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Sexta, Junho 23, 2017

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ABDA

Todas as nossas informações são disponibilizadas sempre através do nosso site www.tdah.org.br . A ABDA não dispõe de um serviço de envio de material por Internet ou correio regula, entretanto você pode fazer o download gratuito das cartilhas informativas clicando aqui. Mas você pode fazer uma pergunta específica e ela será respondida por um especialista da ABDA. Pela grande quantidade de mensagens recebidas diariamente, só temos como oferecer informações breves, com dúvidas específicas sobre o transtorno. A ABDA e suas filiadas promovem ao longo do ano cursos e palestras para pais. Consulte o nosso site e veja a programação.

Alguns Núcleos da ABDA também oferecem Grupo de Apoio para pais e portadores.

Todas as nossas informações são disponibilizadas sempre através deste site. A ABDA não dispõe de um serviço de envio de material por Internet ou correio regular, entretanto você pode fazer o download gratuito das nossas cartilhas informativas clicando aqui. E também você pode fazer uma pergunta específica e ela será respondida por um especialista da ABDA.

Pela grande quantidade de mensagens recebidas diariamente, só temos como oferecer informações breves, com dúvidas específicas sobre o transtorno. A ABDA e suas filiadas promovem ao longo do ano cursos de capacitação para professores. Consulte o nosso site e veja a programação.

Todo cadastrado da ABDA pode incluir GRATUITAMENTE a escola de seu filho.

Todas as nossas informações são disponibilizadas sempre através deste site. A ABDA não dispõe de um serviço de envio de material por Internet ou correio regular, entretanto você pode fazer o download gratuito de nossas cartilhas informativas clicando aqui. A ABDA e suas filiadas em todo o país freqüentemente promovem ao longo do ano cursos de capacitação para profissionais de saúde (médicos, psicólogos, fonoaudiólogos) e pedagogos. Consulte o nosso site e veja a programação. Se você precisa de informações mais aprofundadas ou complexas (por exemplo, para uma monografia ou tese ou ainda para ajudar num caso específico), o ideal seria adquirir os livros que listamos no site.

Não existem escolas especializadas em TDAH no Brasil, o que encontramos são vários profissionais de educação (sejam eles professores, coordenadores, diretores educacionais, psicólogas escolares, pedagogas e psicopedagogas) capacitados no assunto e que lidam com as crianças portadoras do transtorno.

As técnicas utilizadas pelos professores com alunos que têm TDAH não visam controlar os sintomas, mas sim adaptar o ensino às dificuldades que eles têm (prestar atenção muito tempo, copiar do quadro na velocidade dos demais, sentar-se por longo tempo sem ter necessidade de levantar ou sair, etc.)

Muitas escolas recebem alunos com TDAH porque podem oferecer um atendimento que atenda às necessidades específicas do portador. Em outros casos, a escola não tem recursos pessoais para dar este atendimento, mas isto não significa que não seja uma boa escola.

As famílias de crianças com TDAH devem previamente consultar as escolas em que pretendem matricular seus filhos antes de fazerem a matrícula. Só assim será possível chegar a um acordo mediante o interesse e condições de ambas as partes.

Quinta, 03 Fevereiro 2011 04:07

26. Indicação de psicólogo.

A própria ABDA não presta atendimento médico ou psicológico. Todos os serviços especializados públicos e privados e os psicólogos que conhecemos são sempre indicados no nosso site. Se a sua cidade não está indicada no nosso mapa, é porque não temos nenhuma informação sobre serviços nela.

A ABDA não tem qualquer ingerência sobre o processo de marcação de consultas das instituições públicas relacionadas no seu site. Nem toda instituição tem psicólogos para atendimento aos portadores de TDAH.

O único tipo de psicoterapia que foi alvo de estudos científicos e que comprovou eficácia no tratamento do TDAH é a Psicoterapia Cognitivo-Comportamental. Não há estudos que comprovem eficácia de outros tipos de psicoterapia (psicanálise, terapias corporais, etc.)

Entendemos o quando pode ser difícil encontrar um profissional realmente especializado no tratamento do TDAH. Sugerimos tentar inicialmente um psicólogo da linha Cognitivo-Comportamental que informe conhecer bem o TDAH (você pode perguntar isso a ele ao telefone antes de marcar a consulta).

Quinta, 03 Fevereiro 2011 04:01

25. Indicação de médico.

A própria ABDA não presta atendimento médico ou psicológico. Todos os serviços especializados públicos e privados e os médicos que conhecemos são sempre indicados no nosso site. Se a sua cidade não está indicada no nosso mapa, é porque não temos nenhuma informação sobre serviços nela.

