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Terça, Março 28, 2017

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Participe enviando para nós a sua História Real, em texto ou vídeo. Você que é portador de TDAH, parente, amigo, professor ou terapeuta, conte-nos o seu testemunho. Você pode enviar seu vídeo utilizando o campo link do vídeo (ex: Youtube, Vimeo, Google Vídeos, etc.)

olá me chamo Marcel tenho 27 anos e como todo bom TDAH não vou terminar meu depoimento! tenho um tanto de coisa pra fazer!
 
Data: 23 novembro 2012
Enviado por: Marcel vinicius brandao silva dos santos
Bocaiuva-MG
Para mim estudar sempre foi uma tortura dependo da matéria.
Sentar numa cadeira, quieta, em silencio para estudar era quase impossível pra mim.
Desde muito novinha fui uma criança diferente.
Começei a falar muito cedo e quando fui pra escola, aprendi a ler absurdamente rapido e cedo. E acabei criança um certo vicio com os livros, adoro ler.
Mas na escola, tinha dificuldades muito grandes.
Até a quarta série minha mãe me ajudava a estudar, eu tinha aulas na escola e em casa. Mas quando fui crescendo, as coisas pioraram muito. Minha mãe não conseguia mais me ajudar por causa das materias e eu vivia de recuperação.
Meus pais ficavam sem saber o que fazer pois a impressão era que eu não queria saber de estudar e que era uma atoa.
Ninguém conseguia me entender...
passei por muitos traumas por conta disso, meu ensino médio então foi um inferno.
No segundo ano eu estava com notas muitos ruins e não tinha jeito, eu estava reprovada. E foi ai que eu comecei a ter uma dores no maxilar muito forte. Fui ao dentista para ver se eu estava com algum problema.
E a médica percebeu que eu tinha uma calcificação no maxilar por dormir apertando os dentes. E ela perguntou se eu estava passando por stresse ultimamente e disse que o filho dela tinha TDH e pssou pelo mesmo problema.
Foi ai que meus pais me levaram ao neurologista e fiz varios testes que diagnosticaram o TDH.
Não é facil conviver com isso não... Eu tenho muitos problemas com relação a insonia, stress, esquecer as coisas, ser completamente distraída e também com relação aos estudos...
Tenho consultas com neurologistas e psiquiatras para tentar amenizar o problema. E assim venho levando a vida.
 
Data: 23 novembro 2012
Enviado por: Nefertinny
Goiânia
Sou Luzia, professora do Ensino Fundamental, atualmente trabalho como professora de Apoio Pedagógico.
Meu trabalho consiste em atender crianças e adolescentes com dificuldades de aprendizagem, algumas apresentam síndromes, deficiência mental leve, transtornos e defasagem de conteúdos.
Em relação ao TDAH o que mais trabalho é o direcionamento do foco, com o exercício constante de retomar a atividade que está sendo realizada no momento.
Para isso, é necessário fazer outro exercício conjuntamente, centralizar e descentralizar minha coordenação, ou seja, chamo a atenção do aluno para a atividade e posteriormente "solto" o aluno para expor suas idéias, chamo novamente e "solto". Dessa forma criamos a cumplicidade e vínculo para o desenvolvimento de produções. Esse vínculo se fortalece e gera segurança na relação, o que beneficia que a criança e o adolescente avance em seus processos sociais de aprendizagem.
Lembrando que, observar e ter paciência é fundamental!
 
Data: 23 novembro 2012
Enviado por: Luzia Weiden
Florianópolis
Olá, meu nome é Joelma e tenho um filho com TDAH, descobri com a ajuda de um psicologo, pois na escola que ele estudava, nenhum profissional não sabia o que ele tinha, era só reclamação e ele é um menino muito inteligente.
Os professores tinham que estar preparados para diagnosticar com crianças com TDAH, quando falei o que meu filho tinha para professora dele,ela nem sabia o que era isso, custei a descobrir demorou 2 anos, mas graças a Deus hoje ele faz acompanhamento com neurologista e vive uma vida normal
.Mudei ele de escola e as professoras sabem do problema dele e ajudam ele bastante. Tenho muito orgulho do meu filho e o amo ainda mais.
Mãe de um filho com TDAH.
Joelma Cristina
 
