A Associação Brasileira do Déficit de Atenção foi convidada pela segunda vez, a participar do V Congreso Panamericano de Salud Mental Infanto-Juvenil, organizado pela Associação Mundial de Psiquiatria e apoiado pela UNICEF.

O evento aconteceu no Palacio de Convenciones de Havana, Cuba, no período de 23 a 27 de abril de 2012 e contou com a participação de vários países da América Latina e Europa.
A ABDA participou através da sua Presidente, Iane Kestelman, que deu uma conferência cujo tema foi TDAH em Adultos. A presidente da ABDA falou também sobre o trabalho da Associação, o apoio e a luta pelos direitos dos portadores de TDAH que vem sendo empreendida nós últimos 12 anos.
Também representando a ABDA, participaram do congresso as Dras Elnora de Paiva Ayres, Neuropsiquiatra e Coordenadora do núcleo da ABDA em Porto Alegre, que abordou o tema TDAH e Inclusão, e Fabiana Mugnol, Neuropediatra, coordenadora da ABDA do núcleo de Porto Alegre, cujo tema se referia ao TDAH na infância e adolescência.

Representantes de associações de portadores de TDAH de outros países, como México, Bolívia, Chile, etc... demonstraram interesse no trabalho desenvolvido pela ABDA e firmaram, na ocasião, o compromisso de estabelecer uma rede de instituições com vistas a manter um intercâmbio, troca de experiências e informações sobre políticas públicas para portadores de TDAH em toda América Latina.
No final da sua conferência, a presidente da ABDA, Iane Kestelman, ressaltou também a importância dos projetos de Lei que tramitam no Congresso Nacional Brasileiro, no sentido de garantir os direitos dos portadores de TDAH na Educação e na Saúde, a exemplo do que já acontece em Cuba.
A ABDA agradece a Dra. Minervina Román (Médica Psiquiatra responsável pelo Programa de Atenção Primária em TDAH para Infância e Adolescência de CUBA) e o Dr. José Giroud (Neurologista Pesquisador em TDAH da Universidade de Havana) pela incondicional parceria estabelecida com a ABDA desde o ano de 2010, quando a ABDA participou pela primeira vez do Congresso Panamericano de Saude Mental Infanto Juvenil, organizado pela UNICEF em Havana.

Palacio de Convenciones, La Habana, Cuba

Slide de apresentação da ABDA

Miguel Valdez (Colômbia), Nora Monsalves (Cuba), Iane Kestelman (Brasil), Elnora Ayres (Brasil) Fabiana Mungnol (Brasil) e Minervina Román (Cuba)

Após o congresso, a Presidente da ABDA concedeu uma entrevista para a Radio Habana Cuba, sobre o trabalho da ABDA no Brasil.
TDAH – Algumas dicas para os pais
Programas de treinamento para pais de crianças com TDAH frequentemente começam com ampla divulgação de informação.
Existe uma grande quantidade de livros, vídeos e fitas disponíveis, com dados a respeito do transtorno em si e de estratégias efetivas, que podem ser usadas por familiares.
A lista que segue revê alguns pontos, de uma série de estratégias, que podem ajudar os pais de crianças portadoras de TDAH:
A edição da Revista Isto É do dia 25/03/12, abordou o tema ''Estresse infantil e TDAH''.
Antes de qualquer coisa, os professores devem fazer uma avaliação dos pontos abaixo:
Ao conseguir responder essas perguntas, o professor cria melhores condições para traçar as estratégias que aplicará em sala de aula. Quando se conhece aquilo que de fato tem atrapalhado o bom desempenho de um determinado aluno fica mais fácil pensar em solução viáveis e eficazes.