A ABDA não tem qualquer ingerência sobre o processo de marcação de consultas das instituições públicas relacionadas no seu site.

Entendemos o quanto pode ser difícil encontrar um profissional realmente especializado no tratamento do TDAH. Sugerimos tentar inicialmente um psiquiatra ou neurologista que informe conhecer bem o TDAH (você pode perguntar isso a ele ao telefone antes de marcar a consulta).

Domingo, 10 Fevereiro 2013 18:20

O TDAH e as relações conjugais

Seu marido não percebe quando você corta o cabelo?

É indiferente e nunca se lembra do aniversário de casamento?

Vive enrolado e cheio de problemas?

 

 Talvez ele sofra de TDAH!

 

O TDAH ou transtorno de déficit de atenção e hiperatividade tem início na infância e evolui com sintomas ao longo da vida em mais de 70% dos casos¹. Acomete 4% dos adultos e cursa com prejuízos em vários setores, inclusive na esfera conjugal. Pessoas com TDAH quando comparadas a quem não tem o transtorno têm mais dificuldade no controle da atenção, hiperatividade e impulsividade. Nelas, as atividades cerebrais responsáveis pelo comportamento, organização e autocontrole estão comprometidas interferindo nas ações do cotidiano. Entre os problemas de origem neurobiológica provavelmente o TDAH é o que mais contribui para as dificuldades entre marido e mulher.

A incapacidade básica de prestar atenção, típica do TDAH, costuma gerar uma gama de comportamentos “mal vistos” dentro de um relacionamento como parecer não ouvir o outro, não perceber os sentimentos do outro, não lembrar datas ou acontecimentos importantes do casal, não dividir as tarefas da casa e não se lembrar de encontros previamente agendados com o parceiro. Sujeitos com TDAH são 30% mais imaturos e sensíveis e na maioria das vezes agem de modo infantil e pirracento dando ao parceiro a sensação de estar lidando com um filho e não com um marido, de quem se espera um compartilhamento dos ônus e bônus da relação².

Alguns têm o pavio curto e são explosivos, impacientes, irritadiços e inconstantes. Quando estão de mau humor podem não controlar a raiva e agir desproporcionalmente à situação. A presença de tais características na mesma pessoa costuma dar a impressão de falta de amor e consideração pelo parceiro com TDAH. A cabeça sempre cheia de pensamentos desorganizados dificulta o engajamento e o estabelecimento de intimidade, ao dificultar que eles destinem tempo suficiente à relação, mantendo-a no foco principal pelo tempo necessário. Em consequência, é comum serem percebidos como pessoas frias, insensíveis, egoístas e hedonistas, características nada desejáveis em um relacionamento saudável.

A impulsividade piora ainda mais a relação, as decisões tomadas sem consultar o/a parceiro/a, de "cabeça quente" e sem pensar. Muitas vezes se esquecem de comunicar algo importante, por achar que já o fizeram. Pelo jeito “avoado” de ser, esgotam seus parceiros. Por se tratar de uma disfunção executiva, o TDAH promove um estado deficitário nas ações voluntárias de modo geral, especialmente na memória, planejamento, organização, gerenciamento do tempo e emoções.

Seus atos estão na dependência da motivação e sensação de prazer e recompensa imediata, por isso costumam ser passionais e inconstantes. No início do relacionamento ou de uma atividade tudo é regado a mimo, atenção e paixão sem fim. Em pouco tempo vem uma sensação de fastio, tédio e intransigência, associados a uma sensação de entorpecimento e indiferença, até que uma nova atração surja, com mais novidade e adrenalina, que o obrigará a por em teste a sua capacidade de sedução e prazer. Daí se origina a compulsão por atividades de risco e a sensação de tédio por atividades difíceis, monótonas, burocráticas, repetitivas e as que demandam mais responsabilidade e resiliência, como casamento e emprego.

Quanto à atividade sexual, as queixas também são frequentes. Talvez a mais comum seja a de falta de intimidade sexual genuína. Para isso é preciso que o parceiro se desligue de tudo e foque no momento, tarefa complexa para quem tem TDAH. Pode surgir a sensação de tédio sexual, pois indivíduos com TDAH têm a sensação de perderem o interesse pela rotina, querendo sempre mudar para atividades ou pessoas mais estimulantes. Esse sentimento de enfado sexual é uma das razões para as altas taxas de divórcio observadas entre os casais onde um deles tem o TDAH.

