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Quinta, Agosto 17, 2017

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Participe enviando para nós a sua História Real, em texto ou vídeo. Você que é portador de TDAH, parente, amigo, professor ou terapeuta, conte-nos o seu testemunho. Você pode enviar seu vídeo utilizando o campo link do vídeo (ex: Youtube, Vimeo, Google Vídeos, etc.)

Olá! meu nome é Marcia e sou professora de sala de recursos (DI)! tenho alunos com Tdah, apesar de não ser um publico de sala de recursos, tenho de uma forma colaborativa dado assistência a estes alunos nas escolas que leciono!. A coordenação e os professores tem vindo a minha procura com muita falta de informação,com as reclamações de comportamento e não sabendo o que fazer. Procuro dar este suporte aos professores e as famílias, informando o que é TDAH,e orientando de como poder ajuda-lo em casa e na sala de aula. O que posso dizer é que as crianças que tenho contato, são maravilhosas e com grande potencial! Sempre que começam o tratamento clinico, torna-se mais viável na aprendizado e nos relacionamentos. Não é minha especialidade, mas procuro informações e fiz algumas capacitações sobre Tdah e dislexia.
 
Data: 04 outubro 2012
Enviado por: Marcia Elisa Avoleta
Barra Bonita
Minha históriia começa assim,tenho três filhos,sendo o mais velho com 15 anos, o Júlio, uma eterna criança. O Júlio nasceu de uma gravidez tumultuada mas com parto normal, normal mesmo, sempre foi uma criança muito tranquila nunca me deu trabalho, mas quando foi para escola tudo começou, a agitação,a ansiedade. Tentei de tudo levei numa neuropediatra que constatou a hiperatividade,tomou medicamentos até os dez anos, começava, parava,na ação do remédio ele fica doce mas eu me sentia muito mal em ver ele desse jeito, fez terapia mas nada com sucesso. Foi reprovado na escola,mudamos de escola e hoje não faz tratamento nenhum ,ele não vai bem na escola totalmente desinteressado com notas péssimas ,sou uma mãe dedicada mas perdida por não saber o que fazer, meu marido bate de frente com meu filho o tempo todo, vivo no meio de uma guerra. Não sei quem procurar porque ando muito cansada. Mas não desisto nunca, sei que algo de bom esta reservado para meu filho.Confio em Deus. Abraços, Neide.
 
Data: 04 outubro 2012
Enviado por: Neide Resende Pereira Andrade
Cruzilia
Meu nome é Raquel e tenho um filho de 7 anos que foi diagnosticado com tdah e disturbio da linguagem.Trajeto de muito trabalho, mas com muitas conquistas...Sou uma mãe muito dedicada, consciente das dificuldades, mas com muito orgulho do guerreiro que ele é. E para simplificar essa historia, deixo um poema que fiz pra ele, com todo meu amor.

Pedro,
Pensar em você...
pés descalços, correndo,
em cima de, pulando do...
subindo, descendo,
caiu, levantou.
Já passou...
Chorou? Cuidado!
É braço engessado,
pé enfaixado,
curativo, pontos,
que preocupação!
E lá vem você,
sempre cantando uma canção.
E pra comer?
Tem pizza, pipoca, biscoito do "o"
e macarrão!
"Tá muito, muito bom!"
E lá vem você de novo,
o chão tá molhado,
não corre, cuidado!
Mas que confusão!
Que graça tem a vida,
sem essa emoção?
E você vem vindo,
com esse sorriso lindo,
acalentar nosso coração.
mostrando que a vida passa e
não há tempo a perder.
Assim como as crianças,
vamos tentar viver.
Torcida forte você tem.
Gente que torce por te ver crescer,
gente que torce por teu caminhar.
Tem pessoas que nascem pra aprender,
mas você nasceu pra ensinar.

Raquel.
 