Depois disso, o segundo passo importante é saber distinguir o que o portador é capaz de fazer do que ele não é (principalmente ao lidar com comportamentos disruptivos) e assim não criar expectativas irreais. Talvez essa seja uma das partes mais difíceis, mas não desanime, observar o aluno e estudar sobre o TDAH são as melhores formas de se preparar para fazer essa ditanção sobre o que é sintoma e/ou consequencia do transtorno daquilo que não é. Nesse sentido, cuidado para não repreender o tempo todo: sintomas primários NÃO podem ser punidos!
Recompensar progressos sucessivos ao invés de esperar pelo comportamento perfeito! Essa é uma dica de ouro! Independente de ser portador de TDAH, essa dica deve valer para todos e para todo processo de mudança importante. Para o TDAH é ainda mais válido porque os portaodres tem mais dificuldade em lidar com recompensas a longo prazo.
O importante é o resultado e não o processo. Esse é um dos conceitos da educação inclusiva que não pode ser perdido de vista. O ideal não é tentar encaixar a todo custo um aluno com especificidades em um modelo educacional que mais dificulta do que facilita o aluno portador de TDAH a desenvolver sua competência.
Em breve mais dicas no site: www.atencaoprofessor.com.br.
O Efeito do TDAH no Casamento
Pessoas que convivem diariamente com portadores de TDAH sabem como essas relações podem se tornar difíceis e desgastantes. Estudos recentes têm focado especificamente nas dificuldades que surgem em casamentos onde apenas um, ou ambos os cônjuges são portadores de TDAH. Esses casamentos muitas vezes vivem sucessivas crises que em muitos casos, podem levar ao divórcio.
Alguns autores defendem a existência de um perfil consistente e previsível de casamentos prejudicados pelo TDAH e, que ao identificar esses aspectos é possível traçar uma estratégia de tratamento que permita que o casal se relacione melhor com as dificuldades impostas pela convivência com um portador de TDAH.
Igual a todos os casamentos, os casamentos afetados pelo TDAH podem variar entre exemplos de grande sucesso ou de completo desastre, no entanto, os casamentos afetados negativamente pelo TDAH são especificamente mais problemáticos e com maiores chances de terminarem em divórcios e mais desgaste emocional.
Existem muitas formas de se vivenciar os prejuízos do TDAH em um casamento. A primeira é que quando se está casado com um portador de TDAH, muitas vezes, o cônjuge que não é portador de TDAH se sente ignorado e solitário no relacionamento. Por ourto lado, o cônjuge portador de TDAH tem sempre a sensação de nunca conseguir corresponder às expectativas do seu parceiro(a). O cônjuge que convive com um portador de TDAH frequentemente experimenta o sentimento de estar lidando “com mais uma criança em casa”, de que está sempre se queixando e cobrando que o outro cumpra com as suas obrigações, o que gera insatisfação e frustrações intermináveis. A médio prazo, o efeito deste ciclo na relação é extremamente negativo uma vez que pode suscitar no cônjuge portador de TDAH a sensação de estar sendo controlado justamente pela pessoa (seu marido/esposa) que deveria ocupar um lugar de parceria.
Não importa o quanto o indivíduo com TDAH tente, ele nunca consegue satisfazer minimamente as expectativas do cônjuge, sempre responde com um desempenho inferior ao esperado, se sente constantemente cobrado, mas nunca satisfaz as demandas do outro. A sensação que ele experimenta é de estar vivendo continuamente um interminável ciclo de cobranças.
Se alguma dessas descrições parecerem familiares, é porque provavelmente o casamento está sofrendo com o efeito nocivo dos sintomas do TDAH. Vidas emocionais estão em risco. Os estudos científicos mostram como os portadores de TDAH são duas vezes mais suscetíveis a divórcios do que as pessoas não portadoras de TDAH (Bierderman et al. in 1993). Esses dados não significam que os portadores de TDAH são incapazes de estabelecer bons relacionamentos afetivos. Nesses casamentos, na maioria das vezes o fracasso se deve ao fato de ambos os cônjuges serem vítimas de uma combinação de sintomas de TDAH não compreendidos e, portanto, interpretados como comportamento voluntário do outro.