Data: 23 novembro 2012
Enviado por: Joelma Cristina
Caratinga
Tenho um neto que vai completar 06 anos em dezembro.
Ontem tive a pior experiencia da minha vida, discriminacao,falta de amor, falta de informacao e outras mais.
No ano de 2010 e 2011 ele estudou em uma escola que tinhamos a impressao que seria uma otima escola, pois a propietaria diz ter passado por todo tipo de discriminacao e seu objetivo era construir uma escola onde nunca haveria este tipo de atitude.
Meu neto saiu desta escola pois tivemos problemas de horarios nao compativeis. Resolvemos colocar em uma mais proximo da residencia, foi terrivel a troca, entao achamos que seria melhor ele voltar para a antiga escola.
Liguei perguntei sobre a vaga, me foi confirmado que teria muitas vagas ainda. Quando cheguei no colegio a secretaria comecou a refazer a ficha, e dentro da pasta tinha um relatorio do qual nao tivemos conhecimento, entao a coordenadora pedagogica foi chamada e ela disse simplismente que nao ia rematricular o aluno porque ele era especial e nao tinha vaga para ele.
Perguntei quem tinha dado o diagnostico pois nao tinhamos levado nenhum laudo medico que indica-se e ela retrucou dizendo que ele era inquieto, bagunceiro e por isso la nao teria vaga para ele.
Quiz dar queixa, mas minha filha nao quis pois ficou com medo das consequencia.
Meu neto faz acompanhamento neurologico, ja fez varios exames e com diagnostico ainda nao fechado foi dito pela medica que ele pode ser um tda, esta nos encaminhando para fono, psicoterapeuta e etc.
Fquei indignada com a discriminacao desta pessoa sem preparo algum para lidar com as pessoas, e com a direcao do colegio que nao verifica isso nos seus profissionais. Fica aqui minha indignacao e meu protesto em relacao a esse tipo de atitude.
 
Data: 23 novembro 2012
Enviado por: Jaine pinto do valle
Rio de janeiro88
Eu descobri que meu esposo tem TDAH, sempre soube que ele era diferente, acho que foi isso que me encantou nele qdo o conheci, ele tem muitas qualidades, é sincero, companheiro, ama as pessoas, não é falso, e as vezes choca com suas verdades... minha maior dificuldade é não saber direito o que fazer para ajuda-lo, ele tem 50 anos, já falei com seus pais, e seus filhos sobre o assunto, mas me sinto realmente muito sozinha, ainda bem que tenho DEUS na minha vida, e que Ele não dar nenhuma provação além do que podemos suportar.
Por causa do TDAH o meu esposo não consegue fazer algumas coisas como uma pessoa normal, e isso fez com que ele fosse muito infeliz antes de me conhecer, taxado de irresponsável pela sua ex-mulher e algumas pessoas da família, ainda hoje ele é uma pessoa escanteada pela sua família, sofro muito por isso, pois ele é uma pessoa sensível e sente isso, tenta se impor chamando atenção das pessoas o tempo todo, as vezes é impulsivo, e fala como se estivesse com raiva, tem pouca tolerância com pequenos fatos.
Espero que Deus coloque pessoas amigas em nosso caminho, e que eu consiga faze-lo feliz! Que Deus me ajude! E me dê muita saúde para cuidar bem dele e aprender a cada dia a lhe dar com esta personalidade tão especial que é o TDAH
 
Data: 22 novembro 2012
Enviado por: C.M.
Maceió
Meu nome é Keila. Desde criança eu tinha dificuldades para concentrar em tarefas de escola, a não ser que estivesse tudo no mais absoluto silêncio. Sempre fui ótima aluna, mas concentrar para estudar as vezes era difícil.
Quando ingressei no curso de Pedagogia, em uma aula sobre dificuldades de aprendizagem, onde o assunto era TDAH (na qual eu não consegui me concentrar de nenhuma forma), fui surpreendida pela professora de Psicologia, quando ela me chamou para a aula (já que parecia que eu estava em outro planeta) e disse para a turma: "Viu, vocês tem um caso de TDAH na turma de vocês". E começou a citar características minhas que diagnosticavam o TDAH.
Desde então, passei a me esforçar mais para me concentrar. Hoje, quando estou concentrada em um programa na TV por exemplo, simplesmente não ouço falarem comigo e nem mesmo me tocarem. Sou extremamente desatenta, esqueço onde deixei pertences e esqueço até de compromissos se não colocar lembretes no computador, celular, agendas e outros lugares.
Essas coisas se tornam um problema, porque na grande parte das vezes as outras pessoas não entendem sua situação. Cobram que você estude ou leia mesmo em uma ambiente que não te ajuda a concentrar, ou quando você está muito concentrado e fica voando nos pensamentos, ficam chateados pois dizem que você não está prestando atenção nas outras coisas...
não é fácil ser assim, para muitas pessoas o TDAH não existe, é invenção nossa para justificarmos o porquê não nos concentramos, esquecemos, nos distraímos com os próprios pensamentos e outras coisas.
 
