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Quinta, Março 30, 2017

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Português
Depoimentos
Participe enviando para nós a sua História Real, em texto ou vídeo. Você que é portador de TDAH, parente, amigo, professor ou terapeuta, conte-nos o seu testemunho. Você pode enviar seu vídeo utilizando o campo link do vídeo (ex: Youtube, Vimeo, Google Vídeos, etc.)

tenho 17 anos e sou portador do tdah , até então nem eu e meus pais tinham tomado consciencia desse problema ...
em decorrencia do problema , tive muitos conflitos em casa, me envolvi com coisas erradas , e sempre taxado como "vagabundo" "preguiçoso" .
Após uma ida ao neurologista após um acidente que sofri , foi diagnosticado que era portador do TDAH , e então iniciei meu tratamento (mesmo com o diagnostico de um neurologista meus pais nao acreditam nessa doença até hj,e quem apoia esse tratamento são meus familiares) após o inico do tratamento , passei a ter uma vida bem melhor ( consegui me focar nos estudos , medir os atos , controlar a impuslvidade e muitas outras coisas , apesar de viver em constante conflito com meus pais ) e hoje tenho uma outra visão sobre o meu "eu" e sempre procuro maneiras de evitar os famosos "esquecimentos" , além disso acho de extrema importancia o tratamento e acompanhamento do quadro tanto por mim quanto pela familia e o médico
 
Data: 18 maio 2013
Enviado por: Bruno Campos
Olá! Tenho 31 anos e uma filha com 5 anos. Desde que Maria nasceu percebo que ela é mais "agitada" que as outras crianças. Me lembro perfeitamente da dificuldade em colocá-la pra dormir. Se outras crianças dormem cansadas após um dia no parque, piscina ou outras atividades, Maria Luiza permanece "acesa", sempre em busca de mais atividades.
Eu sempre brinco que cuidar de Maria Luiza a gente cansa só de olhar... é uma tensão permanente
A minha família fala que ela é igual a mim quando criança... e após a leitura, pesquisa e procura de alguns profissionais, estamos no fechamento do diagnóstico de TDAH, a pedido das escolas (ela está na 3ª escola).
No momento não queríamos acreditar e culpamos a escola por estarem nos enviando à psicólogos e psiquiatras, mas, já nos convencemos que ela realmente tem este "problema" e que agora nos resta apoiá-la e ajudar a superar, afinal, está começando a se prejudicar na escola por conta do déficit de atenção.
O mais interessante é que nesses últimos meses venho percebendo que o depoimento e as características de quem sofre com TDAH são as mesmas características que sofro desde criança. Parece que estão falando de mim e não apenas da minha filha.
Resolvi que vou procurar ajuda também, junto com Maria Luiza.
Após 5 anos, começo a não achar que seu comportamento seja falta de limites, falta de educação, falha nossa ou outra coisa que nos culpe por tudo isso.
Amo minha filha mais que tudo desta vida e faço qualquer coisa por ela. Agradeço o site pela ajuda e os depoimentos que venho lendo aqui
Como falaram, as consultas e os tratamentos são caros e no que depender de mim, vou lutar para que o os governantes nos ajudem e nos apoiem nesta caminhada.
Ana Carolina Vieira
 
Data: 18 maio 2013
Enviado por: Ana Carolina Vieira
Maceió
Como explicar pra minha filha de 13 anos que vou leva-la no medico pra ver se ela tem TDA.? <br /><br />
 
Data: 18 maio 2013
Enviado por: Cleusa Rosa
Sumaré - sp
Vou falar de minha esperiencia de 20 anos de professora em Escola Pública, realmente os pais e o aluno com TDAH sofre muitas frusrações por não conseguir seus objetivos e principalmente da sociedade.
O mais importante o aluno ter uma agenda, eles até querem fazer tudo certinho, o impulso é mais forte chega ser involuntário.
Por isso deve ser acompanhado de um profissional, e nunca apoiar suas atitudes, falando que TDAH é assim mesmo, os pais que acompanham seus filhos ajudam a fazer tarefas e não interrompem o tratamento conseguem que os filhos tenham sucesso, os pais que vivem culpando a escola pelas atitudes de seus filhos e param o tratamento esse aluno desiste da escola e vai encontrar na rua apoio das pessoas erradas
.É triste quando vejo no jornal um desses alunos envolvidos com drogas e outros foram mortos ao completar 21 anos.
Professora Dalvani, apaixonada pela Educação Especial.
 
