. "Ela só me contou a história depois do novo diagnóstico: até então, ela tinha vergonha de revelar isso."

Como funciona a droga - A Ritalina, nome comercial do metilfenidato, ajuda pessoas com transtorno de déficit de atenção e hiperatividade a se concentrar com mais facilidade. "Um paciente com TDAH tem seu processo de atenção desregulado na liberação de dopamina (neurotransmissor)", diz Geraldo Possendoro, psiquiatra comportamental da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp). "A medicação estabelece o funcionamento adequado."

Droga para déficit de atenção é usada para 'turbinar' mente

Enquanto algumas pessoas utilizam o metilfenidato para conseguir a concentração necessária para atividades cotidianas, outros usam o medicamento com o objetivo de elevar suas funções cognitivas ? mesmo sem necessidade clínica comprovada. A meta é conseguir se focar e melhorar o desempenho em provas da escola, da faculdade ou até para passar em um concurso público.

Esse foi o caso da estudante Sheyla Goulart Citrangulo, de 19 anos, aluna do curso de biomedicina da Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro (UniRio). Ela usou o remédio quando tinha 15 anos. "Eu precisava aumentar minhas notas em física e decidi que tomaria um comprimido a cada dia que tivesse aula da disciplina", relembra. "No primeiro dia, fiquei até assustada, porque borbulhavam ideias na minha cabeça. Na aula, ao contrário dos outros dias, eu não desviava a atenção em nenhum minuto." Resultado: as notas melhoraram, sem efeitos colaterais aparentes.

A estudante fez ainda outra investida com o metilfenidato. Dessa vez, porém, o resultado foi considerado "desastroso". "Eu tive uma crise de nervos, chorava o tempo todo e não lembrava nada das matérias que antes eu dominava. Então, cessei o uso", diz.

Os efeitos colaterais mais comuns para quem utiliza o metilfenidato são dores de cabeça, diminuição do apetite, irritabilidade e alteração do sono. "Isso pode ocorrer em 15% ou 20% dos pacientes que recebem a prescrição médica", explica Luís Rohde, psiquiatra da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRS).

Em casos em que a receita médica é obtida de forma clandestima, os riscos aumentam. "Como não existe avaliação médica prévia, há risco de agravamento de problemas pré-existentes neuropsiquiátricos ? como transtorno do pânico, transtorno bipolar, epilepsia - e também clínicos - hipertensão arterial, arritmias cardíacas", diz Paulo Mattos, psiquiatra da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e autor do livro No Mundo da Lua.

Em 2008, a revista científica Nature realizou uma pesquisa informal sobre o assunto junto a 1.400 leitores. Resultado: 20% deles assumiram já haviam ingerido metilfenidato e modafinil com o objetivo de melhorar a concentração e a memória. "O metilfenidato realmente melhora o desempenho cognitivo. É um fato que vem sendo discutido pelos cientistas e já deixou de ser puramente médico, tornando-se uma questão ética", afirma Marcos Arruda, neurologista pediátrico do Instituto Glia e membro da Associação de Neurologia e Psiquiatria Infantil.

O recente salto no consumo da droga no país - quase 80% entre 2004 e 2008 - teria aí mais uma razão. "Um aumento de vendas do metilfenidato pode estar relacionado ao uso não-médico do medicamento - especialmente num país onde dezenas de milhares de pessoas vivem estudando para concursos públicos", comenta Mattos.

Déficit de atenção: professor pode ajudar

Normalmente, é no ambiente escolar que os problemas de atenção e hiperatividade começam a aparecer. Além de agitada, a criança não consegue tirar notas boas ou pode ter problemas para se relacionar com os amigos. Por isso, os médicos ressaltam a importância do professor nesse processo: ele pode levantar a hipótese da existência de transtorno de déficit de atenção e hiperatividade (TDAH). "Muitas vezes, eles percebem os sinais antes mesmo dos pais. É importante ouvi-los", afirma Paulo Mattos, psiquiatra da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e autor do livro No Mundo da Lua, sobre TDAH.

Nas escolas, o comportamento das crianças é observado de perto por pedagogos. Quando uma criança começa apresentar um comportamento prejudicial, os pais devem ser imediatamente convidados para uma conversa.

"Não temos capacidade de diagnosticar. O que podemos fazer é conversamos com a família e sugerir uma avaliação médica", explica Kristine Kross Maita, diretora da Unidade do Morumbi do Colégio Visconde de Porto Seguro, em São Paulo. "Na escola, temos muitas crianças que tomam Ritalina (medicamento que controla o TDAH) e já tivemos resultados excelentes."

