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Domingo, Maio 28, 2017

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Participe enviando para nós a sua História Real, em texto ou vídeo. Você que é portador de TDAH, parente, amigo, professor ou terapeuta, conte-nos o seu testemunho. Você pode enviar seu vídeo utilizando o campo link do vídeo (ex: Youtube, Vimeo, Google Vídeos, etc.)

Olá me chamo Franciele mãe de um menino lindo e maravilhoso de 8 anos mas portador de TDAH, moramos nos confins do Brasil Itapuã- Viamão.
nunca entendiam muito bem meu filho parecia que só eu, na escola sempre reclamações não conseguia terminar nada nem uma simples pintura, brincava muito com seus materiais escolares, e não gostava do colégio sempre foi uma tortura para ele, as prof chamando de preguiçoso não quer aprender um horror. Mas ano passado começou uma peregrinação foi fazer uma avaliação com a psicóloga seu teste de QI foi espetacular tem muita inteligência mas ela diagnosticou o TDAH, levei numa excelente meuropediatra e esse ano começou o uso do medicamento, parece um sonho ele chega da aula todo orgulhoso ¨mãe consegui copiar tudo na aula hoje¨ lógico que tem dias q não consegui fazer tudo mas ele já ta bem feliz e a família confiante que ele terá SIM um futuro maravilhoso, e sempre farei o que for possível pra q ele seja mesmo...
 
Data: 26 abril 2013
Enviado por: Franciele
Meu nome é Marcela e tenho uma filha que tem TDAH , ela chama - se Melanie e é o meu tesouro. Quando a médica confirmou o diagnostico fiquei muito confusas e sem saber ao certo como ajuda- lá , procurei profissionais que ajudam nas dificuldades da Mel , ela apresenta dificuldade na leitura e na escrita , pois é muito agitada e não consegui se concentrar , minha maior preocupação e como as outras pessoas há vejam , pois comentam que ela é chata, tola e malcriada , mas na verdade não sabem o que realmente acontece com essa criança e acham que TDAH é frescura minha por não saber educa- lá .As dificuldades encontradas por nós pais é muito grande , pois as escolas infelizmente não estão preparadas para ajudar essas crianças. Tenho uma paciência muito grande para ensina - lá e procurei os melhores profissionais para poder ajuda-lá , pois amo muito minha filha e sei que ela não tem culpa de suas dificuldades.
 
Data: 24 abril 2013
Enviado por: Marcela Padinha
Belém
Olá, tenho um filho de 8 anos e a 2 foi diagnosticado com, TDAH sempre foi muito difícil pois as escolas e professores não estão aptos para receberem crianças com este quadro eu vivo em um luta diaria onde sou taxada como chata nas escolas meu filho já passou por 3 escolas com 8 anos, 2 publicas e a atual particular mas o despreparo é o mesmo... Sinto muito triste vendo como é difícl conseguir que o meu filho tenha uma atenção diferenciada para poder aprender como as outras crianças.
 
Data: 23 abril 2013
Enviado por: Karla
Itabirito
Boa tarde,
Tenho uma flha de 10 anos com deficit de atenção, a cerca de 03 anos já é medicada, porém a consulta é particular, os especialistas muito caros...enfim.
Hoje não trabalho, para ficar com ela, tem todas as dificuldades relacionadas a esta deficiência.Mas quando quer é extremamente cativante e carinhosa.Eu a amo de todo meu coração.
Na verdade meu apelo é para que vocês da ABDA, tragam para o interior estas palestras,cursos, pois ir para SPaulo não dá e para o Rio então, sem chances...
Por favor, tragam estas experiências para SJCampos, será muito bom.

Grata

Cristina e Julia(minha vidinha!!!)
 
