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Domingo, Maio 28, 2017

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Participe enviando para nós a sua História Real, em texto ou vídeo. Você que é portador de TDAH, parente, amigo, professor ou terapeuta, conte-nos o seu testemunho. Você pode enviar seu vídeo utilizando o campo link do vídeo (ex: Youtube, Vimeo, Google Vídeos, etc.)

Esse site caiu na minha vida como uma prova de nao desistir...
Tenho um filho de onze anos, sempre me deu trabalho na escola, a famila toda reclama dele, meu marido, o padastro dele, diz coisas dolorosas e pesadas, chama de mentiroso, de cinico, de relaxado, preguiçoso, avoado e ate burro...
Isso vem me consumindo... ele apresenta crises convulsivas a cada dois anos... muito estranho, muito espaçosa, e nao sei, acredito ate ser emocional, agora comecei um novo tratamento com uma nova neuropediatra, adorei a explicação dela, ela foi muito clara comigo, e me pediu pegue leve ate constatarmos ser é DDA.
Ela me solicitou uma avalição neuropsicologica, me indicou uma profissional de sua confiança. mas o valor é um pouco alto, e gostaria de saber, se existe algum tipo de serviço publico e serio, que realiza esse tipo de avalição...
... Agradeço imensamente este site, por ser tao esclarecedor... Acredito que o preconceito e a falta de paciencia com os portadores de DDA, ainda nao tenho laudo medico, mas tenho certeza, que é isso que meu filho tem, estamos sofrendo muito, pois a escola, meu marido, familiares, nao colaboram comigo... me vejo sozinha e sem forças pra ajuda-lo...
Ele por sua vez, quando a medica disse que poderia ser, e os sintomas, ele me disse, "ta vendo mãe, não é porque eu quero, ela me entende, e eu vou melhorar"... isso nao tem preço... é algo que doi demais pra mim...
 
Data: 15 abril 2013
Enviado por: Marcia
São Paulo
Tenho um filho de 18 anos que foi diagnosticado com DDA há um ano aproximadamente.
Sou fonoaudióloga e desde os quatro anos percebia que ele era mais "desligado".
No início atribuí a dificuldades emocionais e ele fez terapia psicanalítica por longos 5 anos.
Ele não conseguia fazer os compromissos de casa sem ajuda, porém era super interessado em jogos de computador e vídeo game.
Minhas companheiras de trabalho diziam que eu estava preocupada á toa e que eu era muito exigente com ele.
Arrumei várias professoras que o ajudavam nas tarefas escolares, porém nunca conseguia achar um profissional que eu tivesse suficiente confiança para fazer um diagnóstico,até porque ele ia se virando.
Dei muitas broncas...tentei de várias formas... fui várias vezes á escola que me dizia que eu tinha que aceitar o jeitinho dele.
Ele é dócil, amoroso e muitos professores gostavam dele.
Até que uma professora do ensino médio percebeu a dificuldade de atenção dele em sala e me estimulou a fazer uma avaliação psicopedagógica, que na verdade não fechou o diagnóstico, porém levantou a hipótese.
Procuramos um psiquiatra com muita referencia na área que medicou com metilfenidato. Ele prestou vestibular e passou no curso que queria e por enquanto não quer usar o remédio pois está conseguindo se organizar sem ele.
Esquece muitas coisas ainda... Fico muito angustiada em ter perdido tanto tempo. Sei que ele tem dificuldades de escrita que poderiam ter sido minimizadas com a conduta correta.
Sei também, que carregar por tanto tempo a fama de preguiçoso, lento, desatento, esquecido é muito doído.
Só espero que ele consiga perceber como ele é TUDO DE BOM e possa ser feliz!
 
