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Quinta, Maio 25, 2017

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Participe enviando para nós a sua História Real, em texto ou vídeo. Você que é portador de TDAH, parente, amigo, professor ou terapeuta, conte-nos o seu testemunho. Você pode enviar seu vídeo utilizando o campo link do vídeo (ex: Youtube, Vimeo, Google Vídeos, etc.)

Não vou relatar aqui sobre minha infância e adolescência. Só dizer que nunca conseguia manter-me com uma roupa limpa por muito tempo, pois sempre derramava comida ou encostava onde tinha tinta fresca... coisas desse tipo. Comecei a perceber mais o meu déficit quando já era mãe. Aí foi complicado, pois agora a responsabilidade era com outra vida. Certa vez, coloquei água oxigenada nos olhos da minha filha, julgando ser água boricada... ela tinha 3 anos, mas me avisou: "mamãe, não é esse o remédio" e eu falei: é sim, confie em mim. E o olhinho dela começou a espumar... os frascos eram muito parecidos e eu não atentei. Mas felizmente, nada lhe aconteceu aos olhos.
Meu dia-a-dia era complicado. Eu começava a arrumar o quarto, tirava as roupas da gaveta para reorganizá-las. O telefone tocava, eu atendia e quando terminava o telefonema, começava outra atividade em outro cômodo da casa. Quando retornava ao meu quarto, me deparava com aquela bagunça que eu não teria mais tempo de arrumar.
Por mais que me proponha a ser organizada, compro pastas para guardar documentos, nunca consigo mantê-las em ordem. Se precisar comprovar um pagamento, passo dias procurando, revirando todos os papéis da casa, até achar. Eu não consigo guardar as coisas nos lugares para os quais as destinei.
Costumava interromper as conversas das pessoas, introduzindo outro assunto que nada tinha a ver com o tema em pauta. Isso eu já estou controlando. Há quem confunda com falta de educação, mas não é mesmo. Mas isso eu já estou conseguindo controlar melhor. às vezes começo, mas me desculpo e devolvo a palavra a quem a detinha antes.
Dirigindo, sempre que tenho passageiros que vão conversando comigo, geralmente tomo o caminho errado, pois a conversa me distrai. Ressalto que dirijo há mais de 30 anos e nunca cometi uma infração, e nunca bati com o carro. Ás vezes esqueço de travá-lo. Por isso, agora, toda vez que saio do carro, tenho que repetir para mim mesma: travei o carro, travei o carro, travei o carro. Quando esqueço de fazer isso, tenho que voltar para verificar. Já perdi muitas vezes o carro no estacionamento. Uso a mesma estratégia. Repito para mim onde está o carro.
Agora estou viajando com um grupo de pessoas, por motivo de estudo. Apenas agora o meu DA ta me incomodando mesmo, pois sempre esqueço algo e tenho que voltar pra pegar. Minhas amigas se incomodam com isso, vejo isso no rosto delas, e tem uma que fala: Oh, Maria, de novo! Por mais que eu arrume a bolsa e verifique se coloquei tudo, sempre falta algo. Mas o que acho mais chato é quando saio para pagar contas, e quando chego ao destino, verifico que esqueci o boleto ou coisa parecida.
Não costumo beber, mas quando estou em algum barzinho com amigos, raramente saio da mesa sem ter derrubado algum copo de cerveja ou garrafa sobre a mesa. Vocês já podem imaginar o jeito que as pessoas das outras mesas me olham. É aquela expressão de: "Já está bêbada"! Essa é a coisa mais chata pela qual passo.

Mas com isso tudo, sou uma pessoa muito criativa. Curso Doutorado. Componho, escrevo, canto, danço ... e gosto muito de mim.
 
