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Quinta, Junho 22, 2017

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Português
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Participe enviando para nós a sua História Real, em texto ou vídeo. Você que é portador de TDAH, parente, amigo, professor ou terapeuta, conte-nos o seu testemunho. Você pode enviar seu vídeo utilizando o campo link do vídeo (ex: Youtube, Vimeo, Google Vídeos, etc.)

Meu nome é Ana Cláudia sou fonoaudióloga e trabalho na educação especial de minha cidade, tenho um filho com 16 anos com DDA, foi diagnosticado quando tinha 08 anos, toma medicação desde então,hoje faz psicoterapia e já está no 3º ano do ensino médio. Apesar de tantas batalhas, sempre busquei acompanhar meu filho, o ano passado quase reprovou mas com a ajuda da escola(ULBRA) uma instituição séria e que valoriza o potencial do aluno ele foi aprovado. Ele é muito inteligente, adora musica,informática e inglês, tenho certeza que ele será um grande profissional, pois com o apoio de Deus, da família e das instituições de ensino fica tudo mais fácil. A nossa maior batalha foi a inclusão, os professores engessados não visualizam o aluno com diferentes possibilidades de aprender e isso nos angustiou muito, mas creio que daqui pra frente a educação brasileira irá mudar e principalmente com associações sérias como a ABDA, a qual foi de extrema importância na minha caminhada. Partiipei de 04 aprender criança que marcaram minha vida e de minha família. Hoje acredito que Deus escolheu meu filho para ser DDA pois sua sensibilidade e carinho tem nos feito cada dia melhores.
 
