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Quinta, Junho 22, 2017

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Participe enviando para nós a sua História Real, em texto ou vídeo. Você que é portador de TDAH, parente, amigo, professor ou terapeuta, conte-nos o seu testemunho. Você pode enviar seu vídeo utilizando o campo link do vídeo (ex: Youtube, Vimeo, Google Vídeos, etc.)

Tudo que consegui na vida foi com muita dificuldade, sempre fui desorganizada e muito distraída. Passei por inúmeros constrangimentos. Lembro-me de quando estava na antiga primeira série a professora mandou que eu copiasse a palavra xícara duzentas vezes porque eu havia errado, eu o fiz e quando estava na 96ª vez escrevi chicara kkkk. Tricô, nunca consegui concluir... Não tinha paciência para estudar, começava interessada pelas leituras e quando menos esperava meu pensamento já estava longe... Quando me formei no ensino fundamental todas as meninas estavam com fita branca no cabelo. Menos eu é lógico, estava em outro planeta quando a professora falou que deveria se usar a fita. Matemática não entrava em minha cabeça, mas a criatividade ficava cada vez maior, pois precisava sempre buscar soluções para os apertos ocorridos em consequência das distrações. Fiz Magistério, lecionei para crianças por doze anos. Um dia, fiz com muito capricho 32 pares de orelhinhas de coelho para os alunos na semana da Páscoa e levei para os alunos. Quando chegou a hora de colocá-las não as encontrei. Havia me esquecido de onde as tinha colocado. Tive que criar outras orelhinhas “no susto” em vinte minutos. E assim foram passando os anos, a minha criatividade quase sempre me salvando. Fiz muitos cursos, especializações e então resolvi fazer Pedagogia e Pós Graduação. Tentei um concurso e passei. Continuei participando de capacitações, já que não estudo, aprendi a aprender ouvindo. Um dia resolvi procurar um psicólogo fiz terapia por muitos anos, mas só melhorei mesmo quando me consultei com um neurologista que me receitou um ótimo remédio para mim que sou portadora de TDAH. Desde então minha vida melhorou bastante. Tenho várias histórias, mas vou terminando por aqui. Pretendo me especializar mais para levar o meu conhecimento de vida e teórico às pessoas que como eu vivem sempre no mundo da Lua ou será de Marte? KKKKKKKK
 
Data: 15 março 2013
Enviado por: Marina
Nova Lima
Meu filho tem 4 anos, e embora os 3 profissionais dos quais consultei dizerem que ele não tem TTAH, a escola na qual ele está afirma que sim!
E isso vai desde 2 anos de idade.
Todos que procurei só confirmaram uma coisa: Inteligência acima da média!
Mudei-o de escola á pedido da Psicóloga! Mas só piorou a situação, pois na escola antiga ele estava se desenvolvendo bem, apesar do seu “mau comportamento”.
Meu filho é uma criança levada, fala muito, é inconveniente, na escola costuma gritar e jogar as coisas no chão quando é contrariado, ou seja, quando é chamado a sua atenção, só faz atividade se tiver alguém ao seu lado, não obedece a comandos, nem regras, atrapalha seus colegas de sala o que deixa as Professoras nervosas!
Porém em casa ele é mais sossegado, consegue fazer as atividades se eu incentiva-lo, é uma criança carinhosa, muito educada, extremamente sociável, faz amizade fácil com as pessoas (incluindo crianças), por iniciativa própria, ele é muito carismático e exibido !E ele sempre me pergunta. – Mãe, eu me comportei na escola? Eu obedeci? Ele mesmo reconhece que precisa melhorar! Mas dá para ver que ele não consegue isso.
Eu sinceramente acho que ele tem DTAH, mas preciso ter certeza do Diagnóstico, para poder trata-lo! Estou esperando uma reunião com a coordenadora! Porque quando o coloquei nessa escola (Que é de nome na minha cidade), mostrei o laudo da Psicóloga, me disseram que não havia problema algum, pois a escola trabalha com crianças de inclusão!
Na classe mesmo do meu filho tem uma criança autista. Mas quando se trata do meu filho... A Professora não consegue segura-lo, hoje mesmo ela chegou a chorar... Achei exagero! Pois como Profissional ela deveria fazer a parte dela!
Porque eu estou fazendo a minha!
Mas vou lutar pelo meu filho ter uma vida normal!
Vou lutar para que ele não perca essa alegria que ele tem de viver
! E do direito dele de ser alfabetizado independente das suas dificuldades!
Palavra de mãe!
 