Data: 14 abril 2013
Enviado por: Maria
Tenho um filho de 10 anos , porém desde que ele tem 3 anos , já notava que "ele não era normal" Sempre atrasado em relação as outras crianças no desenvolvimento , muito desajeitado e sem noção do seu espaço ao redor , sem noção do perigo mesmo depois de falar muitas vezes com ele , explicar que ia se machucar mesmo assim ele ia e fazia como se eu não tivesse falado nada .
Com 7 anos na escola a professora não conseguia dar aula , sempre me chamava na escola . Passando na pediatra uma vez . Ela disse que ele tinha défict de atenção encaminhou para psicóloga pois só ela poderia dar o diagnóstico ,
neste meio tempo as reclamações na escola continuavam e eu muito sem saber o que era o transtorno , continuei ouvindo reclamações mesmo , quando falava que ele estava passando com psicologa pra saber se tinha déficit de atenção , ninguém acreditava , dizia que era culpa minha , falta de vontade dele , menino sem vergonha e etc .
Até que resolvi tirar ele da terapia , já que a psicologa ainda não tinha resposta pra me dar , e comecei a achar que o problema era o que as pessoas falavam relaxo e falta de limites , comecei a pegar muito no pé dele , tanto eu quanto o pai dele , exigir atenção lição feita, caderno em ordem , ele perdia material todos os dias , era uma luta , continuava sem noção do perigo , disperso na sala e até escalando janelas da sala de aula ele estava , a briga com ee foi muito feia , não fazia uma linha de lição durante o ano todo letivo , por ia da pra saber que só faltei "matar " ele o resto .fizemos de tudo pra ela entender que não podia ser daquele jeito, também culpava a professora que não consiga dominar a sala , na sala dele tinha mais uns 3 iguais a ele , ai a bagunça estava feita , e assim foi fomos forçando ele até então .
hoje ele melhorou 70% , mas sofreu muito , hoje tem uma professora mais atenta e incisiva na sala de aula ela se foca em realmente ensinar, ela não sabia que ele tinha o problema mas desde o inicio lhe exigiu tudo que ele não fazia na sala de aula , atenção e estudo ...
eu não sei o que ela fez , mas ela conseguiu hoje ele faz lição igual os outros tem um caderno organizado , mas ainda é disperso a professora tem que chamar a atenção dele o tempo todo , tem sido muito dificil pra ela , pra ele e nós , mas estamos avançando , conversei com ela e vou voltar agora a Terapia e tratamento correto para ele .
ele ainda tem muitos dos sintomas , mas evolui muito , poderia ter tido menos sofrimento se eu me atentasse logo aos problemas já que ele tinha todos os sintomas do déficit e eu não dei importância . Hoje vou correr atrás do prejuízo para que ele possa melhorar mais e ter o tratamento que merece , também mudamos o tratamento com ele em casa antes ele era visto como o que faz tudo errado , não presta pra nada e etc , hoje procuramos tratar de igual pra igual , e sem tantas cobranças pelo que sabemos que ele não faz não é porque não quer , mas sim proque tem o transtorno ,
não estou feliz porque sofremos muito , teve uma professora que disse na minha cara uma vez que ele era sem vergonha e dissimulado , foi horrível .
Mas sou feliz porque hoje depois de tanto passar por lutas estudei a doença e vi que realmente meu filhos sempre teve ela e agora posso ajudar .
Prestem atenção na ignorem o transtorno ele é real.
 
Data: 14 abril 2013
Enviado por: Ana Paula
são paulo
meu filho nao tem o laudo medico falando que ele tem tdha,mas esta claro que ele tem!
esquece com facilidade,fica agitado o tempo todo,ate hoje com 10 anos chama o arroz de feijao,ele toma neuleptil,melhorou so um pouco a ansiedade antes da medicaçao ele mordia o uniforme da escola comia o lapis borracha,nao se enturmava com os colegas direito sempre tinha brigas,era nervoso e nao aceitavas pessoas idosas ele rejeitava as pessoas mais velhas,com a medicaçao ele melhorou na ansiedade deixou de fazer quase tudo isso,mas continua sem parar,esquece quase tudo que aprendi,todos os dias eu tenho que trabalhar as tarefas escolares para nao esquecer!a escola nao da apoio!os professores parece que nao sabe nada sobre o assunto!me sinto abandonada!as vezes quero desistir de tudo,cansada,angustiada,mais amo meu filho demais e por ele eu devo continuar a ajuda-lo e sei que deus esta do nosso lando e vamos vencer! eu acredito sim!
 