Data: 17 maio 2013
Enviado por: Dalvani
Ariq
Ariquemes
Bom como eu sou uma pessoa portadora de TDAH posso escrever muitas coisas relacionadas ao assunto.
Um pequeno relato de como foi que descobri que era assim, meu desempenho escolar sempre foi ruim e minha mãe não entendia como isso aconteceu o que poderia ser, pois não é normal alguém ser tão distraído.
então aos 10 anos de idade consultei um médico e na época disseram que eu tinha Déficit de Atenção, fui de médico em médico até que aos 11 anos e meio eu e minha mãe. achamos uma Neuropediatra excelente, fiz uma bateria de exames e então comecei o tratamento com o remédio , muitos disseram que não era necessário um remédio “tão forte”, mas sim ele foi fundamental por um longo período.
Eu não sou hiperativa, apenas distraída e impulsiva, acorre alguns imprevistos claro, pois nem tudo sai como o planejado, como eu sofri preconceito e “bullying” de uma professora de ensino fundamental, eu coloquei em mente que queria ser professora, para mostra que sim sou capaz de muita coisa, com esforço conclui o digno magistério sai do curso achando que poderia mudar o mundo, e mudar o olhar das pessoas em relação a uma pessoa portadora de TDAH, mas o mundo vem e te dá um tapa na cara e mostra que não é assim.
Quando me deparei com professoras dizendo que TDAH é preguiça, a minha indignação foi tão grande que me senti frustrada com relação à profissão que tinha escolhido pra minha vida ao ponto de quase desistir, e como não ocorre como o planejado, resolvi fotografar o que é belo aos meus olhos, tentei a vida de jornalismo não deu certo, porém eu vi que ainda posso fazer algo para ajudar o próximo e sei que se tudo der certo vou iniciar minha vida na licenciatura, pois eu tenho paixão pela educação assim como tenho paixão por fotografia e escrever.
Um detalhe tem meus métodos de concentração faço tudo ouvindo musica, eu sei uma TDAH fazendo mais de duas coisas ao mesmo tempo parece ser impossível só parece, pois não vai ser o rotulo de TDAH que vai ditar como deve ser sua vida baseada nisso, sim a capacidade o esforço de querer mudar é maior que qualquer coisa.
 
Data: 12 maio 2013
Enviado por: Juliane Kociuba
Ponta Grossa-PR
Fragilidade
Pareço tão imperfeita e por dentro sou perfeitinha e disciplinada.
Ainda que muitos não percebam, não vivo apenas o hoje, mas vivo planos desconhecidos,
O tempo corre demais e quando vejo perdi o trem e às vezes uma hora vira dias.
Já não posso explicar o que vi e li alguns segundos atrás, pois tudo some de repente.
Como nos quadrinhos, crio e recrio e apago sem ter anotado uma frase ou vírgula.
Vejo além daquilo que você percebe e ando adiante do seu caminho monótono.
Vivo como uma coelhinha pulando e viajando no mundo imaginário entre a fantasia e a realidade.
Crio cenas e completo os filmes que pensava ser incapaz de fazer.
Caminho como uma formiga, aguentando além do que imaginei suportar.
Nas confusões de emoções exageradas e inexplicáveis afogo os dias e os anos
Pareço uma elefanta correndo de um ratinho veloz e pequeno
Tenho grandes ideias que fogem e sem se despedir evaporam.
Organizo coisas e quando vejo tudo se desfaz e vira uma confusão,
Derrubo, quebro e perco tantas coisas ao redor e nem sei como aconteceu e acontece.
Ando pisando em falso e atropelando coisas que teimam entrar na frente do caminho.
Falo e falo e acabo escorregando nas atitudes impensadas e ligeiras
Sei que pareço quadrada e dura, mas por dentro sou como cristal.
Às vezes não sei o caminho a seguir, pois tudo é confuso e embaralhado.
Acabo deixando coisas por perder o sentido e significado.
Em certos momentos descubro algo, vivo horas e dias apaixonada e vidrada.
Tão certinha e com tantas imperfeições, vivo assim sem ninguém entender.

