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Domingo, Julho 23, 2017

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Participe enviando para nós a sua História Real, em texto ou vídeo. Você que é portador de TDAH, parente, amigo, professor ou terapeuta, conte-nos o seu testemunho. Você pode enviar seu vídeo utilizando o campo link do vídeo (ex: Youtube, Vimeo, Google Vídeos, etc.)

Antes, como aluna em dificuldades e a ¨irmã gêmea que não conseguia acompanhar¨...
Hoje,como professora de Ciências e Biologia,com Pedagogia em Administração Escolar,posso afirmar com certeza como é importante receber toda a ajuda possível,acompanhamento e atenção de especialistas da educação,que entendem o quanto um ser humano necessita ,desde muito cedo, conquistar sua autoconfiança e auto-estima.
 
Data: 23 novembro 2012
Enviado por: Carla Emma Carrara Cotomacio
Barueri
Oi meu nome é Sérgio tenho 22 anos descobri ha 8 anos que tenho TDAH, antes não me aceitava como pessoa por ser diferente, mas quando descobri comecei a estudar e a comparar casos com o meu, hoje tomo medicamento e estudo muito a questão do tdah para compreender mais o meu eu.
A aceitação das pessoas é difícil mas o melhor a se fazer é se compreender e aceitar a sociedade, é difícil mas quem tem tdah deve se apoiar nas pessoas que entendem e te fazem bem, estudar é a melhor forma de se entender uma pessoa especial como eu e como muitas outras que tem essa dificuldade, não por que querem ou por manha como muitos dizem, mas porque nascemos assim isso. é biologico.
apoiem e deixem ser apoiados, sozinho não se consegue chegar ao devido objetivo.
 
Data: 23 novembro 2012
Enviado por: sergio da silva sousa
planaltina df
boa noite, tenho uma filha 12 anos, sempre desatenta, uma luta na escola, eu sempre presente querendo saber das lições, provas... pq ela não anota nada, 7 serie e não anotar?? ... Levei-a em psicologas, psicopedagoga, que diagnosticou o deficit de atenção e agora esta em um tratamento com neuropediatra, que me pediu exames que jamais outros médicos tinham pedido... Isso foi a base para começar um tratamento, estou a dois meses dando remédio e no terceiro levarei a um retorno. Agora acredito estar no caminho certo.
Mae que é mae sempre vai a luta e busca do melhor para seu filho, e é isso que estou fazendo.
 
Data: 23 novembro 2012
Enviado por: Daniele Ariana Poleti
Pirassununga
Olá, meu nome é Mara ultimo dia 13 completei 49 anos.
Desde a infância sempre tive dificuldades na escola, não entendia o que os professores explicavam. Por mais que eu me esforsasse eu não entendia, quando cheguei na quita série minha professora de geografia me chamava de burra, pois toda vez que ela me fazia uma pergunta eu ficava com tanto medo, que por mais que eu soubesse a resposta eu não conseguia dizer, era nesse momento que ela me chamava de burra e fazia eu voltar a sentar, pois bem, depois de alguns anos ouvindo isso me "certifiquei" que eu era burra mesmo, e já que eu era "burra" o que eu ia fazer na escola??
Foi nesse momento que saí e fui trabalhar. Naquela época não era necessário ter tanto estudo e consegui um emprego.
Anos se passarem eu me casei mas sempre tinha em mente que eu era burra, e depois de muitos anos tentando entender as coisas, tentando ler (o que pra mim leitura é um filme de terror), sem entender, tentando descobrir o que é direita esquerda, norte sul leste oeste, andar para um lugar mais longe sem ter uma pessoa por perto, descobri que sou portadora de TDAH e provavelmente Dislexia
Porque provavelmente?
Porque faço terapia, e realmente foi confirmado minha hiperatividade e suspeitas de dislexia. Procurei um médico que me solicitou um exame chamado teste neuropsicológico, só que eu não consigo fazer esse exame e sabe porque? Porque não sou mais criança. Agora eu pergunto eu nasci com 49 anos? Eu nunca fui criança? Estou lutando para poder fazer esse exame e comprovar o grau de dislexia tdah
Antigamente eu sofria por ser rejeitada pelos colegas de escola, trabalho, hoje não. Hoje penso que aqueles que me rejeitaram um dia por me acharem "burra" não mereceram e não merecem meu carinho, minha atenção e minha amizade.
Hoje tenho orgulho de saber que sou portadora de TDAH tenho orgulho de ser quem sou, e hoje sei que de burra eu não tenho nada, pelo contrário sou inteligente, só tenho meu tempo de aprendizado.
Hoje estou feliz, estou bem comigo mesma.
Estou lutando por um exame e sei que vou conseguir. Não sei quanto tempo irá demorar mas tenho certeza que daqui algum tempo eu sairei sozinha para um local mais longe, terei noção do que é esquerda direita, norte sul leste oeste, lerei por prazer e não por obrigação, entenderei o que eu ler.
Pode demorar um pouquinho mas e dai? Não estou assim a 49 anos?
Então não tem problema esperar um pouco mais. Tenho certeza irei conseguir, eu quero eu posso eu sou feliz, e me amo do jeito que sou.
 
