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Domingo, Abril 30, 2017

Idiomas

Português

ABDA

Terça, 07 Dezembro 2010 15:07

ABDA e Núcleos no Brasil

ABDA Rio de Janeiro - Sede Administrativa

Núcleos no Brasil

- Belo Horizonte - Coordenação Drª. Ana Christina Mageste e Dr. Cristóvão Xavier
- Brasília - Coordenação Drº José Miguel Neto
- Florianópolis - Coordenação Dr. Marcelo Calcagno
- Porto Alegre - Coordenação Drª Athos Schimdt e marcelo de Oliveira (portador)
- Rio Branco - Coordenação Elisama Maria de Lima - Parceria com o GATAC
- São Paulo - Coordenação Ronaldo Ramos e Dr. Jorge Simeão
- Tijuca - Rio - Coordenação Drª. Kátia Beatriz Correia e Silva
- Vitória - Coordenação Drª. Jane Tagarro e Drª. Márcia Deps

 

Esta é a página oficial da Associação Brasileira do Déficit de Atenção - ABDA.

A ABDA foi criada em 1999 e é uma entidade sem fins lucrativos.

PRÉ-REQUISITOS PARA FORMAÇÃO DE NÚCLEOS DA ABDA

  1. Grupo de pessoas constituído de familiares, portadores adultos e ou profissionais médicos e psicólogos especializados em TDAH.
    OBS: O núcleo será coordenado por um voluntário da Região sob a supervisão e gestão da ABDA.
  2. Um núcleo da ABDA consiste em um grupo de voluntários (médicos, psicológos, portadores de TDAH e/ou familiares) que atuam em seu Estado em parceria com a ABDA implementando ações voltadas para a educação sobre o TDAH sob a coordenação e as diretrizes da ABDA.
  3. A única sede administrativa da ABDA situa-se no Rio de Janeiro. A ABDA não possui outras sedes, representações administrativas, procuradores, filiais em todo território nacional.
  4. Um núcleo da ABDA numa determinada região destina-se EXCLUSIVAMENTE a oferecer suporte a portadores de TDAH e seus familiares. Familiares e portadores de outros transtornos que não sejam TDAH não poderão participar das atividades.
  5. Os núcleos não possuem sede administrativa e não tem nenhuma vinculação jurídica, fiscal e trabalhista com a ABDA. A ABDA não autoriza e não se responsabiliza pela contratação de profissionais e/ou serviços de qualquer procedência em seu nome.
  6. Os núcleos tem como objetivos:
    • Promover a educação sobre o TDAH aumentando o entendimento dos portadores, familiares e profissionais de saúde e educação.
    • Promover o reconhecimento do transtorno e seu tratamento adequado.
    • Orientar e apoiar portadores e familiares.
  7. Os núcleos da ABDA devem ter compromisso com:Nenhum membro do núcleo (Coordenadores e voluntários) poderá receber qualquer tipo de auxílio financeiro em quaisquer circunstâncias.
    • Ética
    • Transparência
    • Ciência
    • Inclusão
    • Cidadania
    • Os membros voluntários do núcleo só poderão se pronunciar em nome da ABDA com a prévia autorização da Diretoria.
    • O núcleo não deverá servir como veículo de promoção de profissionais, clínicas, consultórios, escolas e empresas, sejam elas de qualquer natureza.
    • O núcleo poderá utilizar o logo da ABDA com a prévia autorização da mesma e ter no site da ABDA uma seção exclusiva para postar imagens, fotos, textos e notícias locais, com atualização mensal. Esta atualização será feita pela ABDA.
    • O núcleo não poderá ter site, Portal, Blog, Fórum, etc. Todas as veiculações deverão ser postadas através do Portal da ABDA, sempre com a prévia autorização da mesma.
    • É vetado aos voluntários/participantes do núcleo dar entrevistas em nome da ABDA à imprensa, televisão, e outros veículos sem a prévia autorização da mesma.
    • É terminantemente proibido aos voluntários/participantes do núcleo estabelecer parceria com qualquer Indústria de Medicamentos.
    • É vetado aos voluntários/participantes do núcleo fazer alusão ao nome comercial de qualquer medicação durante o exercício de quaisquer atividades.
    • Não será permitido nenhum tipo de apoio de qualquer natureza de empresas de bebidas alcoólicas, de fumo e armamento.
    • O núcleo não poderá ter uma listagem de profissionais de saúde ou educação para referência dos associados da ABDA, o que cabe exclusivamente à sede administrativa situada no Estado do Rio de Janeiro.
    • O núcleo deverá ser signatário da Carta de Princípios da ABDA.
    • O núcleo poderá ministrar palestras sobre TDAH e realizar Grupos de Apoio / Suporte a portadores, mas somente poderá fazer Cursos de Capacitação de Profissionais, Simpósios e Seminários em parceria com a ABDA. 
    • Somente a ABDA poderá realizar Congresso ou Simpósio Internacional. Os núcleos só poderão realizar tais eventos ou qualquer outro evento aqui não especificado, através de autorização prévia ou parceria com a ABDA.
    • A ABDA não presta atendimentos clínicos, consultas médicas e avaliações em sua sede e nem os seus núcleos estão autorizados a fazê-lo.
    • Os futuros núcleos deverão apresentar à Diretoria da ABDA, antes de receber o aval para a sua inauguração um projeto de atividades a ser implementado e o nome dos participantes para prévia avaliação da Diretoria.
    • Os núcleos já existentes que não apresentarem nenhuma atividade no prazo de 6 (seis) meses, sem justificativa relevante, serão descredenciados pela ABDA.
    • A ABDA retirará o logo e a chancela do núcleo e encerrará as suas atividades caso algum dos critérios aqui definidos não sejam cumpridos.
    • Além dos requisitos acima enumerados, a ABDA se reserva o direito de avaliar a viabilidade estratégica do local solicitado para abertura de novos núcleos.