Data: 03 outubro 2012
Enviado por: Raquel
Niterói, RJ
Meu filho mais velho, hoje com 10 anos , nasceu aos 8 meses de uma gestação de risco , ficou algumas horas em observação na uti ao nascer. Foi diagnosticado há 7 meses apenas. Lamentavelmente , neste meio tempo era visto como o aluno inoportuno na escola pelos professores e pelos profissionais pelos quais trabalhavam nas instituições de ensino. Começou a ter prejuízos na aprendizagem e contratei uma psicopedagoga para fazer um acompanhamento individualizado. Foi justamente ela quem sinalizou a possibilidade do diagnostico de TDAH . Daí em diante levei-o a um psiquiatra que fechou o diagnostico e o medicou e fez o encaminhamento pra terapia farmacológica e psicológica. Hoje ele é uma criança excelente, seu comportamento já mudou bastante mas é um processo que nós da família estamos todos empenhados em ajudá-lo.
 
Data: 03 outubro 2012
Enviado por: Esther Graça
Manaus/Amazonas
Meu 1º filho nasceu de oito meses.Bem pequenininho.Desde cedo percebemos que havia algo diferente.Ele sofria de uma agitação estrema,pouco falava,não conseguia prestar atenção por muito tempo a um determinado assunto e detestava contato com outras pessoas.O tempo passou.O matriculamos na escolinha infantil e as dificuldades ficaram cada vez mais evidentes.Sempre foi o inadequado,o mal educado e sem limites.Minha história aqui fica um pouco diferente.O meu filho foi diagnóstica com TDAH graças a observação de uma professora que percebeu seu comportamento diferente,mas além do TDAH descobrimos que ele também era autista.Precisamente uma Asperger.Resolvi engravidar novamente por que imaginei que um irmãozinho iria o ajudar no desenvolvimento.Meu filho mais novo nasceu prematuro de 7 meses.Desenvolvimento normal.No primeiro ano na escolinha a professora já me chamava a atenção para a dificuldade dele focar a atenção.Comia letras e tinha uma enorme dificuldade em terminar as tarefas,andava por toda a sala e estava sempre disperso.Aguardamos mais um pouco para ver o desenvolvimento e ao levarmos numa consulta com o psiquiatra do meu filho mais velho, veio o diagnóstico de TDAH.Imediatamente começamos a medicação.O meu filhote que antes tirava as notas mais baixas da turma e já não queria ficar na sala de aula,agora se tornou aluno destaque em notas.Ele se sente orgulhoso.Sabe que é capaz de aprender e minhas preocupações amenizaram.Enfim.tenho dois portadores de TDAH em casa.Apesar das dificuldades nós estamos indo muito bem.Eles estão se desenvolvendo e aprendendo.Devo dizer que muito disso devemos a medicação que foi um "marco divisor de águas" em nossas vidas e aos profissionais que tem nos dado apoio.
 
