Banner

abda-facebookabda-twitterabda-youtubeGoogle plus

Sexta, Julho 29, 2016

Idiomas

Português
Frontpage Slideshow | Copyright © 2006-2010 JoomlaWorks, a business unit of Nuevvo Webware Ltd.

CONTE PARA NÓS A SUA HISTÓRIA

Todos nós temos uma história para contar!

No nosso caso, pessoas com TDAH, são histórias reais de sofrimento, lutas, conquistas e superação de todas as comunidades envolvidas com o TDAH.

As pessoas com TDAH, seus parentes, amigos, professores, terapeutas, médicos tem muito a dizer sobre o quanto é REAL e ÚNICA a experiência vivida por cada indivíduo com TDAH.

Nós queremos conhecer a sua história!

Ao compartilhar o seu testemunho conosco e, eventualmente, com toda comunidade TDAH, ele servirá como força e incentivo para as outras pessoas que vivem ou já viveram a mesma experiência que você.

Vamos nos conhecer uns aos outros, falar das nossas histórias de vida, mostrar para o mundo que por trás de cada pessoa com TDAH EXISTE UMA HISTÓRIA REAL.

PARA CONTAR A SUA HISTÓRIA E DEIXAR O SEU DEPOIMENTO CLIQUE AQUI!

IMPORTANTE: Ao enviar o seu depoimento, texto ou vídeo, você concorda com a divulgação neste portal e em outras mídias da ABDA.

Depoimentos
Participe enviando para nós a sua História Real, em texto ou vídeo. Você que é portador de TDAH, parente, amigo, professor ou terapeuta, conte-nos o seu testemunho. Você pode enviar seu vídeo utilizando o campo link do vídeo (ex: Youtube, Vimeo, Google Vídeos, etc.)

Eu tenho 35 anos e ha apenas poucos anos descobri que tenho TDA, devo dizer que fiquei feliz com a descoberta, pois isso explicou porque eu sou tao diferente da grande maioria de pessoas. Desde que me entendo como gente, eu vivo no mundo da lua, sempre fantasiando uma porcao de coisas, na escola meu desempenho era de medio para ruim, apenas nas materias que me despertavam interesse eu era boa, ai se podia dizer que eu era a melhor, mas no geral, eu ficava no meu canto, apenas viajando em meus pensamentos, em materias de calculos eu me saia muito mal, não porque eu não entendesse a materia, mas porque a falta de atenção fazia com que eu não acetasse os calculos, ao longo da vida eu ja fui rotulada de muitas coisas, burra, preguiçosa, pelo simples fato que não consigo prestar atencao em uma simples conversa um pouco mas longo, eu sempre perco a piada, pois nem chego a escuta-la, fora o fato que nao conseguia terminar nenhum curso, pois meu desinteresse ocorria muito rapidamente. Preencher formularios tambem eh um desafio, ja cheguei a ter que preencher um simples formulario com dados pessoas mais de 5 vezes. Enfim, hoje posso dizer que estou bem melhor, na maioria das vezes me sinto como um balão que está a flutuar o tempo todo, pois a mente sempre vaguei quando devo prestar atencao em algo, mas a maturidade diminuiu muitos dos meus sintomas. O importante eh conhecermos os nossos limites e dificuldades e as nossas virtudes, por exemplo, eu sei que trabalhos burocraticos, repetitivos e que exijam atenção nao são para mim, mas quando me interesso por algo, vou muito alem do que a maioria das pessoas!!!
 
Data: 21 julho 2014
Enviado por: Michele Lacerda
Salvador
Oí ,meu nome claudilene e há dois anos descobrir que meu filho tem TDHA. A primeira providencia que tomei foi trocá-lo de escola, acreditando que uma escola particular ele teria mais condições de conseguir acompanhar .
só que eu comecei a peerceber que não estava surtindo efeito.Fui na escola conversei com a professora e ela sempre fala que ele tá bem.
há tres meses ele faz uso de ritalina. E resolvi pagar uma preofessora particular para ajudá-lo. Com apenas um mês ,ela consegiui fazê-lo a começar a ler.A ritalina é dada meio comprimido antes dads aulas particulares e a outra metade antes de ir pra escola.
As escolas da minha cidade não estão preparadas para atender crianças com TDHA
E isso tá dificultando muito o progresso do meu filho.Acho que seria legal se vcs fizesssem palestras em escolas de cidades do interior como a minha que não nem tem preparo.
Obrigado pela atenção!
 