Data: 30 janeiro 2013
Enviado por: ana claudia araujo hein
palmas
Vou contar em forma de história:
Há quase 35 anos, nasceu um garoto que era diferente.
Tinha tudo que toda criança normal tem, porém pensava que a maioria dos outros eram parados demais.
O garoto brincava sempre a mil por hora, não desligava fácil. Pensamento acelerado, desatento, sofreu muitos acidentes, inclusive uma queimadura grave que carrega a cicatriz no braço até hoje. Acidentes estes que ocorreram por pura desatenção e impulsividade.
Seu pai era diferente dos outros pais, sempre elétrico e impulsivo.
Na escola, a desatenção e desorganização predominavam. Era muito inteligente, pois em ciências e afins sempre se saia de forma honrosa.
Certo dia, num concurso estadual de frases para conscientização sobre segurança no transito, ele se inspirou e ganhou de todos da escola por apenas relatar que Sem cinto de segurança não vai, ou algo assim, faz muito tempo.
Foi aí que percebeu que tinha o dom da escrita. Sua frase ficou até as ultimas fases das eliminatórias. Mesmo não ganhando daquela vez, algo dentro deste garoto despertou.
Mesmo desperto, ainda sim, a impulsividade o tirava do rumo correto, não conseguindo, por mais que lutasse manter o foco.
Ele se sentia mal com isso.
Era desprezado pela maioria das crianças, por ser assim.
Por correr demais, rápido mesmo, chegou a integrar a equipe de atletismo da escola, mas a falta de memória e organização soou como indisciplina para o professor de educação física, que mesmo querendo o mais rápido na equipe, o dispensou julgando ser falta de comprometimento.
Por ser assim, este garoto acabou se isolando de todos. Poucos ele podia chamar de amigos.
Nessa época ele tinha um amigo apenas, o primeiro, que era de uma família dissolvida em meio aos conflitos pelas bebedeiras do pai.
Ele sempre tentava ajudar o amigo e conversava com todos na casa, mas ao sair as coisas voltavam a ser iguais para o seu infeliz amigo.
Já em casa, seus pais, por não entenderem o que acontecia em momentos se culpavam e discutiam. Em outros casos, brigavam como garoto e o discriminavam.
Ele vive desligado, atrapalhado, agitado, o pai gritava. Esse garoto não tem respeito. E com isso a cada dia ele se fechava ainda mais.<
Na adolescência, já morando em outra cidade, o garoto era conhecido por ser de poucos amigos.
Vivia em uma área bem isolada do seu bairro, em uma chácara. Devido a distancia da área urbana mais próxima e terreno íngreme, de grandes subidas, ele sendo impaciente corria o caminho todo até a escola, com mochila e tudo. Eram 3,5km de distancia até a escola. Isso e a natação o deixaram em uma forma física perfeita para corredor, pois até poucos aos antes era um garoto franzino.
Em algum tempo, por não se adaptar as matérias novas e pela discriminação sofrida, perdeu o animo e abandonou os estudos.
Já tinha suas dificuldades em focar e lembrar-se das aulas passadas. Não conseguia anotar nada sequencialmente nos cadernos. Havia adotado um sistema de lembretes, que até então funcionara, mas naquele momento, devido à pressão, já não tinham mais sucesso.
Como é comum na adolescência ele socializou como grupo por afinidade e por influencia de um dos poucos que pode chamar de amigo até hoje, começou a gostar de rock.
Foi apresentado ao grupo e ouviu muito heavy metal, discutiu sociologia, filosofia, politica e voluntariado.
Nessa época as rádios ainda tocava November Rain, do Guns N` Roses.
Descobriu outras variações musicais e suas filosofias distintas. Conviveu com muitas pessoas diferentes. Teve a primeira namorada, que o chamava de desligado e ria muito com isso.
Cresceu, viu grandes amigos partirem vitimas da violência, da imprudência de certos motoristas bêbados. Outros se perderam em vícios. Por sorte foi a menor parcela.
Ainda sim, ele não conseguia se estabilizar nos empregos, apesar de ser sempre muito elogiado, principalmente por manter a educação e respeito.
Retomou os estudos e dessa vez teve a sorte de contar com professores mais dispostos a ajudar. Notaram sua dificuldade e tornaram as aulas extremamente dinâmicas, o que o acelerou e de alguma forma ajudou muito. Terminou o ensino médio já pensando na faculdade.
Apaixonou-se e desiludiu inúmeras vezes, inclusive recentemente.
Na faculdade, de inicio ia tudo bem. Contabilidade ele devorou por auxilio de um professor veterano e renomado escritor da área. Ele usava o livro Teoria da administração geral como base para as aulas.
No semestre seguinte o foco foi interrompido pela bagunça em sala. Ele não se misturava por perceber que não conseguia entender com barulho, pois cada risada o fazia fugir do assunto da aula e depois não tinha como retomar.
Parou a faculdade devido a sua mãe ter ficado muito doente e voltou a sua cidade.
Nessa época se aventurou na produção de eventos, pois em 1996 havia produzido o Suzano Rock Festival, com bandas que hoje tem projeção mundial e na época vieram de longe para participar na iniciativa.
Fez dois shows consecutivos em São Paulo, porém a desorganização e falta de foco o atrapalharam outra vez. Tinha um amigo e sócio, que servia de agenda ambulante. Os shows ocorreram perfeitamente, sem qualquer tipo de ocorrência. Ainda sim, a turnê que estava nos planos acabou no vácuo.
Após a recuperação da sua mãe, decidiu tentar algo novo e fez um teste vocacional. O teste indicou a área de comunicação social ou em segunda instancia administração. Por ultimo vinha informática e afins.
Ingressou em jornalismo e lá finalmente sentiu-se em casa.
Pessoas que falavam a mesma língua e determinadas a fazer o melhor pela sociedade divulgando os fatos de forma criteriosa, apurada e ética.
Fez grandes amigos neste curso. Neste período conheceu a mulher que hoje é mãe da filha dele. Não estão juntos, porém o respeito permaneceu. Os esquecimentos, momentos de desatenção, onde ela se sentia falando sozinha, a impulsividade e agitação pesaram demais.
Ela sofreu muito e ele entendeu os motivos da separação.
A filha é a sua ancora na realidade e inspiração.
Devido complicações financeiras, foi obrigado a interromper o curso do que mais ama fazer.
Quando as coisas melhoraram, ao tentar retomar o curso, o diploma de jornalismo havia sido desvalorizado pela infeliz decisão do Superior Tribunal Federal, o que na visão dele soou como uma forma indireta de retomada da censura.
Desiludido, procurou emprego na primeira área que aparecesse, pois tinha de pagar as contas e acabou no telemarketing. Área onde descobriu que até o serviço mais desvalorizado pelas pessoas tem sua importância. Percebeu que o salario não dava para pagar as contas e começou a fazer trabalhos de manutenção de micros para complementar a renda.
Ainda sim, mudando de empresa após outra, encontrou uma onde fez amigos e percebeu que podia ajudar muita gente, principalmente aquele que ligava desesperado pedindo por auxilio.
Destacava-se em suas qualidades, porém a impulsividade sempre se mostrou presente. Era proativo, mas ficava dispersivo. Teve sorte de seus amigos o alertavam e ele retomava a tempo.
Aprendeu grandes lições de humildade. Conviveu com pessoas em situação de maior dificuldade.
Ainda sim, sua desorganização pesava na produtividade. Só qualidade não basta para empresa alguma. Ele é ciente disso, pois tem noções de administração e conhece os custos de manter um funcionário.
Depois de sair desta empresa, não conseguiu manter-se empregado e entrou em depressão.
Quando decidiu procurar ajuda, a psicóloga o entrevistou e após uma longa analise o informou sobre o TDAH.
Nisso ele se recordou em ter passado na infância por acompanhamento, porém algo havia causado a interrupção do tratamento.
Ao iniciar o tratamento com a especialista em São Paulo, tudo mudou logo na primeira semana.
Sua memória estava funcionando, não a 100%, mas de uma forma bem melhorada.
Após ser medicado, a bagunça pela casa virou coisa do passado, desorganização zero.
Passou a assimilar mais rápido os idiomas que sempre teve dificuldades em memorizar.
Consegue ler em tempo recorde para ele. Devora livros um depois do outro.
Perdeu o habito de interromper as pessoas durante diálogos e consegue finalmente concluir seus assuntos sem fazer rodeios.
Está mais paciente. Não é aquele cara que preferia ficar em pé, porque a cadeira era como uma prisão. <
Finalmente sentiu paz, depois de 34 anos de luta contra um inimigo oculto.
Ainda sente a presença desse inimigo, o tal TDAH, mas tem domínio sobre ele.
Ouve muito sobre motivação, meditação, métodos de gestão de tempo e finanças.
Voltou a cantar, coisa que não fazia desde a adolescência.
Está feliz, apesar de só. Reestruturando a vida.
Depois de ler sobre a potencialidade de uma pessoa com TDAH migrar para violência e vícios, elaborou um projeto social para dar suporte a crianças com TDAH no município onde mora, obteve apoio de uma grande organização e do atual prefeito, que se demonstrou bastante receptivo.
Essa é parte da minha história. Já trabalhei em muitas áreas. Fiz de tudo e conheço um pouco de cada processo.
Hoje lembro os nomes que haviam quase sumido na memória:
O primeiro amigo era Luiz Antônio, do qual não tive mais notícias e é chara do professor de ciências daquela época.
Márcio Rinaldo é o amigo que me influenciou ao rock e até hoje um grande amigo.
Carla Aparecida foi a primeira namorada deste desligado.
Geraldo Francisco Filho foi o professor de contabilidade.
Eu percebo a melhora gritante e sou muito cético no que se refere à medicina.
Ou funciona ou deixa pra lá. Se tive este beneficio, mesmo que tardio, porque não estende-lo as crianças que tem o mesmo problema.
Deixa-las ter melhores condições e liberar seus potenciais.
Vamos gerar valores e crescimento social se avançarmos no tratamento do TDAH de forma séria e responsável. Assim também reduzimos muito do que vemos aí, como crimes por impulsividade e afins.
Tive sorte de ser rodeado de pessoas boas e por isso não caí no caminho errado.
Vamos pensar no outro um pouco mais, pois somos uma sociedade.
Somos contribuintes e não temos o direito de decidir?
Só na hora de pedir voto é que conta?
Desculpem-me, mas este brasileiro aqui não é mais um desmemoriado.
Será que é isso que preocupa tanto para algo tão simples demorar a ser aprovado?
Boa sorte amigos.
Vamos ganhar essa!
 