O desencadeamento de uma série de respostas negativas previsíveis em ambos os cônjuges cria uma espiral descendente no casamento. As características destrutivas em um relacionamento não são exclusividade dos sintomas do TDAH, mas as consequências de um padrão de relacionamento que incluem os sintomas do TDAH e as respostas equivocadas a estes sintomas, geram crises conjugais, muitas vezes insolúveis. Esse padrão é conhecido como ciclo sintoma-resposta, que é a base da má comunicação que se instala no casamento com indivíduos com TDAH.
Em casamentos que se encontram em situações extremas, onde a esperança parece ter desaparecido e onde um não reconhece mais no outro aquela pessoa por quem se apaixonou, existem estratégias que podem ser adotadas pelo casal para que juntos conseguam construir uma relação que possa coexistir com a presença do TDAH.
Para reconstruir com sucesso um casamento prejudicado pela presença do TDAH é necessário, primeiramente, que ambos os cônjuges estejam dispostos a buscar tratamento especializado e dispostos a fazer mudanças. A responsabilidade pelo casamento não pode recair somente sobre aquele que tem TDAH. Se o casamento se encontra em crise, é possível que seja consequência do comportamento do casal. Somente mudando a forma com que ambos interagem emocionalmente é que pode ser feita uma mudança na qualidade do relacionamento.
Em segundo lugar, ao entender qual o papel que o TDAH desempenha na dinâmica da relação, é possível com ajuda de um profissional especializado melhorar a comunicação entre o casal e evitar que as mesmas respostas que levaram o casal ao conflito permanente continuem se repetindo. Nesses casos, o conhecimento sobre o TDAH e seus efeitos no casamento é uma ferramenta fundamental e permite que o casal resignifique comportamentos que antes eram vistos como sendo “má vontade” e “preguiça”, possam ser vistos como sintomas do TDAH.
Algumas estratégias benéficas que o casal pode tentar estabelecer tendo como objetivo a melhora na comunicação do casal.
1. Restabelecer e cultivar a empatia pelo cônjuge, tentar entender o porquê do outro apresentar comportamentos específicos sem antecipar a intenção do outro. Olhar para si mesmo e para as suas responsabilidades e refletir de que maneira as suas ações reverberam no outro e quais as consequências delas.
2. Evitar que as mesmas emoções acarretem nas mesmas respostas. Identifique onde o padrão se repete e trabalhe exaustivamente para ter uma reação diferente da comum, que você já sabe que não funciona.
3. Responder agressivamente à distração do(a) seu(sua) marido(esposa) é muito menos eficaz do que tentar apoiá-lo e motivá-lo a mudar o seu comportamento. Mesmo que pareça que seu cônjuge portador de TDAH mereça as suas reclamações, entenda que, na verdade, com esta atitude agressiva ele vai se sentir cada vez mais desmotivado e cada vez menos amado e compreendido.
4. A busca de tratamento especializado é fundamental para que as estratégias de convivência sejam eficazes a longo prazo; frequentemente ambos os cônjuges precisam de algum tipo de tratamento (psicoterapia). Os anos de convívio dentro de um casamento com um portador de TDAH podem desenvolver ou agravar outras condições psicológicas do cônjuge, como: depressão, ansiedade, desesperança e outras questões subjetivas.
5. Finalmente, após todo um trabalho no sentido de melhorar a má comunicação que se instalou no casamento, o casal poderá resgatar uma posição positiva no relacionamento e empreender uma caminhada em direção à reconstrução de uma relação saudável.
Para maiores informações leia o livro:
ORLOV, M. The ADHD Effect on Marriage: Understand and Rebuild Your Relationship in Six Steps. Florida: Specialty Press, 2010.
Encontra-se disponível no site: www.amazon.com
Sense about Science – Entendendo a ciência
“EU NÃO SEI NO QUE DEVO ACREDITAR...”