Data: 23 novembro 2012
Enviado por: Mara
São Paulo
Olá a todos, me chamo Erivaldo, tenho 45 anos e tenho diagnóstico fechado de Tdah e descalculia a cerca de oito anos.
Tudo aconteceu quando iniciei o curso de engenharia dois anos antes e, no final do primeiro período, fiquei reprovado em todas as disciplinas, fiquei muito deprimido e com um sentimento de total incompetência, também sentia vergonha, uma vez que todo os meus parentes e amigos, e eu próprio, acreditavam que o curso seria muito tranquilo para mim.
Essa certeza é fruto de meu histórico, na infância nunca precisei estudar, até porque não gostava e ainda não gosto de estudar, sempre gostei muito de aprender, mas para isso havia a necessidade de eu gostar da didática do professor e como isso aconteceu até o sexto ano do ensino fundamental, minhas notas eram muito boas e todos os professores relatavam que mesmo sendo disperso eu era excelente aluno.
Em função disso, meus pais não me obrigavam a estudar e eu conseguia enrolar com os trabalhos que só fazia na última hora ou quando em grupo eu idealizava e coordenava e execução.
No meio do sexto ano, fui apresentado à álgebra e meu inferno recomeçou, eu conseguia resolver as expressões verbalmente, mas não conseguia resolvê-las no papel, minhas notas caíram e eu larguei a escola e só retomei anos depois em supletivo, depois resolvi fazer prova para a Marinha, passei, cursei com alguns atropelos e na sequência de minha carreira fiz vários testes psicotécnicos e sempre fui selecionado para os quadros profissionais tidos como de elite, cursei eletrônica, me destaquei muito no exercício profissional e em pouco tempo me tornei instrutor.
Mais tarde, por motivos de saúde, fui reformado por invalidez e me vi obrigado e me requalificar, especializei-me em equipamentos biomédicos e em pouco tempo me tornei um especialista reconhecido no mercado.
Voltando a faculdade, resolvi investigar se minha dificuldade com álgebra era fruto de uma dislexia, que foi descartada, surgia então o tdah! Fiz a avaliação com um psiquiatra especialista em crianças e adolescente que confirmou a suspeita e me disse “você não é um tdahzino, você tem um grau bem alto”. Quando iniciei o tratamento com a medicação para TDAH o meu professor particular ficou assustado com meu desempenho e comemorou o fato de eu conseguir ficar quieto na cadeira e com atenção focada, só que na faculdade as coisas não andavam, na hora da prova era um desastre.
Voltei ao médico que me disse que eu precisava de tempo diferenciado nas provas, fazê-las longe de outras pessoas e não acumular muito assunto e me encaminhou para psicopedagogia, após os testes, foi encontrada a descalculia.
Levei tudo isso à faculdade e, após certa resistência, foi adotado um regime pedagógico diferenciado para mim, onde eu tinha provas por tópicos para evitar acúmulo de material, tempo dilatado para a execução das mesmas e me matriculava em menos disciplinas por período.
Com essas medidas o curso decolou e em junho passo colei grau em engenharia de telecomunicações e já estou tentando o mestrado em engenharia biomédica.
 