Data: 17 abril 2013
Enviado por: Cristina
São José dos Campos
Considero-me hiperativa em alto grau desde que nasci até os dias de hoje.
Durante minha vida inteira fui discriminada em casa, na escola e no meu bairro e depois no trabalho, por diversas razões.
Quando criança foi praticamente expulsa de casa pela minha mãe, que na sua ignorância não sabia lidar com meus problemas.
A rua me educou. Quando fui para a escola, não conseguia ficar sentada nem prestar atenção nas aulas, por isso ficava sempre de castigo e assim, todo dia fugia da escola, depois de batia em todo mundo.
O padre não gostava quando ia à missa obrigada por minha mãe, obrigada pela minha mãe é claro, porque tirava a atenção das pessoas, pois não conseguia ficar quieta. Com toda essa doideira, conseguia passar de ano sem frequentar muito as aulas. Aprendi a ler escrever e fazer as quatro operações praticamente sozinha...
Era uma criança cheia de energia que não parava um segundo quieta.
Além disso, eu era muito esperta, parecia um terremoto por onde passava, mexendo com tudo e com todos, subia em tudo, quebra móveis, de tanto pular em cima, caia de árvores, de muro, pegava carona em caminhão, ônibus, pendurada na parte de trás, aff era demais!
Tanto que ninguém brincava comigo, ou porque não queira ou porque as mães não deixavam. Enfim, eu não tive amiguinho (a)s de infância. Por causa disso, muitas vezes eu ficava triste e chorava escondido porque nem minha mãe, nem meus irmãos gostavam de mim.
A vizinhança me expulsava de suas casas e não me deixavam brincar com as crianças como eu. Era muito triste.
Minha mãe me rejeitou desde quase bebê, por causa da minha impulsividade e ela batia muito em mim. Então eu fugia de casa para não apanhar e ficava o dia na rua, e da escola para não ficar o tempo todo de castigo.
Minha mente era muito agitada, rápida no raciocínio e tinha um bom entendimento das coisas que as outras crianças demoravam a aprender.
Logo cedo, comecei a compor música sem conhecer nenhum instrumento musical, e me perceberam um talento musical. Cantei em festivais, ganhei prêmios, mas não segui a carreira. Comecei a trabalhar cedo diziam que eu era muito inteligente, conseguia subir de cargo assim que assumia um emprego, mas logo saia, não conseguia ir trabalhar todos os dias, fazer a mesma coisa sempre, ver as mesmas pessoas e etc ... Na adolescência tocava muito violão, fazia música e trabalhava para me manter e não via a hora de chegar ao vestibular para são passar e encerar minha carreira obrigada de estudante, pois a escola era para mim um tédio, no meu entender, não acrescentava nada, não era estimulante.
Eu odiava estudar então só fazia presença e logo saia, isso até o terceiro ano do segundo grau, como era antigamente.
Trabalhei nas melhores empresas da minha cidade, era bem requisitada, ganhava bem, mas deixava sempre o trabalho pra lá. Não consegui ter rotina.
Logo cedo, casei, descasei, tive e filhos, que não consegui ser mãe como as demais. Tive empresa, abandonei, fechei. Tive grandes chances de ser uma pessoa bem sucedida na vida, mas não sou por causa do DÉFCITE DE ATENÇÃO COM HIPERATIVIDADE/IMPULSIVIDADE, Doença que fui descobrir aos 52 anos quando minha médica pediu um exame, acho que um encefalograma para investigar um problema, porque eu não queria dormir e ficava o tempo todo em atividade, física e mental, depois exausta eu apagava por dois ou três dias.
A partir daí, ela me pediu pra contar minha história de vida, e me deu o diagnóstico. Inclusive ela me disse que nunca viu um resultado como o meu e
Na verdade, até hoje eu não consigo me fixar em nada.
Sou formada em pedagogia, psicologia, pós-graduada em Meio Ambiente e Políticas Públicas, faço mil e uma coisa ao mesmo tempo.
Não trabalho em nada disso, sou desempregada SEMPRE. Não sou aposentada e tenho dificuldade em me manter por isso.
As pessoas acham que a gente é preguiçosa, que não quer trabalhar, nem estudar e etc., mas o caso é sério, só quem tem o problema é quem sabe o tamanho da dificuldade para se estabelecer na vida.
Hoje eu estudo cinema e teatro, com o intuito de descarregar as energias ainda acumulas na minha mente e no meu corpo, do contrário, acho que já teria pirado.
Bem, para aqueles que têm filhos hiperativos, que leram este texto eu quero dar um conselho: procurem imediatamente ajuda para eles.
Digo isso porque apesar de procurar conviver com o lado bom da doença.
EU POSSO DE DIZER QUE MINHA VIDA FICOU PELA METADE EM TODOS OS SENTIDOS.
 
Data: 16 abril 2013
Enviado por: Irene Ponciano
Campina Grande
Perdoei o meu pai por nunca ter me criado e ter abandonado a responsabilidade de acompanhar e contribuir para o meu crescimento, perdoei ele quando descobri que tinha TDAH.
Sempre foi muito difícil me concentrar em alguma coisa, desde criança tomando calmantes homeopáticos para o controle da hiperatividade, perdida em meus pensamentos frenéticos, acho que todos os professores já usaram a frase: "no mundo da lua" quando se referiam a mim.
Até hoje vivo escrevendo tudo que preciso fazer para me lembrar, e quase nunca termino o que comecei, sou artista, componho músicas, filmes, escrevi uns 3 livros sem nunca publica-los.
Minha vida sempre foi meio engasgada, minha falta de atenção e produtividade sempre atrapalhou minhas oportunidades. Percebi aos poucos que isso era grave, e numa retrospectiva lembrei do meu pai, quase não sei de casa, não desenvolve nem realiza nada, artista plastico, escultor, totalmente perdido.
Pesquisei sobre TDAH já que suspeitava, aliás tinha certeza que era a minha condição, quando vi que era genético, entendi um pouco sobre as atitudes nunca tomadas pelo meu pai e por mim mesma, que batalho todos os dias para não ficar no meio do caminho, sinto que preciso me esforçar muito para realizar coisas simples, e o tempo me atropela, sou muito desorganizada, não sei onde ponho meus objetos, mas estou melhorando, faço exercícios de memorização e me concentro nas prioridades, anoto tudo, me cerco de alarmes e lembretes, mas ainda não tenho acompanhamento médico.
Vou procurar!
 