Como avaliar uma notícia científica
Este folheto é para as pessoas que acompanham na mídia as discussões na área médica e científica em geral. Ele explica como os cientistas apresentam e avaliam as pesquisas e como os leigos podem se informar melhor sobre as notícias científicas veiculadas.
Este texto foi traduzido para o português.
O Original pode ser lido no site do SENSE ABOUT SENSE através dos links:
http://www.senseaboutscience.org/data/files/resources/16/IDontKnowWhatToBelievereprint2008.pdf
http://www.senseaboutscience.org/
Resumo
Como avaliar uma notícia científica?
Breve explicação sobre a revisão por pares:
Como funcionam as publicações científicas:
Financiamento e disponibilidade:
Publicar em revistas científicas faz parte da vida do cientista, pois:
A propósito...
Revisão por pares de projetos de pesquisa.
Como saber se os resultados divulgados foram analisados por pares?
Nem sempre é fácil!
A referência completa a um artigo que foi submetido à revisão por pares geralmente é assim:
Fellers J H and Fellers G M (1976) Tool use in a social insect and its implications for competitive interactions. [Uso de ferramentas em insetos sociais e suas implicações para interações competitivas.] Science, 192, 70-72.
... ou assim:
Hedenfalk I, Duggan D, Chen Y, et al. Gene-expression profiles in
hereditary breast cancer. [Perfis de expressão gênica em câncer de mama hereditário.] N Engl J Med, 2001; 344: 539-48.
O que acontece depois da revisão por pares?
Os desafios da revisão por pares:
As correntes científicas dissidentes são rejeitadas através da revisão por pares?
Será que o processo de revisão por pares retarda o avanço do conhecimento científico e médico?
Outras informações:
Sense about Science – Entendendo a ciência
Para saber mais sobre a revisão por pares, você pode visitar o site Sense About Science, onde existe uma seção dedicada ao assunto. A seção inclui download gratuito do relatório completo “Peer Review and the Acceptance of New Scientific Ideas” (“A revisão por pares e a aceitação de novas ideias científicas”) (2004), versões eletrônicas do folheto e recursos didáticos adicionais. Para solicitar mais cópias do folheto, por favor, mande um email para: Este endereço de e-mail está protegido contra spambots. Você deve habilitar o JavaScript para visualizá-lo.
ou ligue: 00 (operadora) 44 (0) 20 7478 4380 www.senseaboutscience.org/peerreview
Association of Medical Research Charities: a associação de auxílio à pesquisa possui uma página em seu site sobre a revisão por pares de pedidos de auxílio: www.amrc.org.uk/temp/Aboutsppeerspreview.doc
Committee on Publication Ethics: O COPE oferece um fórum para editores de periódicos científicos discutirem como lidar com violações de ética em pesquisas e publicações: www.publicationethics.org.uk
The National Electronic Library for Health: a Biblioteca Eletrônica Nacional de Saúde possui um arquivo chamado ‘Hitting the Headlines’, que analisa as notícias e reportagens médicas e fornece as evidências científicas nas quais se baseiam: www.nelh.nhs.uk/hth/archive.asp
The Science Media Centre: o Centro de Mídia Científica publicou um folheto chamado “Peer Review in a Nutshell” (“A revisão por pares em poucas palavras”), que é um guia para cientistas que querem se preparar para dar entrevistas na Mídia www.sciencemediacentre.org/peer_review.htm
Agradecimentos :
Este folheto foi produzido e distribuído com o patrocínio e a ajuda de:
Sense About Science agradece a contribuição dos patrocinadores, das diversas organizações (principalmente Cancer Research UK, Asthma UK, Migraine Trust and Action Medical Research), de parlamentares, autoridades do governo, instituições de ensino, professores, estudantes, médicos, farmacêuticos, conselhos científicos e de inúmeras outras pessoas e instituições. A responsabilidade pelo conteúdo é inteiramente da Sense About Science.