Data: 03 outubro 2012
Enviado por: Elizamara Auerbach
São gonçalo
Eu poderia escrever um livro aqui,tenho mãe hiperativa,eu sou hiperativa, e tenho 02 filhos com TDHA.Vou relatar o depoimento sobre o meu filho mais velho.Fui orientada a levá-lo ao neuropediatra na fase pré-escolar, por uma pedagoga muito competente, que percebeu o problema e me orientou.Hoje ele tem 12 anos, mas nestes anos escolares,mesmo em escolas numerosas sempre fui conhecida por todos,professores,secretarios,diretores,pedagogos,pois claro, eu sempre fui chamada pelos constantes comportamentos de brigas e agitação.Ele toma medicação e quando faz o uso contínuo, tem notas só acima de 9,0,mas sem medicação tira notas baixas por desatenção.
Acho importante relatar que por ignorância,algumas vezes suspendi o remédio sem autorização médica, achando q com esportes ele iria se curar.Não façam o q fiz,o esporte é apenas complemento para o tratamento,pois meninos com TDAH parecem ser ligados a 220v 24hrs por dia.
Somente tomei consciência, e amadurecimento de levar esse transtorno a sério quando meu filho com 7 anos caiu de cima do telhado de casa, levando até a fase adulta consequências físicas do acidente.
Conversei com uma amiga psicóloga, ela me disse:Déia, cuide, porque quando ele melhorar vai subir lá de novo prá provar que não tem medo.De fato, ele o fez.
O hiperativo desafia a vida, gosta de esportes radicais,velocidade e barulho.Sou uma mãe separada, presente e solitária,porque ninguém quer ficar com crianças assim nas férias, nem como babá,ou namorado de mãe de hiperativo.Vivemos um dia exaustivo, porque quando estamos à noite querendo assistir um jornal,lá está ele, balançando as pernas, virando cambalhota no sofá.Há muito pouco recursos na sociedade sobre esse tema, e ainda muito preconceito, todos olham e pensam que não educamos nossos filhos.Na escola tive a sorte de lidar com bons professores porque eles sempre estudaram em escolas particulares,com bons pedagogos, e também faço tratamentos através de planos de convênio ou particulares.
Conheço crianças de projetos carentes que tem o problema e a mãe(geralmente separada)sofre porque não tem condições de arcar com tais despesas.Esse é o 1º site que encontrei em que pais podem participar e dividir seus sofrimentos, isso é muito importante, porque somente quem vive esse cotidiano pode nos compreender.
 
Data: 03 outubro 2012
Enviado por: Andréa
São José do Rio Preto
A minha experiência em relação ao déficit de atenção com hiperatividade foi durante o período de graduação do curso de psicologia que conclui em 2003. Mas até então foi vivenciada através das outras pessoas pelas quais pesquisei durante o curso. Porém em 08/09/2008 descobri que meu filho era portador deste transtorno e foi muito difícil enquanto mãe reconhecer este fato. Fui chamada várias vezes na escola em relação ao comportamento inquieto dele durante as aulas; quantas garrafas de sucos eu comprei, porque ele perdia ou deixava na escola; quantos lápis, borrachas, estojos escolares, cardernos, livros foram perdidos ou rasgados durante o ano letivo. Enfim, todas as situações descritas acima, não foram suficientes para que eu reconhecesse o problema do meu filho. Então, a partir do diagnóstico de um neuropsicólogo; eu comecei a entender tudo. Mas apesar deste reconhecimento, a grande dificuldade era explicar o TDAH para os familiares e o pai dele. Não é uma doença que faz um exame e sai a conclusão ou um laudo informando o transtorno. E o mais difícil para mim, foi ouvir de uma psicopedagoga que o meu filho tinha um Q.I = 98 e que através dos testes que tinha realizado, ele não era portador de TDAH. Então, pensei: em quem eu acredito? A partir deste fato, realizei um curso de capacitação em TDAH via internet promovido pela Faculdade de Medicina do ABC; e decidi procurar um neurologista e pedir ajuda. Sendo assim, ele iniciou o tratamento com Metilfenidato e obtivemos excelentes resultados. Atualmente, ele permanece no tratamento; os familiares perceberam a realidade e me apoiaram, mas acredito que ainda há muito que enfrentar, informar e esclarecer frente ao TDAH. O desenvolvimento de políticas públicas frente a este transtorno precisa ser real como a experiência que eu e meu filho vivenciamos. Eu quis pecar por excesso e não por falta.
Edjane Bittencourt
Mãe de um portador de TDAH
Maceió-AL
 
Data: 03 outubro 2012
Enviado por: EDJANE BITTENCOURT DOS SANTOS
Maceió
Eu fui diagonosticado com problemas de atenção aos dez anos de idade, ainda no colégio. Como naquela época a TDAH era um pouco desconhecido, comecei o tratamento porém ao longo do caminho acabei abandonando.

Eu me tornar mais maduro e com o passar do tempo, todos os professores notavam que eu era um aluno esforçado, porém extretamente desatento e eu não ficava sentado sem mexer os braços os pernas.