     

    PARA ABERTURA DE NÚCLEO EM SUA CIDADE, ENTRE EM CONTATO ATRAVÉS DO EMAIL coordenacao@tdah.org.br

     

    Terça, 07 Dezembro 2010 15:02

    Carta de princípios da ABDA

    Os itens listados abaixo, embora não sejam dispositivos legais, são princípios norteadores defendidos pelos associados da ABDA.

    Esta carta foi baseada e adaptada da Carta de Princípios sobre TDAH da National Consumer's League (Liga de Defesa do Consumidor) dos Estados Unidos, da qual são signatárias a Associação Médica Americana, a Academia Americana de Pediatria e a Associação Psiquiátrica Americana.

    I - Fundamentos científicos sobre o Transtorno do Déficit de Atenção com Hiperatividade (TDAH)

    1) O TDAH é um transtorno médico verdadeiro, reconhecido como tal por associações médicas internacionalmente prestigiadas, que se caracteriza por sintomas de desatenção, inquietude e impulsividade.

    2) O TDAH é um transtorno sério, uma vez que os portadores apresentam maiores riscos de desenvolver vários transtornos psiquiátricos (tais como depressão e ansiedade), abuso e dependência de drogas e álcool, maior freqüência de acidentes, maiores taxas de desemprego e divórcio e menos anos completados de escolaridade.

    3) O TDAH pode ser diagnosticado e tratado. Existem diretrizes publicadas por instituições científicas de renome internacional sobre o diagnóstico e seu tratamento adequado. O tratamento do TDAH é feito através de medicamentos (na maioria dos casos), psicoterapia cognitivo-comportamental e psicoeducação (educação continuada sobre o transtorno para os portadores).

    4) O TDAH também pode ser diagnosticado em adultos. Mais da metade das crianças com TDAH ingressa na vida adulta com sintomas clinicamente significativos do transtorno.

    5) O TDAH é muito pouco diagnosticado e tratado na população em geral.

    II - A criança, o adolescente e o adulto com TDAH têm responsabilidades e direitos.

    1) O direito de ser reconhecido como portador de um transtorno médico sério

    2) O direito a diagnóstico e tratamento por um profissional de saúde que conheça adequadamente o transtorno

    3) O direito de tomar decisões baseadas nas informações científicas disponíveis acerca dos benefícios, riscos e custos do tratamento de acordo com a individualidade de cada caso.