Capa da The Lancet, vol. 366, No. 9487, 27 agosto 2005, publicada com permissão da Elsevier.
Capa da Science reimpressa com permissão da AAAS.
© Sense about Science 2005
Sense About Science, 60 Cambridge Street, London SW1V 4QQ Número de registro 1101114
Fonte: www.senseaboutscience.org
19/12/11 - Colégio terá que indenizar aluno por não oferecer ensino adequado.
Clique aqui para ler a matéria jurídica (jurisprudência) na íntegra.
O projeto de Lei 7081/2010, de autoria do Senador Gerson Camata (PMDB), cuja relatoria é da Deputada Federal Mara Gabrilli (PSDB - SP), tem por objetivo instituir, no âmbito da educação básica, a obrigatoriedade da manutenção de programa de diagnóstico e tratamento do TDAH e da Dislexia. O projeto já foi aprovado no senado e faltam apenas 3 comissões para ser aprovado na Câmara dos Deputados.
O projeto estabelece que as escolas devam assegurar aos alunos com TDAH e Dislexia acesso aos recursos didáticos adequados ao desenvolvimento de sua aprendizagem, e que os sistemas de ensino garantam aos professores formação própria sobre a identificação e abordagem pedagógica.
Durante a Reunião da última Comissão de Educação (ouça o áudio da reunião clicando aqui), o Deputado Nazareno Fonteles (PT - Piauí) pediu vista ao processo alegando que o mesmo gera custos ao governo, por isso a votação final será feita na próxima semana. Vale lembrar, no entanto, que o governo já possui no Programa Brasil Escolarizado, do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE), um projeto de “Capacitação para Promoção da Saúde na Escola”, que tem orçamento próprio e atende às necessidades deste Projeto de Lei.
Tendo em vista a importância da votação que acontecerá na próxima reunião da Comissão de Educação, convocamos todos os interessados na matéria do Projeto de Lei que dispõe sobre a inclusão de portadores de TDAH e Dislexia na rede de ensino básico, para que enviem o texto abaixo a todos os deputados da Comissão de Educação da Câmara através dos e-mails abaixo relacionados.
Texto final para envio de e-mail:
Ilustríssimo Senhor Deputado, neste momento, um grande número de crianças e jovens vive a escola como um espaço de angústia e sofrimento, acreditando serem incapazes de aprender, minando seus sonhos de um futuro melhor. Um grande número de professores se sente impotente diante desta realidade, sem estrutura ou informação que lhes permita atuar para transformá-la. Senhor Deputado, sua participação será decisiva para a aprovação deste projeto, para a possibilidade de garantir, ao professor, apoio em sua atividade pedagógica e, aos alunos, o direito de aprenderem com prazer e de acreditarem em si mesmos, pois como diz o parecer da Deputada relatora do Projeto de Lei 7081/2010, Mara Gabrilli:
“Um dos maiores indicadores de mau prognóstico de crianças e jovens com dislexia e TDAH é o estigma que acompanha o não reconhecimento precoce destes transtornos pela sociedade. Um estigma que deve ser combatido com informação para que crianças inteligentes e criativas não fiquem à margem do processo de socialização garantido através da educação e da cultura.”