O trabalho também se mostra um grande inimigo. As situações podem ser extremas, desde aquelas que não conseguem se firmar no emprego e que estão sempre trocando de serviço (alta rotatividade profissional) às que permanecem no emprego, mas de modo deficitário, sempre chegando atrasado, levando advertência do chefe e com os compromissos sempre fora do prazo. Em geral, pessoas com TDAH têm menos anos de escolaridade, trabalham menos horas e têm um salário menor, não persistem em cargos de dia todo e nem suportam serviços burocráticos. Ao contrário, outros são “workaholic”, hiperfocados no trabalho, ficando horas e dias debruçados em relatórios que têm a fazer, ficando geralmente acordados até a madrugada, relegando o relacionamento à segundo plano.

O cônjuge sem TDAH com frequência relata solidão e não desfruta a vivência de compromisso e cumplicidade, essenciais para um relacionamento saudável. Com os anos, a relação costuma ficar fria e desgastada. Ressentimento, mágoa e maus tratos são constantes³. Vários rótulos permeiam a relação, como os de preguiçosos, burros, volúveis, egoístas, relaxados, irresponsáveis, entre outros. Os maridos se queixam que as esposas vivem “sonhando”, sempre “no mundo da lua", sem trabalhar e sem desenvolver o seu potencial. Elas, com frequência, se sentem depressivas e frustradas com o casamento, e com a sensação permanente de estarem presas a uma armadilha (Hallowell e Ratey, 1994).

Lamentavelmente, problemas de saúde mental são pouco divulgados em nossa sociedade, e portadores e familiares pagam um alto preço devido a este desconhecimento. É o caso do TDAH, onde pessoas acometidas agem assim por conta de um comprometimento neurobiológico. O fator que mais contribui para desentendimentos entre o casal é, sem dúvida, a falta de informação. Sem ela, o TDAH jamais será incluído entre as hipóteses diagnósticas em casos de sofrimento conjugal. Ao ignorar que o modo de agir do parceiro/a está ligado ao fato de ele ter um problema neurobiológico, faz toda a diferença. O processo de conhecimento do TDAH satisfaz a ambos os cônjuges acarretando um fortalecimento dos vínculos afetivos da relação.

 

Referências:

¹ CHADD, 2000

² Guilherme PR et al., 2007; Johnston e Mash, 2001

³ Erel e Burman 1995

 

Escrito por Dra. Eveyn Vinocur

 

 

ABDA® Todos os direitos reservados. Copyright 2013.

"Pais de um menino de 8 anos com hiperatividade conseguem liminar na Justiça, na última semana para ter o remédio de graça fornecido pela Prefeitura de São Carlos (SP). Eles reclamam, entretanto, que a administração municipal foi notificada, mas até agora não fez a compra do medicamento. Enquanto isso, o garoto enfrenta problemas na escola."


Clique aqui para ler a matéria na íntegra.

Terça, 26 Abril 2016 00:00

O impacto do sono no TDAH

jAPSHlU5Cm0 Pesquisadores constataram que os adolescentes precisam de mais horas de sono do que qualquer outro grupo de pessoas. Eles precisam de, em média de 9 horas e meia de sono por noite. A tendência natural dos adolescentes é dormir e acordar cada vez mais tarde. Aqueles que não dormem a quantidade de horas necessárias apresentam com mais frequência, comportamento irritadiço e maior dificuldade em manter a concentração em sala de aula.

As pesquisas apontam que 56% dos jovens com TDAH têm distúrbios do sono. Eles apresentam dificuldades tanto para dormir quanto para acordar. Mesmo quando deitam cedo, não conseguem dormir logo. Alem disso, jovens com TDAH frequentemente não dormem bem: 55% acordam com a sensação de ‘estar cansado’, mesmo após dormir 8 horas ou mais.

De fato, uma das maiores queixas dos pais de crianças/jovens com TDAH é a dificuldade em acordá-los de manhã. O desafio diário para conseguir fazer o jovem levantar-se cedo, não raramente produz alto nível de estresse familiar. Na verdade este é um momento crítico, pois a pressão colocada sobre a criança/jovem para que se levante, quase sempre vem acompanhada de brigas, críticas, confusão, pressa, e toda sorte de fatores e condutas que aumentam a sobrecarga de frustração emocional, sensação de impotência e desânimo. Decididamente, esta não é uma boa maneira de começar o dia. A criança/jovem com TDAH e distúrbio do sono, que já tem que lidar habitualmente com suas dificuldades, que não tem um sono reparador e ainda passa por esta pressão ao acordar, já chega à escola altamente frustrado, irritado e ainda mais cansado. É fácil então concluir, que tal processo se reflete no desempenho em sala de aula.

