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Domingo, Abril 30, 2017

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Depoimentos
Participe enviando para nós a sua História Real, em texto ou vídeo. Você que é portador de TDAH, parente, amigo, professor ou terapeuta, conte-nos o seu testemunho. Você pode enviar seu vídeo utilizando o campo link do vídeo (ex: Youtube, Vimeo, Google Vídeos, etc.)

li vários depoimentos e vi a minha história com meu filho em vários depoimentos,senti a angústia daqueles que não podem pagar tratamento,ri e sofri de acordo com a situação.
Meu filho tem 5 anos e tem TDAH COMBINADO COM PREJUÍZO ACADEMICO E SINTOMAS DE CONDUTA,DE OPOSIÇÃO E DESAFIO;apesar de todo suporte dado tem dias em que me sinto a pior mãe do mundo,porque vejo as pessoas olhando para mim e me criticando sem dizer uma única palavra e eu tentando controlar uma situação em que eu sei que meu filho não tem controle sobre ela.É muito complicado,sofro e pior fico quando vejo meu filho sofrer .
Muitas criticas são feitas a ele,como não saber falar algumas letras e a palavra sair errada,de falar muito alto,de não parar nem para dormir,de se afastar por não compreender algumas conversas dele,etc.;são tantas situações que passaria o dia aqui escrevendo.
Mas agradeço a DEUS todos os dias de minha vida o filho que tenho, por ser meu maior companheiro,por ele me dizer que me ama e que sou amiga dele,por me permitir entrar em seu pequeno mundo de fantasia e brincar com ele,por ser meu melhor ajudante atrapalhadoe,ETC.;apesar de tudo por ser MEU FILHO,GERADO EM MEU VENTRE E MUITO AMADO POR MIM.Meus familiares o amam muito e o cceitam , mas em primeiro lugar eu tenho que aceitar e amar.
Muito obrigada a todos que escreveram os depoimentos, isso ajuda a não nos sentirmos tão sós nesse mundo.
 
Data: 04 novembro 2012
Enviado por: Polyana de araújo carvalho
Alto Rio Doce
Sou Psicóloga e durante toda minha trajetória profissional dediquei-me à crianças com TDHA. Vi de perto a dificuldade de aceitação por parte da sociedade que, determinada criança poderia ter uma dificuldade real e que seus comportamentos não significavam simplesmente rebeldia, indisciplina ou outro julgamento que poderiam dar. Presenciei também a dificuldade dos professores em lidar com o problema, juntando-se a isso o pouco preparo que tinham.Durante algum tempo disponibilizei meu tempo para auxiliar os professores em trabalhos de grupo, mas por pouco tempo, porque os desentendidos logo cortaram essa possibilidade.Hoje vejo alguns adolescentes daquela época que não estão bem e fico triste. Mas a luta deve continuar, principalmente em esclarecer os familiares que hoje estão um pouco distantes pelas dificuldades diárias. Quanto aos professores, os quais passam grande parte do dia com os alunos, precisariam ter mais compreensão, aceitação e conhecimento para auxiliar crianças e adolescentes. Quanto à sociedade, ser menos egoísta.
 
Data: 04 novembro 2012
Enviado por: Miriam Caro Bignotto
Americana-SP
Descobri o Deficit de Atenção de minha filha hj com 16 qdo ela tinha 11 anos, um pouco tarde, eu não conseguia entender pq ela não se saia bem nas provas, chegava até brigar com ela achando q fosse preguiça de estudar, as professoras me falavam q ela era uma boa menina embora dispersa, mas ninguém me alertou a procurar um profissional.
Então a luta e a briga continuava, eu a mudava de escola achando que o problema estivesse ali, até que quando ela estava na antiga 5 série correndo o risco de perder o ano a coordenadora me chamou e com todo o cuidado me orientou procurar um especialista, foi qdo descobrimos o TDAH.
Pra mim foi um alívio, mas me bateu um remorso muito grande, por ter brigado com ela achando que ela não gostasse de estudar. Mas superei, corri atras, fiz cursos para entender como lidar com ela. E hj esta bem, ela quase não toma mais medicamentos e esta se saindo super bem na escola.
Agradeço essa coordenadora e valeu a pena lutar tanto. Não devemos fechar os olhos perante um filho desatento e achar que a culpa é dele.
 
Data: 04 novembro 2012
Enviado por: Ana Paula
Itu
Bom, meu nome é Percy Jackson...
 
Data: 03 novembro 2012
Enviado por: Percy Jackson
Descobri ese problema com meu com apenas aos 7 anos de idade ,levei ele a un especialista para fazer teste , porque estudava mais nao memorizava ...un teste de QI..deu un 140 ,isso esta acima da media ..säo pessoas super inteligentes ,so que se distraem continuamente ..fizemos todos os tratamentos psicologicos ,terapias informaticas e medicaçäo ..era muito rapido resolvendo problemas que nao requerian muita atençäo,depois de muitos anos de tratamento.. hoje ..esta mais centrado e melhorou muito nos estudos .
Esta claro que essas crianças precisam de uma clase reduzida no colegio, pois ja se distraem facilmente e com muitos alunos .. é importante buscar especialista em TDAH ..se vc tem un filho com ese problema ,saiba que tratando o quanto antes esse transtorno pode diminuir significativa aos 15 anos.. essa é a media..embora alguns apos os 20 anos ..muito importante a ajuda do governo para com essas crianças .
 