Data: 05 outubro 2012
Enviado por: Maria
Quando engravidei do meu segundo filho, passei por maus momentos. Inffelizmente acabei passando para meu filho este transtorno pois ele tem muita dificuldade em aprender. O barulho ao seu redor incomoda muito ele. Quando ele esta em casa tento ajuda-lo, mas na escola a dificuldade é muito grande. Mesmo que tenha um professor 2 ela nao conta, pois tem outras duas alunas com DM e é dificil trabalhar DM com crianças com TDHA.
 
Data: 05 outubro 2012
Enviado por: Luciana Mari Lubke
Brusque
Sou mae que enfrento COM MEU FULHO DE 12 ANO QUE APRESENTA TDAH. JÁ FOI DAGNOSTICADO JÁ USOU MEDICAMENTO, MELHOROU UM POUCO MAS CONTINUO JUNTAMENTE COM ENFRETANDO AS DIFICULDADES ESCOLARES,POIS NA MAIORIA OS PROFESSORES NÃO TEM CONHECIMENTO DO QUE È O TDAH, TIVE VARIAS ESPLICAÇÕES DA MEDICA QUE O ACOMPANHOU POR UM TEMPO,PASSEI PARA ELES AS DIFICULDADES QUE O PORTADOR DE TDAH ENFTENTA, MAS ELE CONTINIA SER AVALIADO POR TESTE ESCRITO, ELE TEM DIFICULDADES COM A ESCRITA,JÁ REPROVOU NA 5ªSÉRIE TA REPETIDO AINDA NÃO CONSEGUE SE CONCENTRA NOS ESTUDOS É UMA LUTA, SEI DA INTELIGÊNCIA DELE E DA CAPACIDADE, NOSSOS MEDITOS DE AVALIAÇÃO FAZ COM QUE O PORTADOR DE TDAH,SEJA DIFERENTE, E UMA LUTA MUITO GRANDE, PARA OS PAIS QUE SE PRECUPA COM SEUS FILHOS, E SABE QUE ELES ENFRENTAM UMA SERIE DE DUVIDAS QUE O FAZ SOFRER.
 
Data: 05 outubro 2012
Enviado por: glaudy Celma sousa
poço verde
Eu tenho 03 filhos com diagnóstico de TDAH, o Ariel de 22 anos, e o Murilo e a Sofia, gêmeos de 10 anos. Minha luta contra o preconceito e a discriminação com o portador é longa, sofrida e ainda não terminou. Todas as estatísticas sobre as coisas ruins que podem acontecer com o portador de TDAH eu vivi com o Ariel, ele tem comorbidades, já se envolveu com gangue, teve problemas com a polícia, não para em emprego, já é pai, mas não se sustenta sozinho, mas não aceita tratamento depois de adulto. Com o Murilo e a Sofia, a história que estamos construindo juntos está sendo menos sofrida, mas nem por isso fácil! pois aceitam o tratamento, e ao verem tudo que aconteceu com o Ariel, o medo deles é de ficarem igual ao irmão. Mas vivem também numa eterna luta pelo direito a ter direitos!Todo dia é uma luta, uma conquista, infelizmente a sociedade não está preparada para o atendimento pleno deles. Mas nunca desistirei de lutar por seus direitos, tiram o brilho do meu olhar, mas nunca a vontade e a garra para lutar.
 
