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Quinta, Março 30, 2017

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Participe enviando para nós a sua História Real, em texto ou vídeo. Você que é portador de TDAH, parente, amigo, professor ou terapeuta, conte-nos o seu testemunho. Você pode enviar seu vídeo utilizando o campo link do vídeo (ex: Youtube, Vimeo, Google Vídeos, etc.)

Boa noite, como em todos os casos, o nosso não é diferente. Temos um filho de 10 anos. Sempre foi uma criança agitada, impulsiva e sem limites. Nas escolas onde estudou sempre éramos chamados, por seu comportamento agressivo, por não sentar se na sala, e por sua agitação. Sempre rotulado como desobediente, sem limites, mal educado e agressivo. Não fez nem o primeiro e nem o segundo ano. As professoras adiantavam a série pra se livrar dele, tendo com desculpa q ele era mt inteligente, por isso ele fazia as provas de adiantamento de série. Mudamos de escola 4 vezes em dois anos. Elas convidavam a gente a sair da escola. Por fim encontramos uma escola que aos trancos e barrancos, está com ele desde 2011. Em 2011 não foi mais fácil do que os anos anteriores. Muitas suspensões, muitos enfrentamentos, muita vergonha. Em 2010 em uma das escolas, numa crise fora do comum, fomos levados com a ajuda do Corpo de Bombeiros pra um hospital psiquiátrico, logo em seguida começamos o tratamento, ele então estava com sete anos de idade. Pra nós pais, é mt triste ter q administrar doses altas de remédio pra que a criança tenha o minino de convivio social. De sete aos dez anos foi uma fase critica. Muitas vezes pedi auxilio ao 190 e ao Bombeiros pra me ajudar a leva lo ao CAPIS Infantil de minha cidade. Há um ano e meio consigo pagar terapia particular e faço também. Antes ele fazia no CAPIS, mais sentia q não fluia. No ano passado ele coseguiu ficar na escola o ano todo. Passou com notas acima da média, mesmo não tendo feito por inteiro o primeiro e o segundo ano. O terceiro ano ele superou todas nossas expectativas. Este ano não está sendo diferente. Agora no terceiro bimestre ele já fechou o ano. Com relação a aprendizado, graças a Deus ele não tem dificuldades. Mais com relação a comportamento é bem complicado. Ele foi diagnosticado portador de TDAH, Défict de atenção com hipertividade. Transtorno bipolar de conduta, social e afetivo. Ele está controlado, usa medicamentos regularmente, faz futebol e terapia. A escola ainda é uma dificuldade. A falta de capacitação dos profissionais faz com que nossas crianças se sintam discrimidadas e cosequentemente agressivas. Esse espaço será mt interssante para que a gente possa entender melhor, atrraces de depoimentos de portadores e familiares, nossas lutas e vitórias. Poderia também haver um espaço para que a gente debatesse online e pudesse tb contactar pessoas na mma situação. Fica a sugestão. Abraços Cáritas
 
Data: 03 outubro 2012
Enviado por: Cáritas
Uberlândia,MG
Sempre fui um crítico em relação a pais (homens), e cada vez mais minhas posições se confirmam. Não cheguei a ler todos os depoimentos porem dos que li, não vi um pai(homen) colocar o dpoimento de seu filho(a) com problemas. Sou pai de uma menina de 13 anos e desde os 7 começamos eu e minha esposa a tratar ela. Sou professor e passam muitos alunos pela minha mão, assim ficou mais fácil e rápido diagnosticar o problema e procurar alternativas, porem digo para todos não me venham com esta história que é uma benção, um premio ter uma pessoa com uma deficiencia, talvez seja para aqueles que não tenham a conciencia de um pai, pois é imensamente desgastante para um casal que vive e planeja tudo em torno desta pessoa, pois sabe que ela irá sofrer muito, e com isto seus pais sofreram tambem. Digo mais nosso casameno esta durado mais de 20 anos polo fato de nossa filha. acredito que pais verdadeiros tem que abrir mão de muito para estes seres. Apenas quero dar os parabens para aqueles casais que batalham juntos pelo sucesso de seu filho. Digo mais quero ver ser "macho" abrir mão de seu conforto para dar ao seu filho.
 