Gleici Keli Soares
 
Data: 11 maio 2013
Enviado por: Gleici Keli Soares
SUMARE
Tenho um filho com TDAH com 11 anos, diagnosticado à cinco anos, hoje vivo uma luta muito grande, pois os professores não entendem, já levei um laudo da médica dele para a escola, mas sempre tenho reclamações.
Até o ano passado ele tinha somente uma professora então ficava facíl pra mim, quando via que a professora não tinha interesse em nos ajudar, mudava ele de turno, hoje ele esta no 6º ano, e esta tudo muito difícil pra nós (Eu e ele), pois tem vários professores e não tenho mais como mudar de turno ou apenas um professor.
Sinceramente não sei mais o que fazer.
 
Data: 09 maio 2013
Enviado por: Liliam
Duque de Caxias
Tenho uma filha de 12 anos que desde muito cedo notei que era diferente das outras crianças, pois ela não parava quieta e não se concentrava em nada. Mas, antes dos 6 anos ninguém fechava diagnóstico. Até que na alfabetização a professora me chamou para dizer que ela não estava conseguindo aprender a ler porque não tinha a mínima concentração necessária.
Então, um neuro pediatra receitou uma medicação e somente assim ela conseguiu aprender a ler. Mas, eu mudei de cidade e de tudo (escola, médicos, etc) e a nova professora tinha muita rejeição ao uso da medicação, que acabou me influenciando e fez com que eu parasse de usar o medicamento, pois ela dizia que minha filha era a mesma com e sem a medicação e que o medicamento traria problemas futuros. Então, comecei a terapia dela com a psicanálise, o que não trouxe resultado.
Minha filha começou a ter crises de choro na hora das provas e com as notas muito ruins. Então, quando ela estava com quase 10 anos, resolvi levá-la novamente para uma avaliação multidisciplinar, que foi muito cara e paguei com muito sacrifício.
Mas, nos trouxe qualidade de vida, pois ela foi diagnosticada com TDAH e Dislexia e começamos um tratamento sério com medicamentos (inclusive Ritalina) e terapias (TCC e fonoaudiologia).
Como não sabíamos que ela era disléxica também, nunca a levamos numa fono antes e ela sofreu demais, o que acarretou num transtorno de ansiedade também e por isso ela precisa fazer uso de antidepressivo.
Minha batalha agora é com a escola, pois retornei para o Rio de Janeiro e agora ela estuda num Colégio Federal e são poucos os profissionais que tem conhecimento real das implicações desses transtornos, mas aos poucos estou conseguindo, apesar do meu intenso desgaste, já que tenho que fazer um trabalho de conscientização com cada um (e agora são 12 professores), além de ter que pagar por todos os tratamentos dela e levá-la e, sem falar que por causa dos altos gastos ainda tenho que trabalhar e não posso pagar empregada.
Ultimamente, para conscientizar os professores e todos os outros profissionais que lidam com ela, tenho escrito cartas informativas sobre os transtornos, indicando sites e dou uma cópia do filme: "Como estrelas no terra, cada criança é especial", principalmente para chamar a atenção sobre a Dislexia, pois minha filha era muito parecida com o protagonista do filme, quando tinha 7 ou 8 anos. E, apesar dela está crescendo, continua totalmente desorganizada e impulsiva. Acreditam que outro dia ela tampou meus olhos para fazer uma brincadeira? Pois é, só que eu estava
dirigindo!!!!
Essa é minha princesa Gabriela, por quem eu prometi lutar até o fim com todo o meu amor!!!!
 