Data: 29 janeiro 2013
Enviado por: Márcio Abranches
Suzano
A minha História com o TDAH, iniciou-se com o meu filho mais velho.
Quando ele estava na Educação infantil , mais precisamente no antigo "Pré"que nos dias atuais seria o 1ºano, comecei a notar algumas dificuldades nas tarefas de casa, onde ele se cansava muito para realizá-las, mostrando-se com algumas dificuldades específicas, como ao segurar os lápis e ao concentrar-se nas atividades propostas.
A situação foi tensa,pois,neste ano a escola passou por um processo de troca de material, era Montessoriana e simplismente passou a adotar material próprio com base tradicional.Diante destas mudanças analisei a dificuldade dele com esta transição, já que"Ele sempre foi um garoto muito inteligente e com um desenvolvimento intelectual muito acima do esperado"(Mesmo eu sendo professora , eu compartilhava deste pensamento, não querendo pensar em outras questões até mesmo por falta de informações.
Estavamos em 2002, esse assunto não era nada divulgado.Enfim passou o primeiro semestre e aí fui convidada para uma reunião com a coordenadora da escola e com a professora, começamos a conversar e elas me disseram que ele era extremamente desatento, sem reações e tinha muita dificuldade ao segurar os lápis e isso era motivo de preocupação,pois se eu não acelerasse em busca de ajuda como ele acompanharia o 1ºano.
Naquele momento me senti a pior mãe do mundo, pensei mil coisas em um segundo,fiquei sem reação, tentei buscar forças para não chorar mais foi inevitável, então respirei e pedi forças à Deus internamente e comecei a formular perguntas relacionadas a troca de material,a como ele era estimulado e porque me avisaram apenas no 2ºsemestre.Percebi que não conseguiram responder a nenhuma de minhas questões com coerência, mesmo porque eles conheciam meu filho desde o maternal.Observei toda aquela situação,e perguntei qual seria o melhor caminho a seguir,então logo me deram um cartão de uma Psicomotricista.
Na mesma semana eu já entrei em contato e marcamos uma entrevista.
O problema é que o meu marido não aceitava ,pois, o filho dele era muito inteligente, a solução melhor seria trocá-lo de escola.
Foi um sufoco para convencê-lo, abalou o nosso casamento mas, enfim traçamos uma meta.O meu filho fez acompanhamento com a psicomotricista, não notamos nenhuma alteração,mas insistimos.Comecei a estudar as dificuldades, conversei com algumas mães,estimulei ele ao máximo, chorei muitas vezes quando eu via sua tristeza nas tarefas,até que um dia em meu trabalho conversando com minha coordenadora ela relatou que sua filha era acompanhada por um Neurologista pediatrico,onde sugeriu que eu levasse o meu filho até essse profissional,porque ela dizia que havia aprendido que antes de qualquer tratamento o médico teria que direcionar
.Então fui e adorei, ele compreendeu todos os meus medos e minhas frustações, conversei sozinha com ele por duas horas , logo aós ele conheceu o meu filho e o examinou.
Pediu que ele fizesse exames rotineiros,audiometria e o processamento auditivo,com os resultados ele comentou que o meu filho tinha falha do processamento auditivo e encaminhou o meu filho para terapias alternativas como a cabina acústica e aulas de música.
Matriculei o meu filho no teclado e ele fez 20 sessões de cabine com a fono.No ano seguinte troquei ele de escola com a opinião de todos os profissionais envolvidos e foi muito bom pois, a escola mesmo sendo cautelosa ao receber alunos com dificuldades,nos ajudou muito.
Quando ele começou nesta escola ele ainda estava fazendo tratamento, fez aulas de apoio oferecida pela escola, enfim foi um ano de muito esforço,mas começamos a ver pequenas mudanças nas tarefas e no pazer dele em ir para escola,isso nos deixava mais seguros.Percebemos que ele estava evoluindo a cada mês,resolvi fazer uma pós em Psicopedagogia para ajudá-lo melhor e assim ele foi evoluindo com notas boas reconhecimento dos professores, enfim aquela virada.
Não precisamos medicá-lo sempre buscamos alternativas como a musica , esportes, pedir lugares centrais em sala para que ele não se disperssasse.Outra coisa que investimos nele foi com psicologa,ele era muito timido e era excluido pelos amigos.A partir do 5ºano ele começou a participar dos esportes, logo vieram as competiçoes e aí começaram as vitórias e as novas amizades.
Hoje termino escrevendo que ele é formando do 9º ano e conquistou uma bolsa de 100% de estudo, de 1.600 alunos ele foi o 1ª classsificado,sua formatura será no próximo dia 26/01/2013 ele será o orador(será que ele é querido? Considero ele um vencedor e que está só começando a viver...Aconselho a todas as famílias a não desistirem e procurarem sempre ajuda com pessoas especializadas, muitas escolas e profissionais não estão prontos para os nossos filhos ,mas podemos buscar outros caminhos a todo momento.
Essa é a minha história real....
 