Data: 03 outubro 2012
Enviado por: Antonio Rodrigues
Criciúma
Sou uma pessoa apaixonada pela Educação Inclusiva, por isso procuro participar de eventos que envolvam essa causa. Acredito que nossa união fará a diferença e, certmente, mesmo que gradativmente, mudaremos esse País e o tornaremos mais humano, democrático, igualitário e menos preconceituoso. Um forte abraço a todos que lutam por essa mudança. Viva a diferença!
 
Data: 03 outubro 2012
Enviado por: Lucilene Alves de Moraes
Belem
Olá a todos!
Penso mais um tarde escrever um livro sobre a minha história,vamos lá! Minha família é assim: meu marido tem TDAH, meu filho de 16 anos tem TDA, meu filho de 12 anos tem TDAH, com DEL ( DÉFICIT ESPECÍFICO DE LINGUAGEM), tenho o terceiro filho com 4 anos que percebo que não tem nada, porém quem sou eu para diagnosticar. Com certeza o mais difícil na vida deles é a ESCOLA. As escolas não estão preparadas para trabalharem com essas crianças porque eles não apresentam deficiência,algo que as pessoas possam perceber.O primeiro passo para o sucesso deles é uma parceria com terapeutas, fonoaudiólogos, psiquiatra, entre a família, a escola e entre os terapeutas que os atendem e a escola. Outro fator é que eles precisam de fato de uma terapia cognitivo comportamental ajuda muito, faz realmente a diferença. Meu filho é outro depois da terapia. Eles também fazem atividade física. .Outra coisa ler, ler muito para sabermos ajudá-los, conversar com pessoas que tem a mesma dificuldade.Ah, não podia esquecer eles tomam medicação e precisam de aula de reforço. E, amigos a luta é grande, mas com paciência uma atenção diária, eles conseguem o sucesso. Para finalizar meu marido é muito bem sucedido, temos 26 anos juntos de muito amor, isso se dá que primeiramente porque nos amamos muito e viver e entregar tudo nas mãos Daquele que pode tudo e nos ajuda a conduzir tudo da forma certa que é DEUS. Espero ter ajudado. Luiza Adriana
 
Data: 03 outubro 2012
Enviado por: Luiza Adriana Pires Alves da Cunha
Rio de Janeiro
Olá, tenho uma filha de 15 anos com tdah..Não é nada fácil para ela o dia a dia escolar. e o pior, no colégio, o argumento é sempre o mesmo: que ela é desmotivada, desinteressada, etc. Será que este é o ponto? a falta de motivação dela tem a ver com o sentimento de fracasso, pois sempre está abaixo da média, com notas vermelhas. Fazemos de tudo para seu tratamento, toma o medicamento, faz terapia, a família está mais unida e solidária, tudo por ela. Porém falta a postura do colégio: o que fazer pelos alunos tdah, que não são poucos? que atitudes tomar? quero cobrar, estou sempre indo no colégio, questionando, argumentando... mas sinto que falta uma atitude mais concreta por parte deles. E penso que não adiantaria trocá-la de escola, pois encontraria essa resistência em qualquer lugar.
 
Data: 03 outubro 2012
Enviado por: renata cruz fontes
Juiz de Fora
Olá tenho uma filha que tem 08 anos de idade, quando ela começou a ir para a escola fiquei preocupada pois ela não tinha evolução nehnuma pois tudo que ela aprendia em sala de aula passava uma hora depois ela já não sabia mais o que ela tinha feito, ai fui a procura de um profissional e um Neuro Pediatrico me disse que ela tinha DÉFTI DE ATENÇÃO pois fiquei preocupada o que seria isso ai ele me falou. Já faz um ano e meio que ela toma medicamento controlado mas não é facil de saber que sua filha tem esse poblema mas gostaria de saber como é que eu faço para saber se isso tem cura. desde já agradeço pela atenção. abraço e fique com DEUS.
 