Data: 05 outubro 2012
Enviado por: Roberta Pardo Mendes
São Paulo
Eu sempre ouvia de minha mãe e familiares que eu sempre fui uma criança problemática e hiperativa,hoje tenho 23 anos e comecei meu tratamento com medicamento a 1 semana...bom,voltando a infância,como disse,sempre fui problemático e hiperativo,mas como no tempo era praticamente desconhecido o TDAH,minha mãe não se tocou muito e pensou que eu tinha apenas muita energia,mas era preguiçoso em relação a escola,e assim eu segui me arrastando até terminar os meus estudos (ensino médio),cheguei a repetir de ano,e mudei de colégio umas 8 vezes se não me engano,mas consegui,eu não tive tantos problemas como os de muitos relatos que vi aqui,como;problemas de me enturmar,e bullyng em relação ao TDAH,entre outros...quando eu tinha 16 anos minha mãe foi chamada na escola e chamaram a atenção dela,sobre o meu comportamento,e aconselharam a me levar ah um neurologista para umas avaliações. Fiz alguns exames e diagnósticos clínicos,onde veio o resultado de TDAH,mas como eu estava na adolescência e sem ligar muito pra isso,não dei valor,e também não fui bem informado pelo neuro na ocasião,e simplesmente deixei pra la (meu grande erro). Esse ano,aos 23 anos,já comecei fazer 2 cursos superiores e 1 técnico mas sem sucesso algum,todos com desistência logo no inicio,pra mim era normal...sem contar que nunca consegui um relacionamento sério e duradouro,meus namoros não passavam de 4 meses,só que dessa vez estava diferente,estava noivo,e com um relacionamento de 2 anos,que sem surpresa nenhuma eu fiz com que terminasse,com minhas atitudes precipitadas,minha impulsividade e minha falta de interesse em um futuro melhor,sem contar com minha mente fascinante que chegava a imaginar coisas e alterar meu humor do nada. Com ajuda da minha mãe,resolvi procurar um neurologista de novo,e fiz o mesmo processo,e ele apenas confirmou o que eu ja "sabia",sabia o nome da doença e que ela mexia com os meus sentimentos e minha vida em geral,após o término do meu noivado entrei em depressão e tentei até o suicídio,mas depois de ter procurado ajuda,feito os exames tudo de novo e ter o apoio de uma pessoa muito especial pra mim,no caso a minha ex noiva e atual namorada,que esta me dando uma nova chance e me ajudando nessa nova fase da minha vida,estou a 7 dias tomando medicamento para TDAH e já estou sentindo melhoras na minha vida,mas é claro que está sendo difícil,mas com amor das pessoas que eu amo,eu consigo ir até o fim.
Obs: Não liguem para a mudança de foco contínua no relato,eu mesmo percebi,mas pela hora que estou digitando,vai ficar assim mesmo.
 
Data: 05 outubro 2012
Enviado por: Gustavo Rocha Novais
Maceió
tenho 15 anos fui diagnosticada TDAH há dois anos.as vezees fico pensando o tanto que teria sido bom ter descoberto esse problema mais cedo,teria evitado muito sofrimento,lagrima,desespero e por ai vai.lembro até hoje de quando eu estava na 2ª serie do ensino fundamental e as professoras falavam que eu era lenta de mais,que a turma só iria pro intervalo se eu acabasse de copiar do quadro (oque nunca acontecia)e com isso os alunos ficavam com raiva de mim e as professoras nao faziam nada,elas apoiavam os alunos me chamavam de lerda na frente de todos.hoje ainda sou lerda mais uma lerda que nunca se deixou abalar,uma lerda que mostra até hoje que as pessoas estavam erradas,uma lerda que nunca chegou perto da reprovação.sou lenta pra escrever,pra andar,esqueço as datas de entrega de trabalho...Estou no 1º ano do ensino medio e tiro uma das maiores notas da turma na prova.Nunca deixe que alguem diga que voce nao é capaz de fazer as coias,voce é mais capaz do que pensa,eu nao imaginava que iria chegar até aqui mais CHEGUEI.
 