Data: 24 janeiro 2013
Enviado por: Simone Viana
Santo André-SP
Olá, sou Fonoaudióloga e trabalho com crianças no atendimento neuropediátrico há 25 anos.
Tenho grande experiência no tratamento de crianças com Síndrome de Down e outras condições atípicas do desenvolvimento.
Na minha clínica diária, tenho encontrado casos claros de "co-morbidade" envolvendo transtornos da atenção (por exemplo: Dislexia + Transtorno da Atenção, Síndrome de Down com comprometimento atencional diferente da média esperado para sua condição, em termos qualitativos e quantitativos, hipotonia+ atraso de fala e linguagem + transtorno da atenção, etc).
A maior dificuldade que enfrento é a de encontrar um médico que entenda que a co-morbidade existe (em alguns casos) e que ela deve ser tratada, independentemente da condição neurológica geral (quando não há contra-indicaçOes, é claro!).
Em geral, o que ouço é : "isso faz parte do quadro clínico", ou, "mude de abordagem".
A discussão que temos que fazer é a de que: "a condição hierarquicamente mais importante exclui a possibilidade do tratamento das co-morbidades?".
Várias indicações que fiz, foram posteriormente confirmadas pela presença do Transtorno de Atenção em irmãos de desenvolvimento "típico".
Ao redor do mundo, as "co-morbidades" são discutidas de forma mais específica e menos genérica que aqui no Brasil. Dr, Bruce Pennington, por exemplo, está desenvolvendo um modelo da co-morbidade e discutindo profundamente os critérios diagnósticos para inclusão no DSM.
Tenho certeza de que daqui a alguns anos, nossos clínicos estarão encarando esses encaminhamentos de outra forma. Esse transtorno é muito estudado do ponto de vista científico, mas a sua "gerência"clínica ainda está engatinhando.
Tenho bastante esperança que essas situações mudem e que não privemos as nossas crianças do tratamento adequado, quando este for o caso. Com certeza este portal está contribuindo para isso.
O caminho é a informação!
 
Data: 24 janeiro 2013
Enviado por: Marcia Liliane Costa Schwartzman
São Paulo
Há 2 meses descobrir que tenho DDA.
Sempre percebi que havia algo errado comigo. Na minha infância todas as vezes que um professor explicava um assunto em sala de aula eu dormia de olho aberto, era como se eu estivesse ali só de corpo presente mas a minha mente nunca esteve comigo.
Assim que consegui o meu 1º emprego as pessoas reclamavam, isto porque tinham que me explicar o serviço mais de 4 vezes...
Esses dias no trabalho, meu chefe me perguntou quanto era 2027 dividido por 10, peguei minha calculadora com a intenção de fazer o calculo mais rápido mas chefe me repreendeu dizendo: - Eu quero que você faça de cabeça! Eu me desesperei e não consegui pensar mais em nada minha mente desligou e eu só escutava ele falando: - Que vergonha você não sabe dividir 2027 por 10?
Só depois de uns 10 minutos quando ele parou de me pressionar eu consegui dividir de cabeça.
Tenho sofrido muito com isso, sou estudante de engenharia e isto tem atrapalhado meu curso, as pessoas me contam uma história e eu só ouço quando elas terminam me perguntando: - ENTENDEU? - O QUE VOCÊ ACHA? ...
preciso de uma cura, não consigo mais conviver com isso, vejo que as pessoas me acham retardada, mas conheço o meu potencial e preciso superar isto.
 