    4) O direito de receber, como aluno, um atendimento especial pelos educadores e instituições.

    5) O direito de receber, como empregado, uma alocação ou realocação específicas, bem como as adaptações profissionais necessárias às suas dificuldades.

    6) Os portadores de TDAH devem se responsabilizar por seus atos em toda e qualquer circunstância, contribuindo de forma positiva para a comunidade em que vivem.

    III - Os familiares de portadores de TDAH têm igualmente responsabilidades e direitos

    1) A responsabilidade de se educar, bem como aos outros, sobre a natureza do TDAH seja através de instituições, organizações ou profissionais capacitados.

    2) A responsabilidade de aderir ao tratamento proposto e procurar ajuda profissional sempre que necessário.

    3) O direito de solicitar ao profissional de saúde informações científicas sobre os tratamentos disponíveis e seus riscos e benefícios

    4) O direito de solicitar atendimento especial pelos educadores e instituições para os alunos portadores do TDAH.

    IV - Profissionais de saúde têm responsabilidade

    1) De diagnosticar e tratar corretamente crianças e adultos com TDAH, de acordo com diretrizes estabelecidas pela comunidade científica.

    2) De fornecer ao portador ou seus familiares informações científicas e atualizadas acerca da natureza do TDAH, suas conseqüências e as formas disponíveis de tratamento.

    3) De oferecer um tratamento sempre individualizado, levando em consideração aspectos específicos do portador, sua família e o contexto sócio-cultural em que vivem.

    V - Educadores têm responsabilidades e direitos

    1) A responsabilidade de conhecer os sintomas de TDAH, a principal causa de encaminhamento para serviços especializados da infância e adolescência, alertar familiares ou cuidadores e indicar serviços ou profissionais que ofereçam aconselhamento e tratamento.

    2) A responsabilidade de proporcionar aprendizado levando em consideração as particularidades do aluno portador de TDAH, sem comprometer as necessidades dos demais alunos.

    3) O direito de ter diálogos abertos e construtivos com familiares, cuidadores e profissionais de saúde sobre as necessidades específicas do aluno portador de TDAH.

    4) O direito de solicitar apoio da instituição educacional, familiares, cuidadores e equipe de profissionais responsáveis pelo aluno com vistas a estabelecer um planejamento acadêmico adequado.

    VI - A mídia tem a responsabilidade

    1) De relatar de modo preciso relatórios científicos e fatos médicos relevantes, apresentando aquilo que é consensual na comunidade científica.

    2) De investigar adequadamente a credibilidade das fontes que alegam expertise no TDAH, bem como revelar possíveis conflitos de interesses comerciais ou profissionais naqueles que fazem declarações públicas ou são entrevistados.

    Terça, 07 Dezembro 2010 14:58

    Missão

    Divulgar informações científicas sobre o Transtorno do Déficit de Atenção (TDAH) capacitar profissionais de saúde e educação, oferecer suporte através de grupos de apoio e orientações aos portadores e seus familiares.

    Vale lembrar que:

     1 - A ABDA não oferece atendimentos clínicos, diagnósticos e nenhum outro tipo de tratamento.

     2 - A ABDA também não desenvolve pesquisas e não produz conhecimento acerca do TDAH, porque entende que esta tarefa é atribuição exclusiva da comunidade científica.

    3 - Não é finalidade da ABDA e não está no escopo da sua missão, ajuizar quaisquer ações jurídicas em relação a outras instituições. Por outro lado, informamos que a ABDA tem a finalidade de orientar as pessoas com TDAH e seus familiares e não o de servir de mecanismo para denúncias.

     4 - Não é finalidade deste site a análise, comentário ou emissão de qualquer tipo de parecer e/ou diagnóstico aos visitantes, tarefa esta que é reservada exclusivamente a profissionais de saúde especializados.

     5 - Os conteúdos descritos no site possuem caráter meramente informativo e não substituem a consulta ao seu médico de confiança.