Data: 04 outubro 2012
Enviado por: sophia barros
brasilia-df
Iniciei-me na carreira de mãe e professora quase que conjuntamente.Acreditava poder trabalhar menos tempo do que como uma secretária bilíngue que era. Sonhava poder, assim, ser uma boa mãe, dar mais tempo e atenção a prole e então ,antes de meu primeiro filho nascer, comecei a lecionar.<br />
Após 4 anos de espera, Lucas nasceu, foi cuidado, amado, mimado e deu muuuito trabalho. Nunca dormia, era agitado, não crescia segundo as tabelas pediátricas. Não se fixava em brincadeiras por muito tempo e demorou muito para controlar esfincteres. Depois de menino agitado foi ficando menino aluado, parado, seu apelido na pré-escola era "Lucas Silva e Silva- No mundo da lua". Isto custou-me muitas palavras duras e desgastes. Sempre foi um menino bonzinho na escola, mas preguiçoso e distraído , segundo os professores.<br />
Enquanto isso, eu me descabelava na carreira de professora de Língua Portuguesa, tentando auxiliar meus alunos que escreviam mal, não entendiam o que liam e trocavam letras e que não se esforçavam na escola que apenas exige frequência, não rendimento.Fiz milhões de cursos para ajudar meus alunos e fiz milhões de encaminhamentos médicos para meus alunos. <br />
Tornei-me uma professora investigativa, observadora e sensível para meus alunos.No entanto, com meu filho Lucas, não fui capaz de perceber seu défic de atenção.<br />
Quando ele fez 18 anos, começou a dirigir, provou-me que estava pronto para o volante (apesar de distraído) e passei a emprestar meu carro para ele. Tínhamos um acordo de sócios: Você usa, cuida e devolve o documento e chaves. No entanto, era sempre a mesma história: Ou ele deixava o documento e levava a chave ou vice-versa, o que em meus dias impedia-me de usar o carro.<br />
Cheguei para ele aos 20 anos e propus um acordo: Zerar a dúvida sobre esse estado de "aluação" crônico, já que ele é bom caráter, por que era tão "irresponsável", esquecido? Ele aceitou, paguei-lhe uma bateria de exames com uma neuro-psicóloga e o laudo saiu finalmente: Déficit de atenção e a profissional nos orientou sobre o que fazer para minimizar seus efeitos. Lucas fez terapia, música, passou a ler mais. Eu passei a tocá-lo no braço, por exemplo, quando queria dar-lhe um recado ou um comando que não fosse "esquecido" . <br />
Hoje, sei como me comunicar com ele com mais eficiência e nosso relacionamento melhorou muito. Ele também seguiu uma série de dicas e também luta contra o défict de atenção. No seu serviço, não raro ele volta tarde para refazer erros, mas parece que ele é querido e perdoado, já que lá está há 5 anos. <br />
Fico triste por ter ralhado tanto com ele em sua infância e não ter percebido seu problema de defic de atenção. Fico triste por saber que ajudei tantas crianças e adolescentes de famílias tapadas ou ocupadas e não percebi o defict em meu filho.<br />
Hoje ele etá com 25 anos, é adulto, nossa relação é muito boa e eu espero que ele tenha perdoado sua mãe.<br />
"Filho de ferreiro, espeto de pau"...
 
Data: 04 outubro 2012
Enviado por: Liliana Ieracitano Vieira
São Paulo
Tenho um filho de 10 anos que depois de longos 6 anos sofrendo na escola com reclamações diariamente sobre seu comportamento foi diagnosticado TDAH. Desde pequeno sempre foi inquieto e aos 4 anos comecei meu caminho por "profissionais" e só agora aos 10 anos consegui Graças a Deus um médico psiquiatra que me deu o diagnóstico. Ufa, agradeci muito a Deus ter colocado esse médico na minha vida pois agora posso ajudar de verdade meu filho, pois antes eu percorria caminhos tentando acertar, mas nada dava certo. Hoje a exatamente 4 meses ele está tomando o medicamento para TDAH e melhorou consideravelmente na escola. Nesse período até ele estranha e diz _ Puxa mãe, agora as professoras não reclamam mais de mim! E eu digo a ele que elas não sabiam o quanto ele é maravilhoso. Sei que precisamos ter muita paciência e perseverança e é o que mais peço a Deus. Assim como toda mãe quero que seja FELIZ. Obrigada pela oportunidade de contar um pouquinho da minha história. Espero poder ajudar outras mães e ser ajudada também.
 