Data: 21 julho 2014
Enviado por: claudilene de paula pereira
cataguases
Olá meu nome é Marilene eu sou portadora do TDHA e ver esses depoimentos já de inicio me impulsionaram muito a procurar um tratamento ea voltar a sonhar com projetos inacabados, coisas que eu me achava incapaz de fazer. Estou muito feliz ,porque vejo que através de cada depoimento dado aqui eu também posso superar o TDAH e ser também uma vencedora. Obrigada a Todos pela humildade de relatar suas experiências com TDHA ,sem dúvidas me ajudou muito.
Creio que logo eu estarei aqui dando o meu testemunho de superação.
 
Data: 20 julho 2014
Enviado por: marilene
32
Minha vida pré e pós tratamento TDAH
Olá! Prazer meu nome é Thais, tenho 22 anos, nasci na cidade de Presidente Prudente-sp, e atualmente moro na cidade de Pirapozinho-sp. Sofro com o problema transtorno do déficit de atenção com hiperatividade (TDAH), desde a infância. Mas até então, não tinha conhecimento do problema.
Passei a fazer tratamento com profissionais da área , sempre fazendo uso de medicamentos controlados. Devido ao excesso de ansiedade, os profissionais diziam que com o uso do medicamento, controlando a ansiedade, o déficit de atenção iria melhorar. Mas, infelizmente não.
Aproximadamente oito meses atrás, uma amiga me indicou profissionais na área da saúde particular. Equipe formada por neurologista, fonoaudióloga, e psicóloga. No começo pensei em desistir do tratamento, mas junto ao apoio da família prossegui. E realmente fui diagnosticada com o problema (TDAH).
A quase dois meses atrás comecei a fazer uso de novos medicamentos, todos indicados pelo neurologista, e com o uso do medicamento estou percebendo mudanças positivas dia após dia. Tanto no transtorno do déficit de atenção com hiperatividade (TDAH), quanto na ansiedade.
Este post é um pequeno resumo da minha história de vida! Criei um blog a pouco tempo, especialmente aos pais, que tem filho(a)no qual foi diagnosticado com TDAH, e a você! No qual assim como eu estamos nesta luta dia após dia! Todos nós temos uma história para contar!
No nosso caso, pessoas com TDAH, são histórias reais de sofrimento, lutas, conquistas e superação de todas as comunidades envolvidas com o TDAH.
As pessoas com TDAH, seus parentes, amigos, professores, terapeutas, médicos...! Tem muito a dizer sobre o quanto é REAL e ÚNICA a experiência vivida por cada individuo com TDAH.
Compartilhe sua história no blog! Vamos nos conhecer uns aos outros, falar das nossas histórias de vida, mostrar para o mundo que por trás de cada pessoa com TDAH EXISTE UMA HISTÓRIA REAL.
 