Data: 13 abril 2013
Enviado por: josina de sousa
anapolis
Sou mãe de uma criança portadora de TDAH. Nós( eu e meu filho )já passamos, e ainda acontece e muito, sofrimento pela falta de informação das pessoas e principalmente profissionais da educação sobre este transtorno.
Fala-se muito sobre inclusão, mas a falta de informação sobre o TDAH e as características que os portadores deste transtorno apresentam é totalmente desconhecida pelas pessoas em geral.
E tenho também sobrinhos, primos e outros parentes que tem o TDAH e que passaram e ainda passam por muitos momentos de sofrimento.
Pediria a ABDA que divulgassem mais ainda que já fazem, sobre como lidar, conviver com portadores de TDAH.
Desde já agradeço por fazer parte desta família e da luta em prol do bem viver dos portadore de qualquer diferença, transtorno, deficiência etc.
 
Data: 13 abril 2013
Enviado por: Renata Reiff
LEOPOLDINA
Meu nome é Nágila, sou TDAH e tenho um filho de 13 anos também portador de TDAH.
Minha história é de lutas e sofrimentos, a cada dia que passa é mais difícil lidar com o preconceito, a não aceitação das pessoas.
Na escola que meu filho estuda existe uma pressão por parte dos pais dos colegas do meu filho para que ele seja expulso.
Isso na alma dos pais é uma dor sem limites, porque é muito fácil mais expulsar o "capeta da escola" do que realmente tentar a inclusão.
As vezes acho que não vou ter mais forças para enfrentar os meus problemas e os dos meu filho. Já pensei em tantas coisas, me cobro tanto...
Trabalho em uma empresa que me valoriza, sou feliz e realizada no meu trabalho, mas penso em deixar, porque não estou conseguindo consiliar as duas coisas. Isso me deixa triste e frustrada.
Sei que preciso ajudar o meu filho, preciso de ajuda e nem sei por onde começar...
O maior problema que enfrento não com o TDAH em si, mas sim todas as comorbidades que ele trás junto. Quando temos que enfrentar o TDAH e todas as suas variações é como matar um leão a cada dia, é assim que eu me sinto, hoje eu venci, meu filho não teve ocorrências na escola, por hoje tudo bem...
É muito dolorido enfrentar a exclusão e até o ódio das pessoas, fico imaginando até que ponto vai a falta de amor do ser humano em relação as dificuldades do próximo.
 
Data: 13 abril 2013
Enviado por: Nágila Pessoa
Brumado
Olá...sou mãe do Raphael 20 anos.
inicialmente gostaria de contar um pouco da nossa história.
Desde que nasceu, o Raphael me parecia uma criança diferente. Muito agitado, impaciente, ansioso ou seja terrível.na idade escolar tivemos muitos problemas, fui chamada inúmeras vezes na escola para tratar de assunto referente ao seu comportamento.
Aos 10 anos fui chamada na escola pela coordenadora pedagógica para falar sobre o caso d Raphael. a princípio ela disse que era para eu procurar um médico pois ele era uma criança hiperativa.
Eu na minha ignorância não sabia nem o que era isso, levei mesmo assim.Passamos com uma neurologista que avaliou o caso e disse que ele tinha uma leve hiperatividade e nos encaminhou para o psicologo. O meu filho recusou o tratamento dizendo que não era louco e mais uma vez a minha ignorância falou mais alto.. não o levei.
O tempo passou e não consigo relatar nessas poucas linhas todo o nosso sofrimento.
Hoje ele está com 20 anos, tem problemas constantes com relacionamentos sociais e amoroso, estudos( não consegue concluir uma faculdade),trabalho ( não para em emprego), ansiedade, compulsividade( compra em excesso) dívidas abusivas( esquece de efetuar o pagamento),mentiras,desatento,desorganizado, não consegue ter um objetivo sólido, é bastante vulnerável,as vezes apresenta comportamento bipolar.
Em contra partida, tem um grande interesse pela música ( compõe , toca e canta, violino, violão e violoncelo), e muito prestativo, amoroso, "todos gostam muito dele", não é agressivo enfim...ainda recusa o tratamento, não aceita que tem o transtorno, não aceita terapias e muito menos medicação. Concluo que é uma situação muito difícil. Recentemente iniciamos uma participação no grupo de apoio porém ele não quis participar. Está com novas consulta agendadas com neurologista e psicólogo. ainda não foi diagnosticado o problema pelos especialistas.
Precisamos de ajuda!!!
Luciane
 
Data: 13 abril 2013
Enviado por: Luciane de Camargo da Silva
Osasco
S.O.S URGENTE.