Data: 04 outubro 2012
Enviado por: Cláudia Regina Locatelli Cianflone
Ribeirão Bonito
meu filho tem TDAH e ate eu descobri foi um sofrimento ,porque ele na escola foi aonde deu mas trabalho, mas antes eu ja corria com ele para os medicos pois ele ja dava trabalho desde começou a engatinhar pois ele chorava dia e noite,era insurpotavel,niguem queria ficar com ele,mas graças a DEUS,aos 4anos consegui uma consuta para levar ele ao nerologista e foi ai que descobri a TDAH e di lá pra ele vem tratando eu digo hoje ele é um menino maravilhoso,atualmente ele se trata, toma medicaçao para TDAH, esta aindo bem na escola e ja e bem mais tranquilo. tem mais coisa apenas resumi .
 
Data: 04 outubro 2012
Enviado por: cristina araujo da p.borges
sertãozinho sp
Eu sou a Marisa, tenho 50 anos e uma longa história de alguém distraída, inquieta e que quando está nervosa não consegue fazer mais nada certo, simplesmente não vejo mais nada, nem consigo ler.Minha mãe conta que quando era pequena dava muito trabalho, não parava nem pra dormir, me deixava no berço rasgando papel até cansar e dormir. Na escola fui bem marcada por não ser igual aos outros alunos, não conseguia ficar sentada na carteira por muito tempo, a minha atenção era bem curta, tinha muita dificuldade com decorebas... Na primeira série tinha uma professora que pedia para lermos o caderno, quando não a conseguíamos enfiava nosso rosto no caderno e gritava como uma louca, ai minha mãe resolveu me colocar com uma professora particular, Dona Gertrudes, ela me batia toda vez que eu não conseguia ler algo que ela mandava, depois de um tempo, meu pai viu uma mancha escura no meu pescoço, contei para ele o que acontecia, ele não teve dúvidas, foi "acertar contas" com a tal da Dona Gertrudes... Na terceira série, como eu continuava no "mundo da Lua e sem parada", tinha "bicho carpinteiro", minha mãe e suas conselheiras da escola, acharam por bem me colocar de manhã na terceira série da escola particular e a tarde na terceira série da escola pública. Foi ai que aprendi a pular janelas e burlar regras, precisava sobreviver. Minha professora da escola particular me trancava na sala de aula para decorar a tabuada, enquanto os outros alunos saiam para o recreio. Na segunda semana comecei a pular janela, ir para o recreio escondida e quando o sinal soava eu despulava a janela e ficava quieta esperando a fila dos meus colegas de sala chegar... No ano seguinte entendeu que não daria resultado a estratégia adotada. Continuei na escola pública, me destaquei nos esportes e em segredo descobri o gosto pela matemática ( adorava a professora, ela me explicava com calma e apoiava sempre). No Ensino Médio continuei uma ótima atleta, trabalhava em todos os eventos que a escola organizava e no 3 ano do Ensino Médio tive a felicidade de poder estudar numa escola onde os professores eram verdadeiros artistas e as aulas eram show, super animadas. Eu tinha prazer de ir a essa escola, prestei vestibular e pasmem... a criança incapaz lá de trás fez USP. Desenvolvi muitas estratégias em minha vida, que uso até hoje, não consegui ficar longe da escola, trabalho com educação especial e procuro fazer com que outras pessoas não tenham a péssima experiência que tive. Sou diferente das outras pessoas, eu sou melhor em tudo que elejo como importante em minha vida, o TDAH ainda convive comigo, mas resolvi dar mais importância as minhas possibilidades, quando fico muito agitada, saio dou uma volta acalmo,ainda faço muita atividade ao mesmo tempo, estou tutorando um curso- ead, trabalho 40 horas e sou cursista em outro curso, no final de semana, ando de caiaque, único esporte que me acalma e dá equilíbrio, prazer em conhecer, essa sou eu.
 
Data: 04 outubro 2012
Enviado por: Marisa Marzocchi Tomazzeto
Jundiaí


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