Data: 18 julho 2014
Enviado por: Thais Leite
Pirapozinho -sp
Oi, estou aqui pois eu acho que possuo também algum problema, alguma dificuldade e não sei explicar se pode ser diagnosticado como TDAH, mas senti durante toda a minha vida que eu tinha algum problema, mas não sabia como identificar, nem conversar e explicar isso pra alguém pois não era de conhecimento nem meu, nem de minha família que poderia haver algum tipo de transtorno neurológico nesse sentido. Não gosto e nunca gostei de pensar que tivesse algum tipo de problema. Durante o passar dos anos, vivi normalmente com todas as minhas dificuldades e não foram poucas, sem exageros, mas, sempre pensando que eu poderia ser burra mesmo, ou desinteressada. A minha própria família me dizia isso, principalmente com matemática. Sempre que me empenhava nos estudos, digo, me empenhava de VERDADE e isso era uma raridade, porque estava sempre dispersa em meu mundinho mágico e infantil, eu me dava SUPER bem nas provas da Escola. Quase todos os anos, não sei como passei de ano, pois era uma péssima aluna, e sempre tirava notas baixas, mas passava sempre com 6 - que era a média.
Bom, vou contar um pouco da minha história. Eu fui uma criança muito feliz, e muito ativa, mas era quase imperceptível pra mim, que eu tinha algum tipo de bloqueio pra aulas. Estava presente, mas não entendia nada. Não compreendia bulhufas do que os professores explicavam em sala, e sem a ajuda de meus pais, que não eram pacientes para ensinar e ajudar, eu não sei se teria aprendido a ler ou escrever. Quando criança, era boba, mas minha mente, as idéias pareciam circular numa velocdade muito boa, eu tinha consciência de quase tudo a minha volta. Era muito tapada muitas vezes, muito distraída, era a última a perceber a graça de uma piada, a entender alguma coisa, gravar informações, perdia tudo que me davam, esquecia de tudo, era muito avoada etc. Mas era como se tivesse uma voz em minha cabeça, que bem distante, me dizia algumas coisas que acontecia comigo. Essas lembranças ficam muito vivas até hoje em minha mente. Sempre tive dificuldade em organizar coisas em minha cabeça. Sempre tive dificuldade em raciocínio e matemática, e hoje aos 27 anos, tenho muita dificuldade em fazer cálculos de cabeça. É como se no momento em que eu fosse fazer um cálculo,m subisse um frio em minha espinha, e minha cabeça fica dando voltas num vazio e as informações se perdem...como se não possuíssem nenhuma ligação. Tenho muito dificuldade de ler livros e estudar, pois demoro cerca de horas para começar a me concentrar. Por causa disso, fico cerca de um dia inteiro tentando estudar um único assunto. Nunca existiu essa história de 15 min ou 1h de estudo por dia. Tenho tanta falta de concentração, que sou facilmente atrída pelo SONO e durmo facilmente durante o estudo. Tenho dificuldade de assimilação dos conteúdos. As informações parecem que caem em um buraco negro em minha cabeça sem retorno, pois não consigo assimilar, somente as mais marcantes, pois me fixo a elas como se não houvesse amanhã. Gosto muito de estar envolvida com atividades que me possibilite usar de minha criatividade, como artes, pintura, etc, pois não me exige coisas que não consigo fazer bem e me sinto útil em alguma coisa, pois consigo e amo fazer com paixão. Gosto muito de música, pois é mais fácil trabalhar com coordenação motora pra mim, apesar de que existem momentos em que, quando perco a concentração, descoordeno tudo e é um desastre. Estou num estágio de minha vida, de estresse completo e nervosismo, que estou esquecendo tudo muito facilmente, tendo lapsos de memória muito graves, como esquecer o que acabam de me dizer imediatamente após ouvir, ou quando me pedem para comprar alguma coisa, ou algo que eu como - no dia seguinte não me lembro mais (algumas vezes). Não sei o que acontece comigo, mas acredito que pode ser o estresse excessivo que me bloqueia. Tenho dificuldades de apresentar seminários, e definitivamente não consigo apresentar seminários em que eu tenha de expor um grande número de informações, pois não consigo seguir uma linha de raciocínio, pois esqueço tudo. Não consigo assistir aulas sem achar chato, e em um momento parece que estou toda alí na aula, mas um instante depois, eu desapareço dali e bate a ansiedade e desejo ir embora pra casa urgentemente, pois é muito chato permanecer ali ouvindo algo que não consigo me concentrar o suficiente para entender. Não se trata de falta de interesse, pois sofri isso minha vida inteira sem entender quye isso poderia ser fruto de alguma coisa que merecia atenção, pois em quase todos os momentos, desejo ter a mesma atenção que todos a minha volta tem na aula que estou assistindo, para não precisar aprender tudo em casa. Adoro estudar, mas tenho de lidar com a inquietação e a ansiedade para fazer tudo isso. Quando começo a ler um livro, quero terminar de ler toda a história imediamente, pois não tenho paciência para esperar até chegar ao fim. Eu tenho um problema sério que é a falta de organização, pois não consigo terminar nada que eu começo a fazer, costumo fazer muitas coisas ao mesmo tempo, e tudo isso sem nenhuma organização. Sempre acaba que nunca consigo fazer o que tenho de fazer, e não faço nada.É possível perceber pela forma como escrevo, que as idéias vem aleatoriamente, pois vou colocando da forma como lembro, na ordem que eu lembro, como flashes que vem momentaneamente em minha mente, sem uma ordem cronológica certa. Me consideram muito inteligente, mas ao mesmo tempo me acho muito burra, pois a única coisa que valorizo muito em mim é a minha percepção que é muito boa das coisas, mas minha capacidade é discutível e meu rendimento também. Tnho problemas ao lidar com minha ansiedade e minha frustração e geralmente me frustro com minha própria frustração e fico com um comportamento completamente destrutivo, chegando até pensar em suicídio. Não lido muito bem com desaprovações e me sensibilizo com facilidade com as decepções. Tenho 27 anos e tenho problemas com relacionamentos, e em fazer amigos. Sou muito sozinha e acho que tudo é reflexo de minha forma de lidar com a vida. A coisa que mais gosto de fazer é ficar pensando em minha própria vida, refletindo, sonhando acordada e acabo deixando de viver. Tem tantas coisas que gostaria de relatar. Acho que é motivo para que procure algum tipo de ajuda. É só uma parte do que gostaria de falar.
 