Data: 14 março 2013
Enviado por: Helô
Santos
Meu nome é Elizangela, tenho um casal de filhos,quando meu filho mais velho estava com 05 anos ele foi diagnosticado ser portador de TDAH, apesar de observar que desde pequeno ele era diferente de outras crianças.
Todas as crianças quando chega do colégio canta as musicas que aprenderam e as novidades, ele não, só dizia que estava tudo bem, ficava horas na frente da televisão e a gente chamava e nada, podia cair a casa e ele estava intacto vendo televisão, quando começou se alfabetizar tivemos várias reuniões no colégio e procuramos ajuda psicopedagógica e fonoaudiologa.
sempre tivemos uma parceria com o colégio o que sempre me deixou muito tranquila.
Ele chegou a tomar medicamentos no ano passado o e isso me deixou muito apreensiva. Hoje ele está melhor aprendendo a lidar com essa situação, ele sabe que tem o TDAH, sabe que tem que se adiantar sempre porque senão fica atrasado enfim.
Estamos caminhando bem com a ajuda desses profissionais na area e da escola estamos bem.
Sei que o caminho é longo e cansativo porque não é fácil lidar com toda essa situação, tem que ter muita informação mesmo.
 
Data: 13 março 2013
Enviado por: Elizangela Fonte de Souza Oliveira
Nova Friburgo
Boa tarde, meu nome é Walter, tenho 40 anos, sou arte-finalista.
Gostaria de saber se é possível a indicação de algum profissional para fazer uma avaliação e se necessário tratamento em Praia Grande, São Vicente ou Santos que atenda convenio da AMIL, meu plano é o: AMIL BLUE I NACIONAL .
Tenho lido bastante a respeito do TDAH. Pelo meu histórico de vida suspeito muito ter esta doença.
Casado pela segunda vez. Hoje com uma grande mulher que até hoje, não sei como não ficou louca. Tenho dois filhos e um enteado.
O meu filho mais velho, do primeiro casamento é tão ou mais desatento quanto eu, está com 12 anos e costuma esquecer até o nome da rua que mora, vai muito mau na escola e não consegue ficar parado um segundo.
Minha esposa, como 99% das pessoas, não compreende como eu posso ser tão desligado e esquecido e ao mesmo tempo tão acelerado, sempre metendo os pés pelas mãos.
Ultimamente estamos brigando bastante, e sei que ela tem suas razões, pois é difícil entender como que seu marido pode por a neném, (nossa filha de 1ano e 9 meses) e esquecer de ensaboá-la e enchagua-la antes de tirá-la do banho. É, eu sei que parece absurdo e não aguento ser mais assim.
Nunca consegui organizar as ideias na minha cabeça, que aliás, tenho muitas ao mesmo tempo, sou bombardeado de pensamentos. Vários projetos em andamento ao mesmo tempo e raros concluídos. Fiz muita coisa em minha vida, a maioria pela metade. Vivo a 1000 por hora, porém eu diria que vivo num acelera e breca constante.
Sofri muito em minha infância com o quesito educação, fui sempre “odiado” pelos meus professores por não acompanhar as aulas como os outros alunos. Não sou burro, parece que sempre aprendi as coisas, eu diria, como... Por osmose.
Expulso de quatro escolas, repeti a 1ª série, a 4ª série, a 6ª série, duas vezes o 1º colegial, uma o 2º colegial.
Cursei por um ano e meio a faculdade de Ciências da Computação e abandonei.
Dois anos de Propaganda e Marketing e também abandonei. Sem contar uma infinidade de cursos pela metade.
Agora estou para recomeçar, quero fazer Publicidade e Propaganda. É já estou com 40 anos e quero conseguir fazer faculdade.
Não aguento mais... Socorro.
 
Data: 13 março 2013
Enviado por: Walter
Praia Grande
Boa tarde,tenho um filho de 14 anos com tdah,descobrimos o transtorno quando ele estava no primeiro ano do cliclo intermediario,desde então fez o tratamento medido com muitos progressos,passou por piscopedagogas que ajudaram muito.
Aos 10 anos de idade nos mudamos para uma cidade pequena no interior de MG, sem muitos recursos,e proficionais,desde então a vida dele não tem sido facil devido a falta de informação.
meu filho é tratado como preguiçoso e desatento apesar de estar sempre em contato com a escola levando relatorios medicos, tentando ajudar no que for possivel nada foi feito .
Ele foi reprovado .já foi reprovado por duas vez inclusive no ano passado,o que fica e a indignação por saber que nada foi feito para que ele podesse acompanhar a turma ,nen mesmo uma aula de reforço .
Tenho lido muito a respeito mas infelismente professores e diretores ainda desconhece a situação de alunos e familiares que sofrem com o tdah.
 