Nomes e e-mails dos Deputados Federais que fazem parte da Comissão de Educação da Câmara dos Deputados para envio do texto acima:
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PT |
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Artur Bruno PT/CE |
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Biffi PT/MS |
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Fátima Bezerra PT/RN |
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Nazareno Fonteles PT/PI |
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Paulo Pimenta PT/RS |
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Pedro Uczai PT/SC |
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Reginaldo Lopes PT/MG |
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Waldenor Pereira PT/BA |
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PMDB |
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Gabriel Chalita PMDB/SP |
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Gastão Vieira PMDB/MA |
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Joaquim Beltrão PMDB/AL |
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Lelo Coimbra PMDB/ES |
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Professor Setimo PMDB/MA |
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Raul Henry PMDB/PE |
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PSDB |
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Mara Gabrilli PSDB/SP |
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Pinto Itamaraty PSDB/MA |
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Rogério Marinho PSDB/RN |
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PP |
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Waldir Maranhão PP/MA |
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DEM |
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Luiz Carlos Setim DEM/PR |
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Nice Lobão DEM/MA |
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Professora Dorinha Seabra Rezende DEM/TO |
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PR |
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Izalci PR/DF |
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Paulo Freire PR/SP |
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Tiririca PR/SP |
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PSB |
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Dr. Ubiali PSB/SP |
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Luiz Noé PSB/RS |
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PDT |
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Paulo Rubem Santiago PDT/PE |
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Bloco PV, PPS |
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Antônio Roberto PV/MG |
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Stepan Nercessian PPS/RJ |
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PTB |
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Alex Canziani PTB/PR |
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PCdoB |
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Alice Portugal PCdoB/BA |
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Reivindicar os direitos dos portadores de TDAH e Dislexia na rede de ensino brasileira é nosso dever na busca por uma sociedade mais justa e inclusiva para todos.
A Comissão de Seguridade Social e Família promove na quinta-feira (6) audiência pública para discutir o diagnóstico e o tratamento do transtorno do deficit de atenção com hiperatividade (TDAH). O deputado Dr. Aluizio (PV-RJ), que solicitou a audiência, quer obter subsídios para a elaboração de um plano de saúde pública que garanta o acesso da população ao diagnóstico e ao tratamento do TDAH.
Dr. Aluizio afirma que o TDAH é uma das principais causas do baixo rendimento escolar entre estudantes. “O TDAH é uma doença extremamente comum, e o seu desconhecimento por parte do público é responsável por um desgastante périplo de pais e responsáveis em escolas, consultórios e centros médicos. Uma cansativa jornada que apenas atrasa o início do tratamento correto.”
Foram convidados para a audiência:
- o professor titular da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Uerj) e professor adjunto da Universidade de Alberta (Canadá), Sérgio Luiz Schmidt;
- a coordenadora de Psicopedagogia da Rede Sarah em Brasilia, Luciana Rossi;
- a coordenadora do Sistema Nacional de Gerenciamento de Produtos Controlados da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), Márcia Gonçalves Oliveira.
A audiência será realizada às 9h30, no Plenário 7.
Clique aqui para ver este texto na página da Câmara dos Deputados
É o principal instrumento jurídico de defesa dos direitos das pessoas com alguma disfuncionalidade ou deficiência no Brasil. Além de garantir a todos o direito à igualdade, à dignidade, à não-discriminação e à educação, a Constituição trata de medidas importantes como o direito à inserção no mercado de trabalho, a reserva de vagas em concursos públicos e a previsão de eliminação de barreiras para que todos tenham acesso a Educação.
Link: Clique para baixar o PDF
Declaração Universal dos Direitos: 10 de Dezembro de 1948
Considerando que o reconhecimento da dignidade inerente a todos os membros da família humana e de seus direitos iguais e inalienáveis é o fundamento da liberdade, da justiça e da paz no mundo, Considerando que o desprezo e o desrespeito pelos direitos humanos resultaram em atos bárbaros que ultrajaram a consciência da Humanidade e que o advento de um mundo em que os homens gozem de liberdade de palavra, de crença e da liberdade de viverem a salvo do temor e da necessidade foi proclamado como a mais alta aspiração do homem comum, Considerando essencial que os direitos humanos sejam protegidos pelo Estado de Direito, para que o homem não seja compelido, como último recurso, à rebelião contra tirania e a opressão, Considerando essencial promover o desenvolvimento de relações amistosas entre as nações, Considerando que os povos das Nações Unidas reafirmaram, na Carta, sua fé nos direitos humanos fundamentais, na dignidade e no valor da pessoa humana e na igualdade de direitos dos homens e das mulheres, e que decidiram promover o progresso social e melhores condições de vida em uma liberdade mais ampla, Considerando que os Estados-Membros se comprometeram a desenvolver, em cooperação com as Nações Unidas, o respeito universal aos direitos humanos e liberdades fundamentais e a observância desses direitos e liberdades.