Data: 08 maio 2013
Enviado por: Taís Alves Ferreira
Rio de Janeiro
Identifiquei-me com quase todos os depoimentos colocados aqui.
Tenho 45 ano e só descobri que tenho TDAH SEM HIPERATIVIDADE apenas há dois anos por causa do meu filho.
Tenho um filho hoje com 20 anos que na idade entre 10 a 18 anos começou a baixar assustadoramente o rendimento na escola, então, chegou um dia em que ele me pediu ajuda, pois já não bastava os grandes sermões que eu e o pai dava toda vez que via o boletim dele.
Um certo dia ele chorando me pediu ajuda, pois dizia que não conseguia estudar, não porque ele não queria, mas porque não conseguia.
Como na época minha irmã fazia psicologia e tinha muitas amigas psicólogas pedi ajuda e ela me indicou uma psicopedagoga para ajudá-lo e foi aí que depois de uns meses a psicóloga diagnosticou que ele tinha TDAH SEM HIPERATIVIDADE.
Quando ela me chamou para conversarmos fiquei chocada e foi então que decidi procurar uma psicóloga, pois toda aquela angústia que meu filho me narrou eu compreendia muito bem, uma vez que eu sentia a mesma coisa.
Eu sempre fui distraída, mas tentava estudar e não me concentrava. lembro-me muito minha mãe mandando por várias vezes eu estudar e eu ficava enrolando e passava a tarde toda levando bronca ela achando que eu era preguiçosa. Sempre começava várias coisas e nunca as concluía. Cresci um adulto não muito feliz, pois eu via as pessoas de minha idade todas entrando na faculdade e terminando, depois conseguindo um bom trabalho e tendo uma vida "normal".
Hoje eu sou formada em dois curso e um dele é Direito o qual sempre tive vontade de fazer e me faltava coragem por me achar incapaz para fazê-lo. Estou na psicóloga e indo a neurologista para que ela assim que esteja ciente que tenho TDAH me passe a medicação para que eu possa seguir com sucesso minha profissão e minha vida, pois até agora continua tudo meio atropelado.
Tenho tido muitas depressões e quando mais nova entre 25 a 35 ano a bebida era meu refugio. Meu filho a ser diagnosticado tomou Ritalina LA e consegui passar em 19 lugar no vestibular na UFPB e em primeiro lugar no vestibular da universidade estadual.
Hoje ele tem a empresa dele e trabalha com sucesso e eu estou a espera de uns exames que fiz para que a médica possa também me medicar. Nosso caso de TDAH SEM HIPERATIVIDADE
Por isso eu aconselho a todas as pessoas que nunca deixe passar o que estão sentindo no íntimo de sua alma
Abraços a todos e lembrem-se nada está perdido sempre há tem po para recomeçar.
 
Data: 07 maio 2013
Enviado por: Kátia
João Pessoa
O meu filho desde quando entrou na escola aos 7 anos teve muita dificuldade em aprender, o levei ao pscologo durante meses e nada de resultado a psicologa me mandou procurar um neurologista e eu na minha ignorancia achei a idéia absurda.
E os anos se passava e ele na mesma ,eu cobrava muito dele achava que era preguiça, e novamente uma professora depois de 3 anos, me aconselhou a leva-lo oa neurologista e eu ainda na minha ignorancia não aceitava.
Hoje meu filho tem 13 anos esta atrasado a 1ano na escola, as professoras novamente mandaram procurar um neurologista, agora com a cabeça mas madura o levei e foi diagnosticado o defit de atenção ele já esta sendo medicado e espero que tenha bom resultado só fico triste por ter demorado tanto pra acorda e já poderia esta se tratando a muito mas tempo mas esta nas mãos de Deus e minha fé é que tudo vai dar certo e meu filho vai se desnvolver bem quanto nos estudos como na vida.
 
Data: 05 maio 2013
Enviado por: Lauricéa
São Gabriel da Palha ES


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