Foi quando, aos 20 anos (10 anos depois) já na faculdade de Engenharia Civil, decidi voltar ao tratamento e procurei o especialista que cuidou de mim no passado. Eu digo que a minha vida é dividida em duas partes: O Jorge antes do tratamento e o Jorge depois do tratamento.

Agora é seguir em frente e construir um caminho novo.
 
Data: 03 outubro 2012
Enviado por: Jorge Luís França
Belém/Pa
Minha gravidez foi muito difícil. Já tinha perdido outras duas crianças, fiz cerclagem e passei toda gravidez de cama. O JW nasceu de oito meses, ficou uma semana internado e depois veio para casa para alegria minha e de meu esposo, mas percebemos que tinha alguma coisa de errado com o JW, pois era um bebê muito agitado e quase não dormia. Com 2 anos de idade já procurávamos os médicos porque ele era elétrico não parava. Quando fez 3 anos e foi para escola todos os dias tinha reclamações, não frequentávamos mais festas, pois o JW sempre aprontava. Isso já estava afetando meu casamento, procuramos ajuda, mas no início foi muito difícil, ele fez Fono, passou por Psicólogas e até hoje faz tratamento com Neuro e toma medicação. Já sofreu bullying na escola e por mais de uma fez tive que trocá-lo de escola. Foi alfabetizado por mim, mas tem muitas dificuldades em Matemática,com o tratamento JW melhorou muito,mas ainda é muito agitado, não pensa para falar e nem para agir e por muitos é considerado como retardado. Eu e o pai dele sofremos muito com isso. Só a família que viveu ou vive esse problema pode me entender.
 
Data: 03 outubro 2012
Enviado por: LUCIENE DA SILVA BARBOSA
NOVA IGUAÇU
Sou Enfermeira(35 anos) e Psicanalista Clínica (17 anos).Minha história com o TDH, começou com o nascimento do meu 2º filho. Após uma gravidez de alto risco dei a luz a um menino que teve sofrimento fetal e pós maturidade grave. Com poucas horas de vida ele veio a ter convulsões e por causa deste quadro foi acompanhado por uma Excelente Neuro Pediatra de Brasília, por 5 anos. Quando terminou esta fase do acompanhamento, me orientou a procurar tratamento para o TDH assim que manifestasse as primeiras dificuldades com a escola e comportamento impulsivos ou agressivos. Apartir deste evento comecei a estudar tudo que podia sobre o assunto. Minha Monografia de conclusão do Curso de Psicanálise foi sobre os danos causados pelas atitudes equivocadas no trato com o portador do TDH e síndromes concomitantes. Me filiei a ABDA, pedi para trabalhar no programa de adolescente de Brasília, fiz os treinamentos no adolescentro e me tornei uma batalhadora na luta pelo diagnóstico precoce e tratamento público de qualidade para os portadeores de TDH. Sou mãe de 3 filhos, todos portadores do TDH e transtorno de humor, visto que o pai e a mãe também o são, com um agravante pois o pai apresenta também transtorno de humor. Só após quase 10 anos depois do inicio do tratamento dos meus filhos e meu, o pai concordou em se tratar. A mudança na família apartir desta decisão foi sem precedentes. Minha maior felicidade é hoje ser mãe de tres filhos universitários,se formando com 25, 21 e 19 anos. Conscientes de suas dificuldades,( portadores do TDH), que continuam se tratando (agora) por escolha pessoal. Acredito que a oportunidade que eles tiveram de fazer o diagnóstico precoce e o tratamento correto (medicamentoso e terapeutico) foi decisiva no sucesso nos estudos, pessoal e profissional deles. Quando bem orientados, a família pode mudar o prognótico dos portadores evitando a perda da escolaridade, gravidez precoce, uso abuso de drogas, etc. dando a eles a oportunidade de tentarem a felicidade e realização pessoal e profissional, sem tantas angústias e frustações comuns aos portadores adultos não tratados. Muito obrigada pela oportunidade.
 
Data: 03 outubro 2012
Enviado por: VALÉRIA VIEIRA DA SILVA SOARES
BRASÍLIA - DF


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