Data: 03 outubro 2012
Enviado por: Lucimara Gomes
Floresta- PR
Tenhos 5 estrelas na minha vida!! Mas uma delas brilha de uma maneira especial pra mim. Se chama July, hoje está com 12 anos. Mas o caminho até achar um esclarecimento sobre a atual situação dela, demorou...Aos quatro anos era muito calada, porém não parava um só instante. Na pré-escola seu rendimento era muito baixo até que a professora nos orientou a procurar uma psicóloga. Ai sim começou uma busca incessante na procura por informação e resolver esta situação. Exames, medicamentos, enfim mas o que nos deixa mais preocupados não é só o desenvolvimento dela mas onde, e com quem podemos contar neste caminho. São poucos e raros os colégios que estão dispostos a abraçar esta causa. Pois muitos profissionais da educação refere-se como: um fardo, um gasto de tempo a mais. Mas a parte boa desta história é que a família esta mais unida. A sementinha do sentimento de solidariedade e amor ao próximo está plantado nos corações dos nossos filhos!!
 
Data: 03 outubro 2012
Enviado por: Lígia Takahashi
Registro-sp
Tenho um filho com tdah, na escola está sempre abaixo da média, tem que fazer aula de reforço o ano inteiro, e isso se torna mto cansativo pra ele, e mtas pessoas não entendem que essa falta de atenção que ele tem nao é pq ele queira, ele não anota as tarefas que tem que fazer na agenda da escola, ai no outro dia ele leva carimbo pq nao fez as tarefas, e mtas vezes que eles acabam aprontando na escola é para chamar atenção dos amigos e até mesmo dos prof. que acabam dando mais atenção para os nota 10, e deixam de lado quem mais precisa de uma atenção extra...
 
Data: 03 outubro 2012
Enviado por: Célia Rocha
Balneario Camboriu - SC
Tive o TDAH diagnosticado com mais de 30 anos. Sempre fui diferente, embora fosse ótima aluna nunca tive sucesso em nada fora da escola. Meu casamento foi um fracasso até por causa do disturbio. Sofri bullying na adolescencia e de namorados depois. Nao tinha noção de nada... hj tenho dificuldades até mesmo com atividades simples como arrumar a casa. Começo e nao termino nada. Fiz 3 anos de tratamento mas nao adiantou muita coisa...
 
Data: 03 outubro 2012
Enviado por: Alessandra Tertuliano
Itumbiara
tenho um filho com TDAH, tem 11 anos, sempre foi muito difícil para lidar com ele na escola. No ano anterior, a professora pediu (acredite, pediu, pois estava fazendo um trabalho especial) para ter ele na classe dela. Conseguimos grandes progressos durante o ano de 2011, tramento com medicamentos, psicóloga (esta era para mim) e a professora em conjunto. Ele nunca parecia prestar atenção à aula, não copiava as matérias, mas em dias de prova, sempre nos surpreendia,pois sabia as questões. A professora Gisele (a do ano pasado) às vezes dava a prova para ele em 3 dias, para ele não se cansar, e conseguir fazer. Ou às vezes fazia prova oral com ele, que ficava menos monótono, e muitas vezes ele se saia bem. Este ano tivemos que mudar de cidade, ele está numa escola onde nunca tiveram uma criança TDAH (segundo a diretora), e não estão sabendo lidar com ele. Hoje ele me reclamou que a professora falou que ele é o "resto" da turma, "igual a uma sobra de comida!" . O Erick Lima sempre foi uma criança muito amorosa e prestativa, porém a escola nãoe stá preparada para receber alunos como ele. Ele tem sofrido grandes constrangimentos, já produrei o conselho tutelar, a prefeitura. A informação que eu tenho é "- a professora é muito boa, e exigente com os alunos". Mas ensinar alunos 'comuns' como perdão da palavra, é fácil, qualquer um ensina. Mas um profissional tem que se capacitar para atender todos os tipos de aluno. Assim como um vendedor, tem que estar capacitado para atender um cliente mais simples, e também o mas refinado. Já questionei a direção, disse a elas: " o primeiro é o meu filho, mas ano que vem pode ter outro, ou um com dislexia, o que vão fazer? discriminar como tem sido feito com o meu filho? Estou na luta para fazer as pessoas entenderem que ele, como tantos outros TDAH, são crianças com muito potencial, e não merecem ser discriminados!!!!!!
 
Data: 03 outubro 2012
Enviado por: rosileide
pirassununga


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