Data: 22 novembro 2012
Enviado por: Keila Andrich da Rosa
Taguatinga - DF
Meu filho se chama Nelson,com 6 anos foi diagnosticado com TDAH no inicio foi muito difícil tanto em casa como na escola,cuido do meu filho sozinha pois o pai dele é totalmente ausente.
Desde então sessões de fono.psicoterapia e avaliações neurológicas fazem parte de nossas vidas.
Ele teve muitos problemas na escola,teve dias que chegou a quebrar tudo pois não era compreendido pelos professores e nem seus colegas tinhas paciência com ele.
Neste periodo foi muito dificil pra mim,pois trabalho pra manter a casa e ele tinha q ficar o dia todo na escola,era muito dificil pra ele mas não tinha outra possibilidade de mudança....Foi então que o neurologista me indicou livros pra ler como No mundo da lua,dai que comecei a entender q eu tinha q aceitar a diferença do meu filho pra poder entende-lo e assim poder ajuda-lo...depois de muitas e muitas psicoterapias ele coemçou a melhorar na escola e em casa tbm...
ATUALMENTE ELE TEM 9 ANOS,tem algumas didiculdades na escola,continua fazendo fono e psicoterapia,mas estamos aprendendo a lidar com isso.
Leio todas as materias sobre TDAH pois quero muito ajudar meu filho a aprender que tem uma diferança nele,mas q ele vai aprender a conviver, ele sente muita falta do pai...mas infelizmente nisso ja não posso fazer mais nada pois ja tentei mostrar q a ausencia dele ta prejudicando,mas isso não o comoveu.
Não sei quem vai ler minha historia,mas o que fará diferança em todo tratamento primeiramente é o amor,o resto a gente corre atras...
 
Data: 22 novembro 2012
Enviado por: Eliane Aparecida de Souza
Itapeva
Sou mãe de uma jovem se 15anos, descobri que minha filha tinha dificuldade de aprendizado aos 6anos. Então tive que mudar o metodo de ensino,pois ela é dislexicaa.
Hoje com ajuda de neurologista,psicopedagoga,terapeuta Ocupacional,psicologa e fonodiologa,estamos superando as dificuldades.
Mas o maior problema é a falta de docentes praparados para lidar com esses jovens.
Apesar das conquistas,ainda precisa ser feita leis que dê amparo melhor a eles.
 
Data: 22 novembro 2012
Enviado por: Graça Menezes
Belém-Pa
Sou professora na rede pública de São Paulo. Este ano me deparei com uma turma diferente de todas as outras que já tive.
No início, entrei em panico, não sabia o que fazer, tudo o que eu tentava não dava certo e pra piorar nenhum aluno com laudo e todos com sintomas de TDA e um com TDAH e alguma comorbidades foram surgindo (se assim se pode dizer) de dislexia, disgrafia, discalculia e dispraxia.
Entrei em contato com Ana Luiza Navas, especialista em distúrbios de linguagem e escrita e logo tive a mão estendida (que não larguei mais...rs).
Confesso que foi um ano muito difícil, de muito trabalho, muito estudo, muita dedicação e comprometimento, com altos e baixos, avanços e retrocessos...mais valeu!!
Tenho uma turma de 15 alunos sendo 1 menina e 14 meninos. Como professora me sinto muito feliz com os avanços que fizemos. Hoje posso dizer com orgulho que eles progrediram muito, muito mesmo! E vê-los felizes, acreditando em si mesmos, descobrindo estratégias, re-descobrindo o mundo do aprender com gosto me deixa muito feliz e realizada.
Me atrevo dizer que me tornei uma professora especialista em transtornos e confesso que não consigo me ver mais com outro público.
Aproveito para parabenizar todos os profissionais que se dedicam a essas crianças...juntos faremos a diferença.

Chris Alexandrino
 
Data: 22 novembro 2012
Enviado por: Maria Christina Alexandrino
São Paulo


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