Apesar de esta situação ser frustrante também para os pais, é preciso entender a ‘forma de funcionar’ dos filhos e buscar soluções, que estão para além de simplesmente pressioná-los diariamente a levantar-se a todo custo e encarar a escola logo cedo.

O aumento das demandas que vem ocorrendo desde o ensino fundamental ao universitário contribui de forma expressiva para que os sintomas do TDAH estejam cada vez mais visíveis, principalmente durante a adolescência. Os jovens têm mais aulas, mais matérias, mais professores, mais trabalhos para entregar, mais tarefas de casa, e tudo isso exige alta habilidade nas funções executivas, capacidade de organização e atividades independentes. Como a criança/jovem com TDAH tem disfunção executiva, ele se sente sobrecarregado, e, quase sempre, deixa suas tarefas inacabadas.

Nos Estados Unidos e no Reino Unido, algumas escolas adotaram o sistema de horário alternativo, iniciando as atividades escolares um pouco mais tarde, para atender as necessidades específicas destes alunos. Os estudos comparativos mostram que, jovens que adotaram horários de aula alternativos (a partir das 9 ou 10 da manhã), tiveram melhoras significativas no desempenho acadêmico e social. Mas, algumas outras mudanças na rotina da família também podem ajudar.

De acordo com diversos achados científicos, as informações mais importantes são processadas e consolidadas no nosso cérebro durante o sono. A falta de sono afeta a memória e a habilidade de se concentrar. Imagine então, o efeito dos problemas de sono numa pessoa com TDAH! É muito importante os pais entenderem a conexão entre o déficit de atenção e problemas com sono, em seus filhos, envolvendo profissionais médicos e educadores na busca de minimizar os prejuízos acadêmicos e pessoais.

É importante também observar a existência de comorbidades nas crianças/jovens com TDAH. Depressão e ansiedade, por exemplo, são comorbidades frequentes nas pessoas com TDAH, e afetam diretamente a qualidade do sono.

 

ABDA® Todos os direitos reservados. Copyright 2016.

Segunda, 30 Setembro 2013 13:54

Cadastro de Médicos - CE

Todas as informações sobre capacitação e ou especialização em TDAH dos profissionais cadastrados foram fornecidas pelos próprios, estando a ABDA isenta de responsabilidade sob a conduta de cada um. Os próprios profissionais disponibilizam um pequeno currículo para avaliação prévia do paciente.

Caso tenha alguma sugestão e/ou reclamação a fazer entre em contato conosco.

 

VALÉRIA BARRETO NOVAIS E SOUZA - CRM - 4265
Psiquiatra - Adolescentes e adultos
Av. Desembargador Moreira nº 2001 - Ed. Novais Center - Térreo
Fortaleza-CE
Tel: (85) 3055-3867

 

RESUMÉ
Medicina e Psiquiatria - Universidade Federal do Ceará
Doutorado em farmacologia - Universidade Federal do Ceará
MPhill em Psiquiatria - Universidade de Edimburgo
Coordenadora do Núcleo de Pesquisa em Déficit de Atenção - NPDA

 


VERONICA MARIA GOMES DE CARVALHO - CRM 9353
Pediatria e Psiquiatria -  Crianças, Adolescentes e Adultos
Rua Desemb. Leite Albuquerque, 1320
Fortaleza   - CE
Tel: (85) 3261-4732
Tel: (85) 3055-3867
E-mail: veronicamariagc@hotmail.com

 

RESUMÉ

2004-conclusão do curso de medicina pela UFC
2007-Conclusão de residência médica em pediatria pelo hospital infantil Albert Sabin
2010-Conclusão de residência médica em psiquiatria pelo hospital universitário Walter Cantídio - UFC
2010 -Início do Cargo atual de psiquiatra no hospital infantil Albert Sabin
2011- Expositora da mesa redonda: TDAH- suas comorbidades e influência na educação: a importância do saber pensar na formação do sujeito.
2012-palestrante da mesa redonda: Atualização em TDAH no V congresso cearense de neurologia e neurocirurgia
2013 e 2014- Preceptora da residência médica de pediatria no hospital infantil Albert Sabin
2014- Palestrante do II curso de atualização em pediatria do hospital infantil Albert Sabin: TDAH e uso de substancias psicoativas na infância e adolescência.

 

 

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