Data: 05 julho 2014
Enviado por: Luigi Cruz
Salvador
Tenho 37 anos, e somente a pouco mais de um ano fui diagnosticada com TDHA, mas ainda não acertamos um medicação . A vida inteira me julgavam por "viver no mundo da lua", impossível pedir pra eu dar um recado, um aviso pra alguém. Esqueço de dar remédio para os meus filhos, não consigo ler um livro ou assistir um filme até o final, tudo me dispersa , não presto atenção no que as pessoas falam além de interrompel-las sempre,, já mudei de profissão muitas vezes , não por ser uma má profissional, mas por eu ter uma necessidade enorme de mudança. Quando vou escrever um texto, assim como esse eu tenho que reler algumas vezes porque sempre tem palavras e letras trocadas,.As pessoas falam que a minha sorte é que os trabalhos que eu escolho eu não coloco a vida de ninguém em risco . Isso é triste. Eu sou muito boa pra lidar com "coisa" que exijam criatividade mas não com pessoas. Quando falo as vezes troco a ordem das palavras e as pessoas até acham graça , me sinto incapaz de fazer coisas tão bobas do dia a dia, me esqueço de tudo, pareço irresponsável mas sei que não e isso, é mais forte que eu...preciso acertar um medicamento urgente e lembrar de tomar...
 
Data: 29 junho 2014
Enviado por: Juliana Zampronio
Marilia
Em 1998 engravidei do meu segundo filho e essa gravidez não foi nada tranquila, sofria bastante com contrações e tive que ser medicada durante toda a gravidez para evitar o aborto.Foi um período de muito sofrimento, pois durante a gravidez o meu casamento entrou em crise e sofri bastante, e tive parto prematuro, e o meu bebê foi internado na UTI, ficando entubado por vinte e um dias e mais dez dias no apartamento para concluir o medicamento (antibiótico), já que havia sido diagnosticado hipertensão pulmonar. Com o passar do tempo o meu bebê se desenvolvia bem, ao contrário de quando nasceu, era grandão e gordo. Demorou para andar, por causa do peso e começou a falar com quase dois anos. No início da sua trajetória escolar era tudo perfeito, adorava ir para a escola, brincar com os coleguinhas, participar das atividades escolares e das festividades, mas ao passar dos anos, precisamente durante o 2º ano, começou a apresentar dificuldade, chegando até a ser sugerido por uma pedagoga, que o mesmo retornasse para a série anterior(regredir), mas não concordei, pois sabia que ele entendia do assunto, fazia as atividades, mas na hora da avaliação as notas eram baixas, dai então comecei a batalha por respostas, que ao longo dos anos. Aos seis anos o meu filho começou a sofrer de complexo de Édipo (diagnostico da psicóloga) e o mesmo realizou inúmeras sessões de psicoterapia até receber alta pela profissional. Mas a minha batalha continuava, em busca de justificativa para o fracasso escolar, e na 6º ano chegou a reprovação escolar. O meu filho sofria e eu mais ainda, por não ser capaz de ajudá-lo. Cheguei a levá-lo ao neurologista, onde solicitou vários exames e dentre eles um eletroencefalograma, e o mesmo me informou que o meu filho era normal, algo que eu já sabia, pois ele era uma pessoa sociável, comunicativa, participativa, carinhosa, uma pessoinha maravilhosa, completamente normal. No ano seguinte resolvi mudá-lo de colégio e nesse novo ambiente havia atendimento psicológico para os alunos, caso necessário e conversei com a psicóloga que por sinal era a mesma que outrora havia realizado tratamento. A princípio pensávamos que era dislexia, pois ele entendia do assunto e respondia todas as pergunta, mas na hora de transferi-las para o papel era uma negação. A psicóloga o encaminhou para o fonoaudiólogo e o diagnóstico de dislexia foi descartado, então a coordenação me encaminhou a um centro de apoio escolar existente na cidade que resido e chegando lá, o meu garoto foi avaliado por vários profissionais, como: assistente social, terapeuta ocupacional, enfermeira, fonoaudióloga, nutricionista e por fim por uma pediatra do desenvolvimento, que o diagnosticou como portador de transtorno de déficit de atenção (TDA). Agora ele está sendo acompanhado por um profissional especializado, medicado e tem apresentado resultados fantásticos na escola. Agora ele toma medicação e faz consultas periódicas para acompanhamento, mas sente vergonha do problema e não quer que comente com ninguém sobre o assunto e eu respeito a sua decisão, porque a sociedade pode discriminá-lo por ser leiga no assunto e taxa-lo como portador de deficiência mental, assim como alguns profissionais não estão preparados para esse diagnóstico. Hoje só tenho a agradecer a Deus por tudo, por ter me confiado essa pessoinha maravilhosa a quem eu amo por demais, agradeço e a profissional que o assiste que é maravilhosa, e a batalha continua. Obrigada por me ceder esse espaço para desabafar!
 
