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Domingo, Julho 23, 2017

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Participe enviando para nós a sua História Real, em texto ou vídeo. Você que é portador de TDAH, parente, amigo, professor ou terapeuta, conte-nos o seu testemunho. Você pode enviar seu vídeo utilizando o campo link do vídeo (ex: Youtube, Vimeo, Google Vídeos, etc.)

Tenho um filho com TDAH que foi constatado qdo tinha 6 anos, ate isso acontecer como em muitos depoimentos que li passei por muitas duvidas, tristezas sem saber como ajudar aquela pessoinha que dependia tanto de mim e do meu marido. Qdo fomos morar em Campo Grande ele tinha passado para o 2 serie mas la na escola pedi que voltassem para a 1 serie, pq não sabia nem ler e escrever. Passados algumas semanas fomos chamados na escola pela coordenação, pscicologa, e terapeuta dizendo que ele precisaria voltar para a alfabetização.O JP com 8 anos ia de lancheira e mochila coloridas junto com a turminda de 6 anos.Nesse periodo continuou o Tratamento com Neuro Pediatra, TO, psicologa e fono tb...era uma luta , cada dia uma coisa diferente ele tinha de fazer e as vezes chorava que não queria mas com muitttaaaaa paciencia e amor faziamos com que nunca parasse como o tratamento e foi o que aconteceu. Deus colocou anjos em nossas vidas começando com Drª... de Campo Grande , ela foi nosso começo do fio da meada...antes ele tinha sido diagnosticado como Daltonico, hiperativo, falta de interesse etc..etc..etc..., mas com o AMOR de muitas pessoas, hj ele esta com 18 anos tem corpo de 18 mas a cabeçinha ainda de uns 16, mas é um menino maravilhoso, timido mas ja tem ate seu proprio negocio, um carrinho de lanches, e trabalha com muito amor e dedicação e eu e marido somos funcionarios de final de semana para ele, tb a auto estima dele é otima , qdo perguntam pq esta atrasado na escola ele diz: tive alguns probleminhas kkkk....continua com seu tratamento com um psquiatra e tb com neuro, toma o medicamento controlado e estamos apreendendo muito com ele, as vezes nos sufoca mas é com carinho td se resolve, e no vestibular que fazer Gastronomia, tenho certeza que logo tera uma rede de lanchonetes...estarei em PÉ APLAUDINDO A SUA VITORIA, PQ TB SERÁ A NOSSA.....
 
Data: 22 outubro 2012
Enviado por: Glaucia Groppo
Amparo
Olá, me chamo Mario e tenho 34 anos. Tenho uma filha de 9 que foi diagnosticada com TDA a 1 mês. Hoje não trabalhei e comecei a fazer uma pesquisa sobre o assunto na internet quando derrepente... Vi que estavam falando de mim. Resolvi fazer um teste. Fui para mais 2 sites e realizei mais dois testes e todos deram uma pontuação altíssima. Olhando para trás vejo várias explicações em minha vida. Vou procurar orientação médica para uma avaliação mais apurada mas não tenho dúvidas. Hoje fiz uma descoberta sem querer e espero que possa melhorar junto com minha filha.
 
Data: 22 outubro 2012
Enviado por: Mario
- Mamãe!!! Você saiu da mesa e me deixou falando sozinha.
- Mamãe, e aí, qual é o final da história que você estava contando
e de repente mudou de assunto?
- Mamãe, por que você está me encarando?
- Mamãe...
- Mamãe...
Diante dessas constantes observações de meus filhos fui procurar
um neurologista, que me mandou ao psicólogo, que me mandou ao
psiquiatra. E veio o diagnóstico: TDAH.
TDAH? Eu não sabia o que era mas percebi se tratar de uma doença.
Chorei e chorei. Pela doença e pelo alívio de haver uma razão para os problemas enfrentados por toda a minha existência.
Lembro-me perfeitamente do primeiro dia em que tomei o medicamento
receitado pelo médico. Foi um dia feliz e inesquecível, pois senti
que a partir daquele momento a minha vida mudaria.
E mudou. Foi o divisor de águas.
É claro que há muito que melhorar; afinal, foi uma vida inteira de
distração. Mas hoje tudo é diferente porque a esperança está de
mãos dadas comigo e tenho a certeza que estou pronta para enfrentar
os desafios que o TDAH me apresenta dia após dia.
Para tanto, é necessária a ajuda de profissionais comprometidos e
de pessoas bem intencionadas, como aquelas que compõem o quadro da
ABDA, cuja seriedade e competência despontam a luz no fim do tunel
para os portadores que caminham pela estrada da incompreensão de uma sociedade que fecha os olhos para o inegável transtorno.