Oi gente!!!

Tenho 22 anos, e não sei ainda se é o TDAH que me aflige tanto, ainda não tive a oportunidade de procurar um profissional. Mas todos os sintomas relatados em sites relacionados ao tema tenho com frequência.
Preciso realmente de ajuda.
Como disse tenho 22 anos e desde que me lembro tenho os sintomas.
Desde criança até hoje sou muito desatenta, disperso com facilidade, não consigo ficar sentada em sala de aula, mergulho nos meus devaneios e me perco neles, sofro constantes acidentes doméstico por falta de atenção, tenho extrema dificuldade de cultivar relacionamentos seja de amizade quanto amoroso(acho muito trabalhoso e cansativo).
Enfim toda essa lista passada no dia 17 de março pelo Giovani. Quando criança não tinha muitos problemas com aprendizado, acredito que seja pelo fato de mesmo não conseguindo me concentrar eu era muito inteligente e o ensino das escolas publicas que passei era fraco, não exigia muito do aluno.
Mas lembro que era sempre castigada por não ficar quieta (tem formiga na cadeira?) por falar muito, em demasia( essa menina foi vacinada com agulha de vitrola?).
Houve uma vez quando eu estava na primeira séria tinha 6 anos, eu me distraía muito e não dava conta de copiar a matéria toda a tempo. A professora chamou minha tia e disse a ela que apesar de muito inteligente (até acima da média) eu era muito dispersa e falava muito.
Assim minha tia reproduziu o recado a minha mãe que entendeu que eu era uma menina "malina" que não era boa aluna. Nesse dia eu apanhei muito, de ficar com marca. Com isso eu parei de copiar os deveres ou pedia alguém para copiar pra mim por medo. Levei mais duas surras quando criança por falta de atenção, ser desorganizada e desleixada.
Da infância a adolescência foi um período muito dificil, muito dispersa, não cultivava amizades a não ser que eles me procurasse e se me cativasse eu permitia.
Era dita como anti social, debochada, metida, um ou outro da turma que conversava comigo, mas era dita como aparecida por que falava muito.
Sofri com o isolamento, perseguição, baixa estima. Até que enfim sai do ensino médio, aquilo foi um alivio.
Fui pra faculdade de letras, fiquei dois períodos e por tanta desatenção e notas ruins larguei o curso.
Passei a fazer gestão financeira 2 anos, estou no último período, fazendo o impossível para não desistir.
Sou depressiva, ansiosa, tomo atitudes impulsivas e me arrependo depois.
Falei que isso poderia ser TDAH com minha familia e namorado, todos disseram que eu era lerda de nascença que não tenho jeito, que sou preguiçosa, descuidadosa imprudente, e lesada.
Preciso de socorro!!!
Abraços
 
Data: 02 abril 2013
Enviado por: Lorena
belo horizonte
Meu filho apos se formar Em piloto de aviao tivemos a noticia que ele teria um pouco de ADD,estamos muito preocupados.Ele esta com 26 anos consultou um psiquiatra e esta medicado.ira comecar a fazer Terapia com um profissional de ADHD.Gostaria de saber se estamos no caminho certo.
 
Data: 31 março 2013
Enviado por: Elita
Aos 66 anos fiz um auto diagnóstico depois de assistir ao programa da Marilia Gabriela. Nunca entendi a razão de tanta dificuldade ao longo da minha vida escolar e profiscional. O poder público não oferece nehuma opção de tratamento. Os planos de saúde, alguns, apenas uma consulta por mes por tempo limitado. Consultas particulares só para quem tem alto poder aquisitivo. A primeira consulta R$650,00 as demais R$450,00. RESULTADO: continuo vivendo e convivendo com minhas limitações.
 
Data: 28 março 2013
Enviado por: Jorge Bastos Gil
Belo Horizonte


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