Data: 24 janeiro 2013
Enviado por: Gyzelle Emellyne
Brasília
9DB15
Em resposta ao pedido de apoio à amiga Leila Melo, da cidade de São Gonçalo RJ, cujo depoimento foi postado em 20 de janeiro 2013, informo que na cidade há uma ONG que presta auxílio ao menor portador de necessidade especial
CAMPSOL - Rua Vereador Clemente Souza E Silva 440 - Zé Garoto São Gonçalo, RJ | CEP: 24440-225
Tel.:(21) 2605-5093
O local é próximo aos Correios da Praça Zé Garoto, fazendo frente com a parte lateral do Colégio Cen. Orlando Rangel. Eles prestam serviço de psicologia, neuro-pediatria, psicopedagogia, fonoaudiólogo, entre outros.
Ainda, em São Gonçalo, há a ABRAE - Associação Brasileira de Assistência ao Excepcional. Fica na Rua Dr. Nilo Peçanha, 151 São Gonçalo - RJ. Tel:(21) 2606-8835.
Esta associação presta amparo médico, psicológico, fonoaudiológico, fisioterapêutico...
Há também em Niterói a Associação Pestalozzi.
Endereço: Estrada Caetano Monteiro, 857, Pendotiba, Niterói. Tel. para marcação de consulta: (21) 2199-4402; 2199-4438 ou 2199-4439.
Vale lembrar que você e seu filho tem direito a gratuidade de transporte (DECRETO N° 32.842 DE 1° DE OUTUBRO DE 2010.
Gratuidade para pessoas portadoras de deficiência no Município do Rio de Janeiro.), basta ir ao São Gonçalo Shopping, no local conhecido como Rio Poupa Tempo.
Endereço: Avenida São Gonçalo, nº 100 – Rodovia Niterói Manilha, Km 8,5 – São Gonçalo Shopping – Bairro Boa Vista – São Gonçalo
Documentos necessários:
- Retirar o formulário (que deverá ser preenchido pelo médico);
- Identidade
- Comprovante de residência.
*Pessoas que necessitam de acompanhante:
- Formulário preenchido;
- Identidade do acompanhante.

Saiba que todo tempo oportuno usado é um fator positivo para darmos mais conforto ao portador de TDAH.
 
Data: 22 janeiro 2013
Enviado por: Gilsa Rodrigues
Rio de Janeiro
Hola me llamo Mª Elena y tengo 2 hijos diagnosticados de TDAH.
Carlos tiene 12 años, tuve sospechas de que pudiera tener algún problema cuando empezó 1ºde primaria. En la primera reunión del curso pregunte a su tutora...
¿Cuánto tiempo sería prudente esperar a que un niño aprendiera a leer?
Ella me contesto que: ''En el primer trimestre solían hacerlo la mayoría".
Pero Carlos no lo consiguió. Una amiga que trabaja en el cole me recomendó consultar a la psicóloga
del centro, fue entonces cuando se le diagnosticó y remitió a salud mental infantil;cuando salimos de allí, yo me quería morir, fuimos tratados muy descortésmente y con la receta de una medicación con un aspecto desconocido para la mayoría de personas a las que consulté; profesores, pediatras, farmacias...
Estuve haciendo preguntas hasta marzo que volví a hablar con la psicóloga del cole, elle
me tranquilizó diciéndome que cuando el niño alcanzara el nivel que le correspondía, seguramente ya no tendríamos que medicarlo. En ese momento reaccioné y empecé a entrar de lleno en el tema. Leí todo aquello que encontré en varios medios, os recomiendo que no paréis de recopilar,
Contacte con la asociación de niños hiperactivos, asistí a un curso de padres que se impartió allí, al terminar les invité a que hiciesen un charla sobre el tdah en el cole de mi hijo. Queria que toda
la comunidad escolar conociera de este problema que tenían delante y no identificaban o confundían con niños vagos...mal educados...
Realmente este trastorno con información y colaboración, puede mejorar la vida de las partes afectadas
Continué en mi empeño, encontré una gran profesional de la salud mental. Está, siempre que la necesito nos resuelve cualquier duda.
Además es atendido por la unidad de neuropediatría del Hospital DR Pesset.Lo siguiente fue hacerle una adaptación curricular en el cole para que cogiera el ritmo de la clase, buscar a una persona que nos ayudara en casa fuera del horario escolar, (el trabajo con él para mi en casa era agotador).
Os tengo que decir que no fue fácil, Carlos se escondía en el armario y ella tenía que entrar a decirle que le iba a enseñar a leer a winni the Pooh, el oso del que no se separaba nunca.
Así estuvo un mes, el siguiente mes lo pasó cruzado de brazos, la solución a esta actitud fue llevarlo a casa de esta chica, que cuando tomo de nuevo el control sobre Carlos, volvió a darle las clases en nuestra casa, en la actualidad ella sigue trabajando con Carlos a diario, a ello le hemos añadido una hora extra a la semana de Ingles.
Durante el verano en el pueblo donde pasamos las vacaciones, también le proporcionamos continuidad a su aprendizaje con profesores particulares.
¡La constancia es la clave del éxito!
Carlos en la actualidad cursa 6º de primaria, sus notas son brillantes, el camino es duro pero si trabajamos juntos, es satisfactorio.
El TDAH nadie asegura que se pueda curar, pero si te lo propones, se puede manejar.
Lo más duro, adaptar la medicación, sabía que la necesitaba, hubo que hacer muchos ajustes, conociendo los pros y los contras, elaboré un calendario de cada momento de su vida: a qué hora quería que empezara, que quería conseguir de esta mientras duraba su efecto, "Todo no se puede tener," puse en una balanza las prioridades que serían más beneficiosas a largo plazo.
Esto se decidió en colaboración de los profesionales que lo atendían, los padres somos los que debemos estar pendientes de los efectos que les producen.
El contacto continuado con sus tutores, a lo largo de toda la primaria ,fue fundamental para su favorable evolución, como muy bien describió su tutora de segundo ciclo: "Hay que ver a Carlos como un niño que tiene un problema, no como a un niño problemático, debemos acercarnos a él con ganas de ayudarle"
Le programamos y dirigimos a diario, hasta que sea plenamente consciente y pueda hacerlo solo. Esta es la suerte de un diagnostico temprano, pues comparado con lo que ha tenido que sufrir un adulto hasta que es diagnosticado hay un abismo, le sucedió a mi hijo Sergio .
Por cierto, Hoy cumple 21 años ¿y sabéis dónde está en este momento?
Se me llena la boca al deciros que está en la universidad, a él nos costó más identificar su trastorno porque carece de la H.
Su trayectoria escolar:En primaria con muchos altibajos, llegó al instituto en 3º de ESO, lo repitió.
Con mucho esfuerzo y con la ayuda de una academia logro a terminar el ciclo. Esto le hizo creer podria continuar estudiando, empezó bachiller tecnológico, suspendió todas las asignaturas excepto educación física y filosofía.
Decepcionado de esto, cambio a bachiller mixto, los dos primeros trimestres, fue por el mismo camino suspendiendo seis... y continuaba diciendo que quería estudiar....
....Él accedió enseguida a mi propuesta de consultar a los especialistas de Carlos... los resultados al tratamiento fueron espectaculares, en el último trimestre recuperó lo suspendido, solo suspendiendo matemáticas que aprobó en septiembre. Volvió a cambiar de bachiller, esta vez al de humanidades y en el primer trimestre recuperó la asignatura de latín que no la había cursado el año anterior por el cambio de modalidad. Segundo de bachiller lo termino con cuatro sobresalientes. En junio se presento al selectivo y... aprobó (sacó un 10 en filosofía)