Data: 24 junho 2014
Enviado por: Aparecida
Rio Grande do Norte
Bom dia, tenho uma filha com 07 anos que foi diagnosticada com TDAH á dois anos. Por problemas financeiros parei com o tratamento mas faz um mês que iniciei, com a psicopedagoga e psicóloga, e irei iniciar com a fono. O comportamento dela está cada vez pior, mesmo nós controlando ela e explicando as coisas ela não quer entender e na escola está indo de mal a pior, sendo que não consegue ler uma frase completa e tem muitas dificuldades na escrita sendo que escreve com as letras espelhadas.
Como iniciei o tratamento com a psicóloga pelo SUS, ela tem que refazer os exames e vocês sabem que pelo SUS a consulta dura menos de 30 minutos e a consulta é uma vez no mês, sendo que na entrevista dos pais, ela perguntou muita pouca coisa o que acho que não tem como avaliar uma crianças com poucas informações. Sendo que ela foi diagnostica como os melhores médicos que com tudo que li e pesquisei até hoje, ela no final da consulta de vinte minutos, disse que não viu a minha filha como TDAH e sim como teimosa e falta de educação dada pelos pais. Estou furiosa sai de lá bufando de raiva, sendo que o que não falta é educação dada á ela. Eu trabalho e estou pensando em ver uma segunda fonte de renda para poder para a psicóloga que ela ia, porque a consulta é muito caro, mas estou disposta a fazer este esforço.
Bom o que quis passar é que mesmo sendo uma saúde pública os médicos que ter um tempo a mais e mais informações antem de saírem dizendo as coisas para os pais.
 
Data: 18 junho 2014
Enviado por: Caroline Mello
Uruguaiana RS
TENHO UM FILHO COM 13 ANOS, SEMPRE FOI UMA CRIANÇA DIFÍCIL, BRIGÃO, DESOBEDIENTE, COM 4 ANOS RESOLVI LEVAR NO NEURO, E FOI AI QUE DESCOBRI QUE ELE TINHA O TDAH. NA ÉPOCA NÃO ENTENDI O QUE ERA E COM O PASSAR O TEMPO FUI DESCOBRINDO.PASSEI POR MOMENTOS RUINS, DIFÍCEIS. NA ESCOLA ELE ERA O ALUNO PROBLEMA, EU ERA CHAMADA NA ESCOLA VÁRIAS VEZES.FOI REJEITADO PELA PROFESSORA QUE NÃO QUIS DAR MAIS AULA PARA ELE.E FOI ASSIM POR MUITO TEMPO ATÉ QUE APARECEU UMA PROFESSORA NA ESCOLA QUE ACOLHEU MEU FILHO COM CARINHO SE INTERESSOU POR SEU PROBLEMA, QUIS SABER DO QUE SE TRATAVA, FOI ATÉ O MÉDICO PARA SABER MAIS SOBRE TDAH.E COM ISSO MEU FILHO PASSOU A SER INTERESSAR PELA ESCOLA, E APRENDEU A LER E A ESCREVER, ELA FOI PACIENTE , FAZIA AS PROVAS ORAIS E COM ELE SOZINHO NA SALA DE AULA.HOJE ELE ESTÁ NA 5º SÉRIE, ESTÁ ATRASADO.ATÉ AQUI ELE TEVE UM ANJO NA SUA VIDA QUE FOI A PROFESSORA FERNANDA, AGRADEÇO A ELA PELO CARINHO E ATENÇÃO QUE DEVE COM MEU FILHO.HOJE ELE NÃO ESTA NA MESMA ESCOLA, ESTA EM OUTRA E QUE NÃO ENTENDE ESTE PROBLEMA, ESTOU COM PROBLEMAS NESSA ESCOLA , AS PROFESSORAS E A DIRETORA NÃO INTENDE ESSE PROBLEMA, ELE NÃO QUER MAIS ESTUDAR E EU NÃO SEI O QUE FAZER.GOSTARIA DE SABER O QUE FAZER. SE ALGUÉM PODER ME AJUDAR AGRADEÇO.
 