Data: 23 novembro 2012
Enviado por: Erivaldo Gomes de Oliveira
Niterói
Meu nome é Andréa, tenho 41 anos, sou fonoaudióloga. Fui diagnosticada ha cerca de dois, apesar de desconfiar do transtorno há algum tempo.
Sempre fui desantenta e hiperativa, por sorte sempre gostei de estudar e nunca apresentei dificuldades no aprendizado. Mas nos relacionamentos interpessoais o TDAH sempre me prejudicou.
Sou impaciente, intolerante, às vezes, irritada com a "lerdeza" das pessoas que não me acompanham. Desde adolescente, recordo-me de ser ansiosa, perdia o sono com alguma frequencia de tanto pensar em mil coisas ao mesmo tempo. Passei por profissionais da área(psiquiatra) antes do diagnóstico e fui medicada com anti depressivo, mas me sentia sonolenta e meu pensamento não fluia naturalmente. Após a descoberta do TDAH passei a tomar ritalina medicação especifica para TDAH, me senti ótima, concentrada, atenta, menos ansiosa, era como se eu estive presente no momento de verdade,sem pensar em outras coisas.
Me recordo também de sempre iniciar novos cursos, projetos e não terminar, me desestimulando tão rápido quanto havia iniciado.
Esquecer compromissos e chegar atrasada para mim era algo comum, até ria disto.
Hoje não tomo mais medicação, apesar de me sentir muito bem, pois acho uma medicação com custo alto. Sei o quanto ela ajuda, associada a terapia psicológica então nem se fale. Todavia optei por suspendê-la, quem sabe a esta medicação para TDAH venha fazer parte dos medicamentos oferecidos pelo governo.
Seria de grande valia a todos os TDAH.
Algo que vem me auxiliando muito a controlar a ansiedade, o comportamento agitado e os pensamentos acelerados é a meditação.
Enfim, quando recebo uma criança no meu consultório com esta queixa, sei o que ela sente e tento ajudá-la da melhor maneira possível. Oriento pais, professores, a escola como um todo, pois é díficil para o aluno permanecer quieto e os traumas com relação a condutas inadequadas podem marcar por uma vida toda, ficando difícil apagá-las posteriormente.
 
Data: 23 novembro 2012
Enviado por: Andréa de Andrade
mogi das cruzes
Tenho uma filha de doze anos a Natália, desde seu nascimento sempre achei um pouco estranho pois dormia pouco e isso continua ate hoje.
já na alfabetização eu percebia que ela tinha muita dificuldade em aprender, estava sempre no mundo da lua, era muito desatenta mas como era uma menina muito educada e esforçada e de imaginação incrível,nem eu e nem a escola percebemos o quanto era difícil para ela se concentrar,sempre fui muito presente então podia ajudá-la nos estudos, os anos se passaram e quando estava na 4 serie mesmo eu tentado ajudá-la as coisas pioraram pois ela se esforçava muito para aprender e os resultados péssimos.
Então percebi que aquilo não era normal e quando tentava se concentrar ficava muito irritada, um dia ela me disse uma coisa que me chamou a atenção(mãe minha cabeça não para de pensar) ela tentava se focar em algo mas tudo em volta e sua imaginação não deixavam, então fomos a neuropediatra e depois de algumas avaliação diagnosticou TDA , começou a tomar a medicação e continuou com todas as terapias que já fazia mesmo antes do diagnostico - fototerapia e psicoterapia, hoje ela esta bem mais independente, segura e feliz, ainda tem dificuldades mas estamos no caminho certo.
 
Data: 23 novembro 2012
Enviado por: catia margarida
barreiras-Ba
Sou a segunda filha de uma prole de oito (vivos), meus pais tinham o péssimo hábito de fazer comparações entre os irmãos, minha irmã mais velha sempre foi muito inteligente, vaidosa, caprichosa...
Eu sempre preguiçosa, desleixada, etc. Aos quatro anos de idade tive uma convulsão e segundo minha mãe, fui diagnosticada com disrritmia (não tenho exames antigos). Tomei um medicamento chamado comital L até os doze anos de idade e lembro que sentia muito sono.
Tive muita dificuldade de aprendizagem, não só nas séries iniciais, mas também no ensino médio, perdendo três anos de estudo por não acompanhar o ensino.
Aos trinta e sete anos entrei no curso de pedagogia e fiquei feliz ao relembrar de um professor da 3ª e 4ª série que me estimulava e dizia pra minha mãe ter paciencia porque eu "chegaria lá".
Fiz especialização em educação especial DI e então comecei a me identificar com TDAH, dislexia, e as vezes até com casos mais complexos de deficiencia intelectual, hoje aos 48 anos, trabalho em sala de recursos DI (escola publica estadual). Nunca fui diagnosticada, mas luto com a dificuldade de concentração e memorização.
Mas a minha maior dificuldade está em fazer os professores da sala regular entenderem que dislexia e TDAH não são deficiencia intelectual.
Na vida pessoal tive muitas dificuldades, pois além da desatenção, ainda sou "ligada no 220", não sou capaz de relaxar, sentar e assistir um filme, levanto várias vezes e as me disperso até quando quero apenas ouvir a previsão do tempo, ouço, porém não escuto..

Madalena - Santo André.
 