O tratamento para uma criança com TDAH pode mudar completamente sua evolução, principalmente na fase escolar. No entanto, é preciso cautela. "Nem todos os que são agitados têm TDAH", alerta Silvania Leporace, coordenadora do serviço de orientação educacional do Colégio Dante Alighieri, em São Paulo. "As crianças fazem muitas coisas ao mesmo tempo, mas nem todas são hiperativas. Algumas só precisam de regras e limites", completa.

Paulo Mattos resume qual deve ser o objetivo de um eventual tratamento para uma criança, caso o TDAH seja comprovado. "A ideia principal não é tratar essa criança porque ela é agitada demais e atrapalha as outras. Deve-se tratá-la porque o problema atrapalha o próprio desenvolvimento dela."

Fonte: Revista Veja

O núcleo da ABDA em São Paulo realizou mais um de seus encontros de pais e portadores, no dia 15 de maio de 2010. Vamos mostrar em algumas fotos e comentários o sucesso que foi a reunião desse grupo!

Lembramos que os grupos de apoio realizados pelo nosso núcleo em SP acontecem mensalmente. As datas, bem como horário e endereço do local sempre são divulgados no site da ABDA! Se você mora em São Paulo não pode ficar fora! Esperamos vocês!

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O grupo, composto por mais de 30 pessoas, reuniu diferentes casos de busca de informação sobre TDAH, pais que já tinham o diagnóstico de filhos há bastante tempo, outros que estavam descobrindo agora, portadores adultos que tinham escutado falar sobre isso, mas que ainda nem receberam o diagnóstico e precisavam saber mais detalhes, tias de crianças com TDAH, pais de portadores adultos, enfim, inúmeras identidades, mas todas com a necessidade de um espaço para discutir sobre esse transtorno e encontrar respostas para suas dúvidas.

 

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O grupo foi mediado pelo coordenador do núcleo de SP, o psicólogo Ronaldo Ramos, pelo psiquiatra Jorge Simeão, pela presidente da ABDA e psicóloga, Iane Kestelman e pela psicóloga da ABDA, Tatiana Dutra.

 

 

 

 

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Todos os participantes tiveram espaço para expor suas dúvidas, fazer relatos e conta rum pouco de como o TDAH permeia sua vida e de seus familiares.

 

 

  

 

 

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Esse lanche caprichado é uma das formas de carinho que o pessoal do núcleo de São Paulo usa para expressar o comprometimento e dedicação ao trabalho realizado para os portadores de TDAH através desse grupo!

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Painel oficial no salão do evento

A Associação Brasileira do Déficit de Atenção foi convidada a participar do IV Congreso Panamericano de Salud Mental Infanto-Juvenil, organizado pela Associação Mundial de Psiquiatria e apoiado pela UNICEF.

O evento aconteceu no Palacio de Convenciones de Havana, Cuba, 38
Platéia de latino-americanos assistindo às palestras
sobre TDAH
no período de 5 a 10 de Julho e contou com a participação de países da América Latina, da Europa e dos Estados Unidos.

“A ABDA participou através da sua Presidente, Iane Kestelman, na mesa redonda cujo tema foi “Os Avanços Atuais” em TDAH.” O foco da apresentação da ABDA foi o seu trabalho de Conscientização, 39
Iane Kestelman durante sua palestra – 08/7/2010
Capacitação, Apoio e Luta pelos direitos dos portadores de TDAH realizado nós últimos 10 anos e o impacto deste trabalho na realidade brasileira.

Representantes de associações de portadores de TDAH de outros países, como México, Bolívia, Chile, etc... demonstraram interesse no trabalho desenvolvido pela ABDA e firmaram, 40
Presidente da ABDA, Iane Kestelman e os membros
da associação de portadores do México – 08/8/2010
na ocasião, o compromisso de manter contato com a ABDA com vistas a manter um intercâmbio e troca de experiências.

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Profissionais de Chihuahua, México, da Bolívia,
Minervina Román, de Cuba , Iane Kestelman
(presidente da ABDA) e Tatiana Dutra, Psicóloga
da ABDA

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Troca de experiências em projetos que vão desde
suporte a portadores até assistência comunitária
para diagnóstico e tratamento em TDAH

No final da palestra, a presidente da ABDA anunciou e convidou a todos oficialmente para o V Congresso Internacional da ABDA, IV Encuentro Latinoamericano del TDAH e IV Consenso Latinoamericano del TDAH, que acontecerão juntos no período de 2 a 5 de Agosto de 2011, no Rio de Janeiro. E este grande evento organizado pela ABDA  com a colaboração da Liga Latinoamericano del TDAH, será o maior evento internacional sobre TDAH já realizado na América Latina e contará com a presença de aproximadamente 1300 pessoas.

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