Data: 14 junho 2014
Enviado por: ELISANGELA
SUMIDOURO - RJ
OLA! MEU NOME E lUZIANA, SOU MÃE DE UM TDAH, FILHO ÚNICO, DESCOBRIR QUE ELE TEM TDAH AO 9 ANOS, FIQUEI MUITO TRISTE O MEU MUNDO CAIU, EU ACHAVA QUE EU ERA CULPADA POR TUDO QUE ESTAVA ACONTECENDO COM ELE, POIS NÃO TINHA APOIO DO PAI E ATE HOJE SOU COBRADA, ELE FALA QUE SOU EU QUE INVENTO ESSAS COISAS QUE ISSO NÃO EXISTE, MAS NÃO E ELE QUE PASSA OS MOMENTO DIFÍCEIS COM MEU FILHO NA HORA DAS TAREFAS POR FALTA DE ATENÇÃO CONCENTRAÇÃO, E AS VEZES FICAVA NERVOSO POR NÃO CONSEGUIR REALIZAR A TAREFA,RECLAMAÇÃO DA ESCOLA PELAS PROFESSORAS E DIRETORAS, MUITAS PESSOAS FALAM QUE E FALTA DE APANHAR OU LIMITE. EU SÓ SEI QUE COM O TRATAMENTO ELE MELHOROU SEU COMPORTAMENTO EM CASA COM AS PESSOAS E NA ESCOLA TEM TIRADO BOAS NOTAS. EU ACREDITO NESSE TIPO DE TRATAMENTO E DOU QUALQUER APOIO PARA QUEM ESTA PASSANDO POR ESSE MOMENTO TÃO DIFÍCIL PARA UM MÃE QUE AMA SEU FILHO ACEITA E O AJUDA A SUPERAR ESSE PROBLEMA QUE TEM AFETADO MUITAS CRIANÇAS,E TEMOS SORTE POR CONSEGUIR DIAGNOSTICAS O QUANTO ANTES E SÓ ASSIM SEREMOS SEREMOS FELIZES.
 
Data: 12 junho 2014
Enviado por: LUZIANA DOS SANTOS DE SOUZA
PRIMAVERA DO LESTE-MT

<< Início Anterior 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 20 21 22 23 24 25 26 27 28 29 30 31 32 33 34 35 36 37 38 39 40 41 42 43 44 45 46 47 48 49 50 51 52 53 54 55 56 57 58 59 60 61 62 63 64 Próxima Última >>

Página 1 de 64


Envie o seu depoimento
* Campo obrigatório.
Nome:*
E-mail (não será divulgado):*
Cidade:
Link do vídeo:
Código de segurança:
Colocar o código de segurança aqui:*
Digite aqui seu depoimento:*
O seu depoimento será avaliado, publicado ou não mediante aprovação. Comentários que contenham termos vulgares, palavrões, ofensas, dados pessoais (e-mail, telefone, RG etc.) e links externos, ou que sejam ininteligíveis, serão excluídos. Citações sobre nomes comerciais de medicação e nomes de profissionais, eventualmente serão excluídos.

Erros de português não impedirão a publicação de um comentário. Caso seu depoimento tenha mais de 1600 caracteres (20 linhas) ele será moderado e editado para publicação.
Ao clicar em enviar, você está concordando que o seu depoimento seja publicado neste Portal e que a ABDA utilize-o em outros materiais de seu uso exclusivo.

Enquete

A partir da sua experiência, marque abaixo qual é o campo de atuação profissional que você considera menos preparado e com maior desconhecimento sobre TDAH?

Cadastro de Profissionais

Clique aqui e veja as regras para se cadastrar no site da ABDA

Saiba mais

Banner

APOIO E PARCERIAS

abp_logo      1598324 714481408570106 749451181 t       acm pq transparente       and_logo      cna_logo     instituto_pazes     manita_logo      marpa       riostoc
       universidade-veiga-de-almeida-158-Thumb