Marcia
São Paulo / SP
 
Data: 22 outubro 2012
Enviado por: Marcia
São Paulo
Olá, tenho 29 anos e descobri que era TDAH com 24 anos. Depois de largar 2 faculdade, estava cursando a terceira faculdade quando comecei a me desmotivar novamente, pois não conseguia acompanhar a turma, por mais que eu tentasse estudar não conseguia ficar na cadeira por mais de 1h. E sempre com dificuldade de me expressar, concluir um pensamento, era super esquecida (isso irritava meu marido); me desmotivava e sempre queria mudar o rumo da minha vida de uma hora pra outra. Cheguei em um ponto que achei q tinha alguma problema neurológico e foi quando procurei uma neurologista que logo na primeira consulta me diagnosticou TDAH, não acreditei e não levei a sério. Então fui buscar informações sobre o que seria esse transtorno. Na minha família tem histórico em meninos mas não tinha em meninas. Quando eu comprei o Livro Mentes Inquietas para ler, a minha vida mudou, parecia que ela estava falando de mim naquele livro. Foi então que achei, comecei a pesquisar e voltei para fazer o tratamento. Hoje estou no ultimo período da minha faculdade e me formo como uma das melhores alunas da sala. Dizem que essa doenças são inventada.... quem diz isso é pq não sabe o que nós passamos a vida inteira, se sentindo um fracassado, uma pessoa má, e até mesmo excluídos pelas pessoas ao redor. Divulguem, existem muitas vidas destruídas por ai, sem saber que a pessoa tem um transtorno que leva ela a ser diferente, e só precisa de informação para ser uma pessoa melhor e mais feliz. Bjs No final de tudo AMO ser TDAH, sou diferente sim, estabanada, esquecida, sonhadora, e com muito amor e carinho no coração.
 
Data: 22 outubro 2012
Enviado por: Patricia Silva
Rio de Janeiro
Sou Coordenadora Pedagógica e tenho orientado meu grupo de professores com relação ao conhecimento do TDA, seu dignostico, tratamento e atividades em sala de aula. Temos vários casos de TDAs em nosso escola, e sabemos que quando diagnosticado e acompanhado por um profissional, muitos alunos estão tendo sucesso na série em que se encontram, tendo a esperança de ser um ótimo profissional no futuro.
 
Data: 22 outubro 2012
Enviado por: Rosimara Negri
Mococa
Nem sei por onde começar...vamos lá! Descobri que sou portadora de tdah aos 17 anos quando minha mãe me levou ao médico. Fiz todos os exames e testes, iniciei o tratamento, parei,reiniciei,parei...inúmeras vezes. Hoje, aos meus 29 anos continuo com terapia, mas é a convencional, e entre trancos e barrancos vou levando a vida. Sou anciosa e tenho baixa estima apesar dos outros sempre me elogiarem. Tenho bastante dificuldade de manter tarefas. Por ser muito sentimental fico triste quando ameaçada ou atacada e acabo descontando na alimentação. Tenho dificuldade de manter relacionamentos, amizades e ao mesmo tempo que quero ficar sozinha sinto-me solitária. E assim, deixo a vida me lavar!!! Será que um dia esse quadro pode mudar???
 
Data: 22 outubro 2012
Enviado por: anna almeida
rio de janeiro
oi sou mãe de tdah meu filho tem 5 anos e foi diagnosicado com tdah ha 1 ano e meio antes de saber oque ele tinha passei muito sofoco,tive problemas na creche nas festinhas e ate para ir ao mercado era dificil , mas graças a deus hoje com ajuda de medicamentos ele é uma criança bem mais calma.hoje em dia tive que me reeducar para poder entender oque estava acontecendo com meu filho pelo.tem pessoas que não entnde acha que a criança é mau educada,teimosa e abusada hoje tenho informacoes suficinte p lidar com ese tipo de gente que nao te o conhcimemto sobre tdah.
 