Hoy cree que con su vida puede hacer lo que quiera, y su autoestima toca el cielo como mi orgullo de madre.

Desde el cole, anteriormente nos habían invitado a participar en un programa de investigación mundial en el cual buscaban familias con nuestras características, esto nos enseñó bastante. El diagnostico no fue muy diferente pero si más extenso, y sobretodo desconcertante, porque nuestros hijos tenían un CI muy alto, exactamente las palabras de la señora que nos dio los primeros resultados fueron: "enhorabuena, sus hijos son superdotados" creíamos que se burlaba de nosotros, Era Ana Miranda, toda una eminencia en este campo, lo primero que le dije fue: "¿y que tenemos con esto?" -nada. Nos contesto, "si no se trabaja muy duro".
Tengo que confesar que mis hijos son mi mayor desvelo, pero es el más enriquecedor, el que más satisfacciones nos da a su padre y a mi.
Hemos aprendido a ver la vida desde el TDA-H con humor.De lo mismo que antes vivíamos como un drama sin solución, ahora aprendemos de ello.
Nos ha costado mucho la adaptación entre nosotros y con el medio que nos rodea. Pero ahora somos una familia feliz dentro de nuestras limitaciones y posibilidades
Por eso quiero deciros que con constancia y sentido común ,todo se puede conseguir, y algo que escuche hace poco, "A estos niños hay que tratarlos como cabeza de ratón y no como cola de león, Con un puño de acero en un guante de terciopelo.
 