Data: 12 março 2013
Enviado por: lilian oliveira
Andrelândia mg
bom dia!!!
sou acadêmico do 4 ano de medicina ,e recentemente fui diagnosticado com TDAH,sempre desconfiei q algo não estava bem então resolvi conversa com uma professora de psiquiatria da minha universidade,vou começarei a tomar a medicação e espero ter uma melhora do meu quadro clinico ....em breve postarei mais depoimento contando sobre a evolução do meu tratamento.
 
Data: 12 março 2013
Enviado por: DAVID WILKERSON TELLES
contagem
Sou mãe de um menino de 8 anos portador de TDAH mas diferente dos depoimentos q li aqui no site.
meu filho é muito inteligente,gosta de estudar,ler,tem amigos fico feliz pois sei q ele é o meu gnde amor.
faço tratamento nele com neuropediatra q me endicou o site, ja li varios livros q falam do assunto mas naum é facil,lidar com o problema . ele é eletrico,naum tem paciência com nada td dele é pra ontem,penso muito no futuro dele e confesso q tenho medo dele sofrer,e agora descobri q minha filha de 19 anos é uma TDA.
estou conversando muito com ela pra tentar ajuda-lá ela esta tomando medicação,mas eu naum reclamo pois ela é muito inteligente esta no 3°ano da faculdade aprendi com uma psipedagoga da minha cidade q td é por DEUS e temos q aceitar q temos filhos especias e fazer td por eles.
Obridado
 
Data: 11 março 2013
Enviado por: Silvana F.Soares
Paranavaí-Pr
"Dizem que sou louco, por pensar assim, se sou muito louco por eu ser feliz mais louco é quem me diz, que não é feliz, e eu sou feliz" Os Mutantes.
Boa tarde a todos, é com muito orgulho de meus pais e minha esposa que sempre me apoiaram e apoiam é que começo o breve relato de minha vida.
Sou advogado, tenho 35 anos, marido de uma linda esposa de 32 anos e pai de uma princesinha linda de 1 ano de idade.
Tudo começou com a escola, desde o pré sempre dei trabalho para meus pais, não queria ficar na escola e chorava muito.
Na primeira série fiquei na marra na escola, mas não me concentrava de maneira alguma no que a professora dizia. sempre fui muito mal em matemática pois os numeros para mim eram seres alienígenas que invadiram nosso planeta para nos devorar.
Conseguia com certo esforço e modéstia a parte ir melhor em letras, e matérias humanas, mas nunca fui um espetáculo como aluno.
Sempre passava de ano batendo na trave de notas e também por faltas, faltava demais as aulas, quando não as cabulava.
Detestava a idéia de ficar preso dentro de uma sala de aula com todas aquelas pessoas para mim desconhecidas, por isso sempre procurava um lugar perto da porta.
Vivia inventando motivos para pedir licença e ir até o banheiro, quando não chegava na diretoria dizendo que estava passando mal, e não era mentira, pois chegava a passar mesmo com falta de ar e coisas do tipo, para voltar para minha casa que era meu porto seguro.
Na sétima série reprovei duas vezes, por faltas, por matemática e por constantes mudanças de escolas, pois eu vivia como um aluno itinerante, tentando me adaptar a algo ou pessoas semelhantes a mim, o que quase nunca ocorria.
Naquele ano o que me ocorreu de bom, for ter conhecido minha esposa, com que sou casado hoje, amo muito e agradeço por me suportar por todos esses anos com o problema.
Com um misto de sorte, esforço e talento, cheguei a faculdade de Direito, onde cursei na cidade vizinha, Campinas.
Pensei que fosse ser diverente, mas minha mania de sentar próximo da porta e cabular muitas aulas continuaram até o final do curso, do qual completei em 2003.
Passei no exame da OAB, com muito esforço, quem tem TDAH, sabe o quão difícil é se concentrar , principalmente em um estudo rigoroso como é o de Exame de Ordem.
Exerço minha profissão há 4 anos, graças a Deus , meus pais, minha esposa que apesar de tudo acreditaram em mim, meus sucessos profissionais, tem sido maiores que os fracassos.
Fiz há 2 meses um teste clinico psiquiátrico que detectou o TDAH, apesar de um QI elevado para a média, nem tudo esta perdido.
Sou filho e irmão de portadores de tdah também, hoje estou me tratando com um ótimo profissional, de Campinas e tomando o medicamento que me foi prescrito.
Espero ter ajudado um pouco em meu depoimento de alguns tropeços, enroscos, mas graças a Deus e meus familiares que me suportam e me auxiliam, os sucessos são bem maiores.
Um abraço a todos.
Andrey
 