Link: http://portal.mj.gov.br/sedh/ct/legis_intern/ddh_bib_inter_universal.htm
Estatuto da Criança e do Adolescente: 13 de julho de 1990
Link: http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/Leis/L8069.htm
Lei 9.394 – Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional: 20 de dezembro de 1996
Link: http://www.planalto.gov.br/CCIVIL/LEIS/l9394.htm
Convenção de Guatemala: 28 de maio de 1999
Dispõe sobre a prática da discriminação e afirma que é discriminatório, e portanto passível de punição pela lei Federal nº7.853/89, "toda diferenciação, exclusão ou restrição baseada em deficiência, consequência de deficiência anterior ou percepção de deficiência presente ou passada, que tenha o efeito ou propósito de impedir ou anular o reconhecimento, gozo ou exercício por parte das pessoas com deficiência de seus direitos humanos e suas liberdades fundamentais".
Convenção da ONU sobre os Direitos da Criança: 20 de novembro de 1989
Tendo em conta que a necessidade de proporcionar à criança uma proteção especial foi enunciada na Declaração de Genebra de 1924 sobre os Direitos da Criança e na Declaração dos Direitos da Criança adotada pela Assembléia Geral em 20 de novembro de 1959, e reconhecida na Declaração Universal dos Direitos Humanos, no Pacto Internacional de Direitos Civis e Políticos (em particular nos Artigos 23 e 24), no Pacto Internacional de Direitos Econômicos, Sociais e Culturais (em particular no Artigo 10) e nos estatutos e instrumentos pertinentes das Agências Especializadas e das organizações internacionais que se interessam pelo bem-estar da criança.
Link: http://www.onu-brasil.org.br/doc_crianca.php
Convenção Ibero-Americana dos Direitos dos Jovens: 01 de outubro de 2005
As Partes, conscientes da transcendental importância para a humanidade em contar com instrumentos como a "Declaração Universal dos Direitos Humanos; o "Pacto Internacional dos Direitos Econômicos, Sociais e Culturais"; o "Pacto Internacional dos Direitos Civis e Políticos"; a "Convenção sobre a Exclusão de Todas as Formas de Discriminação Racial"; a "Convenção sobre a Exclusão de Todas as Formas de Discriminação contra a Mulher "; a "Convenção sobre os Direitos da Criança "; a "Convenção contra a Tortura e outros Tratamentos ou Penas Cruéis, Desumanos ou Degradantes"; bem como outros instrumentos aprovados pelas Nações Unidas e pelos seus organismos especializados e, por sistemas de proteção dos direitos fundamentais da Europa e da América, que reconhecem e garantem os direitos da pessoa como ser livre, una e digna.
Link: http://www.juventude.gov.br/internacional/documentos/convencaoibero-americana_atafinal.pdf
Convenção sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência: 01 de dezembro de 2006
Relembrando os princípios consagrados na Carta das Nações Unidas, que reconhecem a dignidade e o valor inerentes e os direitos iguais e inalienáveis de todos os membros da família humana como o fundamento da liberdade, da justiça e da paz no mundo; Reconhecendo que as Nações Unidas, na Declaração Universal dos Direitos Humanos e nos Pactos Internacionais sobre Direitos Humanos, proclamou e concordou que toda pessoa faz jus a todos os direitos e liberdades ali estabelecidos, sem distinção de qualquer espécie;
Link: http://www.assinoinclusao.org.br/downloads/convencao.pdf
Membro do Conselho Científico da ABDA fala sobre TDAH na Globo Bahia.
Veja abaixo a entrevista com o Dr. Daniel Segenreich, no programa Conexão Futura, exibido dia 29/02/12.