Data: 22 janeiro 2013
Enviado por: MªElena Podio Garcia
Valencia
Minha filha possui hoje 20 anos de idade.
É portadora de TDAH, além de tomar medicamento anticonvulsivante e ter perda auditiva parcial bilateral.
É uma pessoa muito feliz, dentro de suas limitações. Mas para ela, não há limites para superar a vida.
Eu realmente a amo muito. É minha grande amiga, carinhosa, prestativa, solidária, linda, um exemplo de vida.
Foi, realmente, uma criança muito difícil, até porque, entre a irmã mais velha e ela, há apenas 11 meses de diferença, o que favoreceu em muito para as demais pessoas (amigos, professores, parentes, etc)às comparações: tanto em relação à maturidade emocional, no aprendizado mais lento, na dificuldade de se socializar, no comportamento agitado, na falta de atenção e concentração, entre outros.
Na verdade, a época de seu nascimento foi um verdadeiro desafio para mim:
- a gestação foi conturbada, pois trabalhei debaixo de forte stress até o final da gravidez em uma empresa que não respeitava o direito e a limitação humana, pressionando o funcionário ao cumprimento de metas incabíveis sob a pena de perder o emprego e, no meu caso, entrar em algo chamado "quadro reserva" ao retornar da licença-maternidade, já era indício de DEMISSÂO;
- após o parto, minha filha ficou por 5 dias na incubadora, com grave icterícia, além de ter otite nos dois ouvidos;
- tive depressão pós-parto;
- o pai dela nos abandonou assim que ela fez 10 dias de vida.
Graças a Deus pude contar com a ajuda de minha família, senão, não teria suportado.
Até os dois anos de idade a vida da menina foi marcada por intenso choro: talvez pelas otites em repetição; talvez pela nossa falta de entendimento de coisas tipo: "O que está acontecendo com você?" ou "O que você realmente necessita?", "Como podemos te ajudar?". Deus, era muito doloroso!
Até que certa vez, neste mesmo tempo,saí para o trabalho e, aproximadamente duas horas depois, o zelador de meu prédio, ligou, a pedido de minha mãe, avisando que ambas estavam em um hospital próximo a minha residência, pois minha filha necessitou de atendimento de emergência, devido a uma forte convulsão. Eu fiquei muito abalada. Foi o início de um longo tratamento acescentado a vida da criança (como se já não bastasse as idas e vindas constantes ao pediatra e ao otorrino): um neurologista! Foi a orientação que recebi do pediatra daquele hospital:
- "Sua filha deverá ser acompanhada por um neuro-pediatra, para investigar a causa da convulsão!".
- "Mas, quem?". "Quem eu procuro?!" - perguntei.
- "Não indicamos profissionais, senhora!" - dizia a pediatra.
- Ah, que ótimo!" - pensei. - Vou fazer um uni-duni-tê no livro do convênio médico." - imaginei. Foram quase 8 anos lutando, entre um neuro e outro.
Notei, quando minha filha completou seus 3 anos de idade que, sempre que algo lhe chamava à atenção à TV, ela colava seu rostinho bem perto e ria. De início achei que era problema na visão, mas após o exame, a oftalmologista recomendou-me a visita a um otorrino para fazer uma audiometria. NOTA: Realizar este exame com uma criança que apresentava todos os traços do TDAH, foi realmente muito difícil. Mas com o carinho e paciência de uma doce fonoaudióloga que Deus pois em nosso caminho, nós conseguimos.
Informo que este exame levou quase 4 MESES para ser feito, pois foi uma tentaviva atrás da outra, toda semana, para descobrirmos o melhor modo para ela responder de forma confiável ao exame.
Depois disso também fizemos um exame conhecido por "BERA". O resultado já era esperado: perda parcial auditiva severa/profunda. Provável causa: otite em repetição. Por incrível que pareça, minha filha já tinha a fala dominada e, hoje, se não for pela prótese, quase não se percebe que ela é deficiente auditiva.
De escola em escola, era assim a vida da menina, pois trabalhar com crianças portadoras de necessidades especiais, naquela época, era um verdadeiro desafio para as escolas. Ainda havia o problema de ter que lidar com aqueles diretores que nos olhavam como se fossem nos dar um cartão vermelho,intimidando-nos com seus sutis convites de retirada de campo, pois ali não era o nosso lugar.
Na verdade, era bem complicado, para o professor, entender o porquê de uma criança não permanecer sentada como as demais crianças, de nem sempre querer fazer as atividades, de não ter interesse em quase nada do plano de aula da Tia!
E para os coleguinhas, o direito de um era o direito de todos: o que representava para todas elas correrem para lá e para cá, acompanhando a minha filha, fazendo da escola um verdadeiro caos.
Eu realmente precisa de um neurologista (Não que não tivéssemos nenhum. Nossas idas ao neuro-pediatra era na verdade apenas para as consultas relativas ao tratamento da convulsão, os demais assuntos relatados ficavam sem solução.)
Até que por fim, a fonoaudióloga da menina, compadecendo-se do meu problema, recomendou-me uma neuro-pediatra, que tratava vários pacientes seus (com bom resultado)em uma cidade próxima a nossa casa. A luz começou a clarear mais e mais.
Muitas lacunas foram preenchidas e o melhor, o lema da médica era: menos remédios possíveis e mais profissionais envolvidos - psicólogo; psico-pedagogo; atividades ao ar livre; escolas voltadas para atendimento de crianças com TDAH e muito carinho, amor e atenção.
Este último não era tão difícil, já que, não só para ela, mas também para a minha filha mais velha, eu dedicava todo tempo oportuno.
Foi difícil? - FOIIII! -
Mas valeu todo o esforço, todas as horas, minutos, segundos, que precisei acordar bem cedo, para levá-la a cada um desses pofissionais e ir trabalhar. Voltava cansada a noite, fazíamos as tarefas da aula, colocava cada uma delas para dormir e, caía exausta na cama, sabendo que tudo se repetiria no dia seguinte.
Hoje, minha filha está no 4° período de Direito. É claro, tem as suas dificuldades em se concentrar. Aprendeu,com a neurologista a usar canetas coloridas para cada assunto, a fim de fixar mais a sua atenção. Cada vez que ela percebe que está perdendo o foco do assunto nas aulas, muda a cor da caneta. Ajuda muita.
Eu não me arrependo de nada que fiz por ela e o resultado foi maravilhoso. Além do mais, esforçar-me em aprender sobre o TDAH, sobre as leis de amparo a portador de deficiências, já naquela época, resultou nesta menina feliz, dedicada a defender e se especializar em causas a favor dos PNEs.
Pais LUTEM pelo espaço de seus filhos portadores de TDAH e outras deficiências; DEFENDAM os seus direitos e; ENTENDAM o que é sofrer de cada um desses transtornos, pois não há como cobrar solução de algo que vocês não conhecem.
Felicidades a todos
 