Data: 11 março 2013
Enviado por: Andrey
Limeira (SP)
Desde pequena me sentia como um peixe fora d'água, estranha, distraída, desleixada e desorganizada. Na escola meus colegas sempre me zoavam por não pentear o cabelo, por andar com a coluna correta, por nunca tirar minha bolsinha transversal ou por simplesmente chorar demais.
Tudo consequência do deficit, pois não me arrumava porque achava chato e desnecessário, andava torta porque olhava para o chão ao caminhar pensando naquele meu mundinho que era só meu, dentro da minha cabeça, e chorava porque era sensível a cometários contrários com as minhas decisões, com meu próprio "jeito" de fazer as coisas.
Tudo isso me fez ficar insegura com o passar do tempo.
Além disso, houve a dificuldade de aprendizado, além de poder contar nos dedos todas as vezes que fiz dever de casa no período escolar (inclusive isso procede no período universitário que estou passando no momento). Lembro-me de chorar, certa vez, quando quis provar pra mim mesma que eu podia estudar para uma prova de ciências, só eram 3 páginas que eu devia ler, enrolei a noite inteira dentro do quarto, olhando para a página 1, pensando em outras coisas que não eram relacionadas ao texto, vendo um besouro atravessar a página em cima da unica ilustração que havia, que era a de um urso polar, por vezes levantava e ia para a sala, ver o que estava passando na tv ou reclamar pra minha mãe dizendo "eu não sei estudar, mãe".
E quando já era meia noite e minha mãe entrou no quarto dizendo que eu devia ir dormir, eu olhei para a página 1 e comecei a chorar, pois em todo aquele tempo eu só havia lido o primeiro parágrafo, inúmeras vezes, e eu nem mesmo sabia do que se tratava. No dia da prova eu só via o urso polar estampado na minha memória e, claro, o besouro.
Essa é só uma ocasião, das muitas, em que chorei por não conseguir realizar uma tarefa.
Cheguei a pensar que eu era inútil, burra, que nunca iria conseguir realizar nada. Estava quase entrando em depressão. Procurei na internet sobre ansiedade, pois eu acreditava que eu deveria ter isso, pois a minha situação não era normal. E foi bem nesse momento da minha vida, no meio do terceiro ano do ensino médio, que eu vi uma matéria sobre o TDAH na televisão e eu me iluminei, pois naquele momento eu sabia o que eu tinha. Eu só podia ter isso!
Pesquisei na internet sobre o assunto e comecei a ter mais certeza e algumas duvidas, pois eu não tinha hiperatividade física. Mas minhas certezas aumentaram quando descobri que a hiperatividade física podia não acompanhar o Déficit de Atenção em si.
Depois o complicado foi convencer a minha mãe, pois ela dizia que não "você é perfeita". Mas fui quebrando suas barreiras, mostrando matérias, fazendo testes, lembrando o quanto sou desatenta, lembrando-a de quando ela me levou ao fonoaudiólogo, ao otorrino (achando que eu devia ter algum problema auditivo, pois não respondia quando era chamada).
Hoje eu ainda não fui procurar um especialista, pois esqueço de marcar horário e a minha mãe também esquece (Aliás, acho que ela também tem TDAH).
Eu com certeza tinha mais coisas para falar, mas com o tempo que passei escrevendo aqui passei a perder o foco e no momento pretendo fazer outra coisa para estimular meu cérebro.
Beijo! (Escrevi demais até. Haha. Foi mal pessoal da edição.)
 
Data: 11 março 2013
Enviado por: Erika
Soriso
Meu sou Selma ,mãe de dois filhos diagnosticados com TDAH Matheus e Gabriel ,16 e 11 anos descobri porque eu achava aquela criança muito parecida comigo com tantas dificuldades ,naquele momento prometi amim mesma que meu filho nunca passaria pelas mesmas discriminações que eu avia passado ,ser rotulados como fui com varios apelidos que não vale apena repetir .
lutei muito pelo Matheus, briguei com o mundo ,com Politicos ate conseguir o atendimento pra ele ,ate voltar a estudar sendo que tinha falado que não passaria por sala de aula nenhuma ,hoje sou Tec em enfermagem ,eu queria poder ajudar mais meus filhos o Gabriel tem dislexia e TDAH.
eu so queria que eles nunca sofrecem preconceito nem rotulos ,e que dessem a eles oportunidades que não me deram .
o Matheus vai fazer o ENEM este ano ,o Gabriel esta no sesto ano do fundamental eu so pesso a DEUS que me de vida pra brigar muito por eles .
selma 09/03/2013
Uberlandia MG
 
Data: 09 março 2013
Enviado por: selma
Uberlandia MG


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