Data: 16 abril 2013
Enviado por: Júlia Barros
Salvador
Meu nome é Luciane,tenho uma filha de 12 anos.
Depois de vários anos sendo chamada na escola,escutando dos professores que ela era danadinha,não parava quieta,que sua letra era feia...e me mandando para psicopedagoga,fono...resolvi dar um basta.Pois de nada adiantava.
Como sempre eu a ajudei a estudar,e estudava muito e não tinha bons resultados nas notas,eu entrei numa depressão terrível.foi quando encontrei uma amiga e comecei a chorar e a contar a história da minha filha.
Ela me disse...você está falando do meu filho!!!Me passou o telefone de um neuro psiquiatra de São Paulo muito renomado e lá fomos nós
.Hoje a minha filha é tratada e é muito feliz.
Suas notas melhoraram muito e ela está amadurecendo.PERFEITO...sem traumas.
 
Data: 16 abril 2013
Enviado por: Luciane
Mogi Mirim
Sou mãe de uma menina nascida de parto cesário e quando bebê chorava muito...
Quando passou para o primeiro ano ela demonstrava sua dispersão até mesmo estudando em casa e já se mostrando agitada e destemida comecei a procurar ajuda profissional. Primeiramente consultei um neurologista que pediu um eletroencefalograma e detectou uma pequena alteração no lobo frontal.
Após administrar uma medicação, que fez com que ela ficasse mais agitada, a médica resolveu encaminhá-la para um psiquiatra.
Nesta oportunidade estive participando de um encontro de professores com profissionais da UFRJ SOBRE TDAH, ao sair do encontro tive a certeza que minha filha era portadora e aí começa um longa jornada.
Para resumi fiz a avaliação com um profissional que fazia uma pesquisa na UFRJ sobre o transtorno, porém como demorou a conclusão da avaliação pois necessitava de crianças com mais prejuízos dos que ela tinha.
Sendo assim resolvi fazer a avaliação com a mesma equipe, definindo assim o laudo como TDAH , com prejuízos da organização de pensamento e da abstração de conceitos,retratando um quadro bem próximo a dislexia, após a avaliação realizada pela com psiquiatra, com neuropsicóloga e fonoaudióloga .
Dado o diagnóstico começou as escolhas para vida dela de forma a faze-la capaz de superar dificuldades, se organizar e ser feliz.
Psicoterapia na linha cognitiva, uso de medicamento, esportes, grupo de escoteiros e amor, tudo isso foi importante para que ela hoje chegasse a estudar numa universidade pública, buscando diferentes possibilidades, além de ser uma pessoa linda, sensível ,amorosa, forte, determinada e muito amada.
 
Data: 15 abril 2013
Enviado por: Tania Maria F. de Paula
RJ
Tenho 56 anos e ja no primario, não entendia o porque, eu tinha difilculdade em aprender.
Quando estudava em grupo , eu era a ultima a sair para brincar na rua , sem entender como elas ja tinha aprendido e eu não.
Na adolescencia a mesma dificuldade de gravar nomes, fisionomias e amaterias. Na fase adulta, a mesma coisa e a esquecer ate dos caras que eu ficara( neste caso, minha irmã é me me mostrava alguma foto antiga para me provar).
Até hoje, chego a perguntar nome de uma pessoa que acabo de conheçe e não presto atenção.Acabo me culpando por não prestar mais atenção.
Mas é algo incontrolavel. Levo a vida numa boa, sem sofrer por isso. Tento me corrigir, mas é algo que não esta no meu controle.
Distraida? Percebo que, somente quando algo é de importancia fundamental para mim é que gravo em minha vida .
 
Data: 15 abril 2013
Enviado por: Sonia Carvalho
Juiz de Fora
Tenho dois filhos que tem o transtorno. Hoje eles tem 10 e 11 anos. Desde os quatro foram diagnosticados tomam a medicação
frequentam sala de recurso e fazem acompanhamento com psicóloga. Já estudei muito sobre a doença, li vários livros, reportagens e depoimentos.
Foi difícil, mas hoje a familia aceita e sabe lidar bem com este tipo de comportamento.
A escola faz bem o seu papel porque percebe o acompanhamento da família nas atividades, até mesmo desenvolvendo novas técnicas pra memorização principalmente da tabuada.
A família precisa ter consciência que algum tipo de comportamento eles terão a vida toda, e é preciso entende-los.
 
Data: 15 abril 2013
Enviado por: Leonira de Paula Ferraz Reis
Palotina - Paraná


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