Data: 02 novembro 2012
Enviado por: Luciana Freitas
A 6 meses descobri que meu filho de 6 anos tem TTAH, sofro de mais pois não tenho apoio em escola nenhuma, é muito complicado por que não sei como dar com diversar situações com ele.Não tenho condições financeiras para cuidar dele, pois são muitos gastos, com Psicologas Neuro Infantil etc. Perquiso na Internet todas informções possiveis para cuidar melhor do meu filho, ando nesse luta todos os dias, choro por que as vezes me sinto incapaz de cuidar dele, por não entender melhor o Mundo dos TDAH.
 
Data: 02 novembro 2012
Enviado por: Patricia Alves Odair
São Paulo
Eu dividia apartamento com uma amiga, pois estávamos trabalhando em Bauru e não éramos de lá. Então minha colega disse que estava com vontade de comer doce. Sugeri a ela que comprassêmos um pudim do Habbibs, tinham lançado uma promoção que comprando um, ganhava outro. Peguei o carro e fui para o Habbibs, enfrentei uma fila quilométrica no drive thru, passei pela primeira janela, paguei, peguei o comprovante, dirigi cuidadosamente até a segunda janela. Onde entreguei o comprovante de pagamento e a moça foi buscar o pudim. Quando ela voltou eu não estava mais lá. Entreguei o comprovante, fui embora para casa. Subi e dormi. No outro dia minha amiga perguntou do pudim e então eu lembrei que não havia pego. Voltei lá e virei a sensação do lugar, a moça disse que quase morreu de rir quando me viu indo embora sem eles. :)
 
Data: 02 novembro 2012
Enviado por: Ana Carolina Franco
Bauru
Meu filho é um TDAH PURO.tenho muitas histórias para contar dessa figura.
Ele já foi atropelado,fugiu de casa,desengatou o carro,se machucou inúmeras vezes que eu já perdi a conta.Mas,é uma criança que amo demais,porque tem um coração maravilhoso.Sempre dá indícios de um carinho enorme pelas pessoas.
Já sofreu bulling diversas vezes por ser um TDAH.FAZ muitas artes que simplesmente eu nem sei o que fazer,porque eu passo vergonha demais.
Meu pai foi um TDAH.Na época dele era muito difícil,pois ninguém entendia o que era.Eu fui uma TDAH .Entendi isso quando eu cresci.Fiz psicologia e hoje me volto a atender muitas crianças com TDAH .Acho que são pessoas com um POTENCIAL ENORME ,mas que a maioria das pessoas que convivem não sabem como lidar com elas.Amo o trabalho que faço com elas ,pois eu sei que de alguma forma eu consigo ajuda-las.
 
Data: 01 novembro 2012
Enviado por: Elenita Reck
Jataí-Go
Diagnosticado aos 50 anos, entendi minha vida, minha luta, meus fracassos, minha inconstância e, principalmente, de onde vinha essa estranha força que me impulsionava a tomar certas atitudes que muitas vezes surpreendiam até a mim mesmo.
Por sugestão de minha médica escrevo um blog sobre a doença ...transformou-se numa verdadeira terapia para mim e para as pessoas que o acompanham e comentam minhas postagens. Reproduzo abaixo uma delas:
O DESASTRE DO TDAH
Minha dor é como um vulcão: inquieta, feroz, incandescente.
Minha mente é como um maremoto: bela, cruel e indomável.
Minha memória é como um tornado que a tudo arranca, tudo arrasta, mas com o tempo perde a força e desaparece.
Minha vontade é como o furacão: às vezes arrasador, noutras apenas uma tempestade tropical.
Minha ira é como o tsunami: tão forte que pode arrasar e destruir o alvo. E levar junto a minha vida.
Meu equilíbrio é como o vento: hora pra lá, hora pra cá; e quando a gente menos espera, ele muda de lado.
Meu autocontrole é como uma cachoeira: sinto muito, você aproximou-se demais. Vai ser arrastado até o fundo...
Meu amor é como a enchente: tão grande que não cabe em mim, transborda e pode inundar a vida alheia. Mas cuidado, muito cuidado, ele pode matar afogado.
Minha impulsividade é como um terremoto: apenas um pequeno tremor, ou pode abrir uma gigantesca fenda no chão e engolir a tudo e a todos. Inclusive a mim mesmo.
Meus dias são como corredeiras: velozes, atribulados, chocando-se o tempo todo com pedras em busca de um remanso qualquer onde curar as feridas.
Minha vida é como a natureza: mesmo os dias mais lindos, mais luminosos, guardam em seu bojo a semente da dor e do desastre.
 
Data: 01 novembro 2012
Enviado por: Alexandre Caldas Schubert
JUIZ DE FORA
Olá
Durante toda minha vida eu era conhecida pela aquela menina adorável,quieta porém taxada como aquela que só vivia no mundo da lua, preguiçosa...e esse era o motivo do meu baixo rendimento, por várias vezes minha mãe era chamada na escola. E enfrentei por vários problemas na adolescência e até na fase adulta.
Fiz duas faculdade e deixei pelo caminho (muito ouvi, e quanto sofri). Até que tive meus filhos. E fui chamada na escola e vi minha história se repeti, e o mais duro foi ouvi da professora que meu filho não queria nada, mesmo presenciando o seu esforço.
Tomei a decisão de ajudá-lo corri atrás de conhecimento e acabei me tornado psicóloga, hoje tenho o prazer de ajudar outras crianças e adolescentes com TDAH. Quanto ao meu filho e a mim estamos nos cuidando. Você seja pai, mãe(principalmente) ou portador do TDAH não desista, lute você vai conseguir superar todos os obstáculos, se ajude e procure ajuda.
 
Data: 01 novembro 2012
Enviado por: Patrícia de Barros Santos Santana
Feira de Santana


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