Data: 22 janeiro 2013
Enviado por: Gilsa Rodrigues
Rio de Janeiro
Tenho um filho portador de TDAH, ele não é hiperativo só tem dificuldade em consentração, ele nasceu com dificuldade em dormir, tive q colocar ele com 2 anos na escola com indicação médica.
Sempre percebemos essa falta de atenção q ele tinha e achavamos q era dele mesmo, falta de interesse. Depois com 5 anos levamos ele no neuropediatra e psicologo e fonoaudiologo, foi qdo descobrimos q ele era portador do TDAH.
Não é facil, sempre acompanhei ele na escola e alem de tudo ele é imaturo, e grandão então na escola ele não conseguia arrumar amigos,e os colegas sempre chamava ele de burro e ficava enfezando ele, ele não era de brigas e nem de responder professores ou melhor não é, ele é amoroso e educado.
Só não tem interesse nos estudos e em nada q não lhe convem.
Coloquei ele na aula de musica e ele aprendia de ouvido e não queria aprender as partituras. Na escola se for pra ele fazer prova oral ela da conta mas se for escrita ele não consegue, não tem discernimento para responder uma prova discursiva, a psicologa mim disse q sempre vai ser assim.
Qdo ele fez 13 anos consegui apoio do governo pra q ele tivesse uma professora epecial na sala de aula, mas depois esse apoio foi cortado.
Hoje ele com 16 ainda tempo conseguir apoio com professores e explicar a situação dele e peço ajuda aos mesmos para a eles entenderem a situação e ficarem ciente de q a falta de atenção dele é devido a TDAH.
Assim ficando mais facil. Mas ele é muito inteligente, hoje ele tem muitos amigos e todos gostam dele, combina com todos nunca recebi reclamação dele por brigas e desrepeitos na escole e sim por falta de atenção nas aulas.
Hoje ele cursa o 3º ano do ensino medio e faz um curso tecnico em uma escola federal aki em minha cidade, tem uma auto estima ainda baixa mas sei q vamos conseguir e ele tbem.
 
Data: 20 janeiro 2013
Enviado por: Helida
OLÁ. SOU A LEILA TENHO UM FILHO QUE HOJE TEM 15 ANOS.
DESDE OS 4 ANOS ELE PASSA PELO PISCOLOGO.
TUDO COMEÇOU NA CRECHE QUANDO ELE MORDEU UMA MENINA QUE ESTAVA DORMINDO.AÍ A DIRETORA ME CHAMOU PARA CONVERSAR E ME AJUDOU A RECONHECER OS FATOS.
ELE FOI ACOMPANHADO PELA PISCOlOGA POR UM 3 ANOS MELHOROU UM POUCO,EU COMO TINHA 17 ANOS TAMBÉM FUI AO PISCOLOGO E ME AJUDOU TAMBÉM.
PASSARAM ALGUNS ANOS E SEMPRE TENDO RECLAMAÇÕES NA ESCOLA,PROCUREI OUTRO PISICOLOGO E ELE ME ESCUTOU E ME DISSE QUE ELE ERA IPERATIVO MESMO ASSIM FICOU UNS 2 ANOS.
MAS NO ANO PASSADO A DIRETORA DA ESCOLA ONDE ELE ESTUDA HOJE ,ME CHAMOU PARA CONVERSAR ME DISSE QUE SE EU NÃO PROCURAR UMA PISICOPEDAGOGA NÃO IRIA DEIXA-LO ESTUDAR LÁ.
EU SEM TER CONDIÇÕES ESTOU PAGANDO UMA .ELA ME DISSE QUE ELE TEM DÉFIT DE ATENÇÃO,MAS QUE ERA MELHOR
EU PROCURAR UM NEURO(ESQUECI O NOME).
ESTOU A PROCURAR O MÉDICO MAS FIQUEI SABENDO QUE O EXAME É MUITO CARO E NÃO POSSO PAGAR AGORA.QUERO PODER AJUDAR O MEU FILHO MAS NÃO SEI COMO TENHO MEDO QUE ELE PIORE .
ME AJUDE POR FAVOR.
MEU FILHO É BOM, NÃO BRIGA COM NINGUÉM,MAS NÃO PRESTA A ATENÇÃO EM QUASE NADA.GOSTA MUITO DE BRINCAR E ADORA A IRMÃZINHA DELE. TEM AS RESPONSABILIDADES.E AS FAZ MAS AS VEZES NÃO QUER FAZER.
ELE COMEÇA A FAZER UMA COISA DEPOIS ELE DESANIMA E NÃO VAI MAIS.
QUERO ENTENDER O QUE REALMENTE ACONTECE COM ELE.
POR FAVOR ME Dê UMA RESPOSTA.

 
Data: 20 janeiro 2013
Enviado por: leila melo
são gonçalo rj


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