Data: 23 novembro 2012
Enviado por: maria madalena rubortone velasque
santo andré
oi, sou Clarice,tenho16anos
Tenho TDA(sem o H)e também DISLEXIA.
passei por muitas dificuldade dês de pequena.
Por causa do TDA eu sempre fui muito distraída e dificilmente me concentrava em algo.
As crianças não queriam brincar comigo nem serem meus amigos porque não era boa em esportes , me distraia facilmente, e minhas notas não eram boas.
ficava praticamente sozinha o tempo todo.
Só vim descobrir que tenha o TDA e DISLEXIA na quarta serie quando minha mãe me levou em uma fonodiologa.
No sétimo ano eu sofri muito em uma escola porque comecei a fazer prova separada para poder me concentrar melhor .
As pessoas me encurralavam e queria que eu falasse o porque não fazia prova com os outros , quando eu explicava elas ficavam me olhando de um jeito diferente e me evitavam .
Comecei a perder meus poucos amigos e a ficar sozinha , nem aqueles que eu considerava ser meus melhores amigos queriam ficar ao meu lado.
As coisas só iam piorando e para o meu azar(que na hora eu achei que era sorte),a professora me colocou ao lado do menino que era considerado o mas popular da sala , eu achava que essa seria minha salvação . Eu fiz de tudo para que ele me achasse legal e me enturmasse com os outros , não queria ficar mas sozinha , eu levava copo de água , ajudava nos deveres e na que podia.
Estava começando a achar que estava dando certo , quando ele levantou e disse bem auto que eu era uma lesada(realmente fui boba por achar que ele me ajudaria)
As pessoas passaram a me chamar assim e me lançavam olhares de reprovação e repudio , não precisavam dizer nada que eu já entendia , chegou ao ponto que quando eu sentava ao lado de augem essa pessoa levantava e saia .
Comecei a sentir vergonha do que eu tinha e fui ficando cada vez mas tímida e sozinha. Minhas notas despencaram eu para não preocupar meus pais eu não dizia nada ,sempre estava sorrindo.
No final do ano meus pais perceberam que algo estava errado eles me pressionaram e eu contei a verdade(na hora achei que ia levar uma bronca ... besteira minha pensar isso).Eles conversaram na escola mas não adiantou muito. Passei de ano e mudei de escola pela sétima vez.
Frequentei psicólogas ,psicopedagoga e fonodiologa.
Hoje estou bem continuo na fonodiologa e na psicopedagoga. Consegui fazer verdadeiros amigos(são poucos ,mas vale apena lutar por eles),continuo na minha sétima escola , luto com a escola para ter meus direitos de pessoa DISLEXA com TDA. Não tenho mas vergonha de dizer o que tenho pois todo mundo tem seus problemas ,tem gente que tem problemas cardíacos ,asma, hipertensão, hipotonia, gastrite ,etc. Porque eu não posso ter o meu?
Aprendi que não basta ficar esperando as coisas caírem do céu, você tem que batalhar pelo o que você quer.
Nunca baixar a cabeça, seguir em frente por mas que pareça impossível e todos falem que você não vai conseguir.
Espero que eu tenha ajudado em algo , não ter sido muito chata
abraços
Clarice
 
Data: 23 novembro 2012
Enviado por: Clarice Lessa
Rio de Janeiro
Meu nome é Renata, tenho TDAH desde pequena.
No inicio da vida escolar eu ia para escola e não conseguia me concentrar de forma alguma, nem ficar quieta.
Por pedido da escola, minha mãe me levou ao médico onde fui diagnosticada com TDAH, porém na cabeça dos meus pais era besteira ter que tomar remédio, pois era simplesmente preguiça.
Fiz terapia com a psicopedagoga da escola,mas de nada adiantava, pois não concentrava nem ficava muito tempo quieta.
Aos trancos barrancos e surras consegui terminar o Ensino médio e já ingressei diretamente na faculdade de Pedagogia, onde tive que explicar aos professores minha dificuldade de concentração e hiperatividade.
Foi ai que tive o auxilio necessário para estudar.
Hoje sou professora do Ensino Fundamental I, e ainda tenho muita dificuldade para realizar diversas atividades, principalmente na hora de montar as avaliações, felizmente, onde trabalho minhas coordenadoras auxiliam no que eu preciso e entendem o problema. Com isso tenho mais paciência e compreensão com os meus alunos que tem dificuldades de aprendizagem.
Termino meu curso de Pedagogia nesse semestre e já penso em fazer uma pós-graduação, pois mesmo com toda dificuldade não quero parar de estudar.
 
Data: 23 novembro 2012
Enviado por: Renata Passos Martins
Vicente Pires


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