Data: 22 outubro 2012
Enviado por: thais da silva marques
rio de janeiro,mage
Bom hoje em dia eu sei o que é TDAH pois tenho dois dentro de casa, meu marido que descobrimos por causa da consulta do meu filho e meu filho que hj tem 5 anos, descobrimos quando ele tinha 3 anos apos um surto dentro da classe, como ele apresentou atrasado na fala por causa do TDAH, ele pensava mais rapido do que falava e as vezes as pessoas nao entendiam o que ele falava ele se auto batia de raiva das pessoas nao entender ele. Levei ele em tres neuro pediatra e os tres me confirmaram a mesma coisa. A terceira que eu levei foi o momento mais engraçado, nos chegamos pra consulta entrou eu meu marido e meu filho e a medica sem rodeios perguntou vcs sao casados ainda, ai nos respondemos sim ne pq, ela respondeu pq muitos dos casais que chegam aki ja nao estao mais juntos e estao vendo que a bomba esta por um fio, e a consulta percorreu, ate que no final ela olhou pro meu marido e disse se vc quiser eu trato vc tbm junto com seu filho. Foi muito bom pq nos dois como casal ja estavamos bem mal mesmo, querendo cada um tomar seu rumo e brigando dia sim e dia nao. No começo foi dificil, fiquei meio louca querendo saber o pq, ler a respeito aceitar a medicação que o meu filho toma, tem momentos que a gente pensa que nao da conta, mais Deus ta me dando força a cada ano que passa, e nao aceito que olhem torto ou façam algum tipo de comentario a respeito pq viro uma leoa e brigo mesmo. Amo muito o marido que Deus me deu e o filho que foi o meu maior presente.. Fui uma mãe abençoada.
 
Data: 21 outubro 2012
Enviado por: Renata Tavares de Campos
Sarapuí
sou mãe de tdah hoje com 13 anos trato desde dos 5 posso dizer que precisei de muita informação pois não sabia muito bem o que era hoje com ajuda de psicologo,psicopedagoga,psiquiatra e medicação digo que tenho outro filho não deixando de ser tdah, mas muito mas esclarecido percebendo suas dificuldades aceitando assim a ajuda dos profissionas do qual estamos tendo resultados otimos,legal essa iniciativa da ABDA porque a maior ajuda nesse tratamento é informação o tdah existe não é invenção nem falta de educação é real.
 
Data: 20 outubro 2012
Enviado por: NILMA SANTIAGO
Rio de Janeiro
Descobri que era TDA/H com 38 anos ao ler o livro Mentes inquietas, minha filha com 12 anos nessa época também é, confirmamos o diagnóstico com uma neurologista em Juiz de Fora, morávamos lá . Sou extremamente agitada, sonhadora, desatenta, mas não lembrava dessa agitação na infancia, por isso não sabia se era só TDA ou TDA/H, foi então que lembrei que por ser muitíssimo tímida quando criança, não demonstrava essa inquietude, mas roia as unhas, mordia a parte interna de minha boca até fazer feridas, tinha crises de me debater no chão quando irritada ou contrariada. Era estremamente desorganizada e fui chamada de porquinha por minha professora na frente de toda turma. Meu pai queria que tocasse piano, apesar de gostar muito e ter uma facilidade grande, não conseguia ficar 15 minutos treinando, frustrando assim o meu pai, queria muito agradá-lo mas não conseguia. Fiz vários esportes, começava coisas diferentes e nunca terminava. Consegui com muito custo terminar meu curso de Inglês mas fui reprovada 7 vezes! Achava muito chato, mas meu pai me obrigava a fazer, Graças a Deus e a ele sou hoje professora de Inglês. Hoje estou com 47 anos, sofri muito por não entender o que passava comigo, mas quando descobri o que eu e minha filha tínhamos ficou mais fácil entender porque agimos assim, só que quase ninguém entende. Hoje em um dos colégios que leciono tenho sofrido muito, estão esigindo uma organização que para mim é quase impossível, acham que eu não estou disposta a me esforçar, querem que corrija também o português dos alunos sendo que não consigo guardar as regras da língua, sou formada somente em Inglês e literaturas, não quiz fazer português por culpa dessa dificuldade da grafia, só fiz minha faculdade com 39 anos porque não queria ser formada em português tendo tantas dificuldades, foi quando descobri em Juiz de Fora uma faculdade que só era praticamente de Inglês. Me desanimo muito fácil com as coisas, preciso estar muito estimulada para continuar algo, e isso me faz sofrer muito porque nem tudo é tão estimulante. Amo ser professora mas sofro com a desatenção, uma péssima memória e desorganização. As pessoas não querem saber se você tem dificuldades, a inclusão é só para os alunos, professores eles querem que sejam "normais". Tenho muito mais a escrever mas seria muita coisa. É isso, o mais triste de tudo não é ser um TDA/H mas a falta de compreenção das pessoas!
 
Data: 20 outubro 2012
Enviado por: Rosemery Robert de Oliveira
Miguel Pereira


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