    Terça, 07 Dezembro 2010 14:55

    Histórico

    A Associação Brasileira do Déficit de Atenção (ABDA) é uma associação sem fins lucrativos fundada em 1999, com o objetivo de disseminar informações corretas, baseadas em pesquisas científicas, sobre o Transtorno do Déficit de Atenção/Hiperatividade (TDAH). Além disso, oferecemos suporte a portadores desse transtorno e a seus familiares através de grupos de apoio, atendimento telefônico e, especialmente, resposta a e-mails e postagens de conteúdos em nosso site que é tido como referência nacional na web, com uma média de 200 mil visitas mensais.

    O TDAH, também chamado de DDA (Distúrbio do Déficit de Atenção) ou, em inglês, de ADD, ADHD ou de AD/HD, é um transtorno neurobiológico de causas genéticas, reconhecido oficialmente pela OMS (Organização Mundial da Saúde), através da CID-10 (Classificação Internacional de Doenças).

    No esforço para atingirmos nosso objetivo de ampliarmos a educação e o conhecimento da população sobre o assunto, realizamos eventos para profissionais de diferentes áreas. Tanto para os profissionais de saúde ou de educação, a meta é sempre a mesma: oferecer capacitação para que cada vez mais o transtorno possa ser identificado, diagnosticado e tratado corretamente.

    Dentre os eventos organizados pela ABDA destacamos: um Congresso Internacional bianual , Simpósio para médicos (pediatras, neurologistas e psiquiatras, entre outros), Curso de Capacitação para Professores e Educadores (rede pública e privada), Curso de Capacitação para Psicólogos – uma vez que a terapia é uma ferramenta importante para lidar com determinados comprometimentos causados por este transtorno.

    Sexta, 11 Setembro 2015 00:00

    Diretoria

    DIRETORIA DA ABDA

    Presidente
    IANE KESTELMAN – Psicóloga e Familiar

    Vice-Presidente
    RONALDO FERREIRA RAMOS – Psicólogo

    Diretor Executivo
    JORGE LUIZ G. FREIRE SIMEÃO – Pessoa com TDAH

    Vice-Diretor Executivo
    ZULMARA ZANETTI MURCE – Fonoaudióloga


    CONSELHO CIENTÍFICO

    Presidente
    PAULO EDUARDO LUIZ DE MATTOS – Médico

    Vice-Presidente
    LUIS AUGUSTO ROHDE – Médico

    Membros

    ANA CHRISTINA MAGESTE - Médica
    ANA LUÍZA NAVAS - Fonoaudióloga

    ANDRÉ PEREIRA - Psicólogo
    ANGELA ALFANO – Psicóloga
    ANNELISE JÚLIO-COSTA - Psicóloga e Farmacêutica bioquímica

    BRUNO PALAZZO NAZAR - Médico
    CHRISTOVÂO DE CASTRO XAVIER - Médico

    DANIEL SEGENREICH – Médico
    EDYLEINE BENCZIK - Psicóloga
    ELNORA DE PAIVA AYRES - Médico
    ERASMO BARBANTE CASELLA – Médico
    EVELYN VINOCUR - Médica
    FLÁVIA MIÉLE - Psicóloga
    GABRIEL COUTINHO – Psicólogo
    GIUSEPPE PASTURA - Médico
    GUILHERME POLANCZYK - Médico
    ISABELLA SOUZA – Médica
    JORGE LUIZ G. FREIRE SIMEÃO – Médico
    JOSÉ MIGUEL NETO - Médico
    KÁTIA BEATRIZ CORREA E SILVA – Médica
    MARCELO CALCAGNO REINHARDT - Médico
    MARIA ANTONIA SERRA - Médica
    MARIA ESTER BORLIDO - Fonoaudióloga
    MANUELA CORREA BORGES – Psicóloga
    MARCO ANTÔNIO ARRUDA - Médico
    MARIA CONCEIÇÃO DO ROSÁRIO - Médica
    MARIANA CABIZUCA - Médica
    MAURO MUSZKAT - Médico
    MILTON GENES - Médico
    RICARDO HALPERN – Médico
    RONALDO FERREIRA RAMOS - Psicólogo
    SÉRGIO BOURBON CABRAL – Médico
    VANESSA AYRÃO - Médica
    ZULMARA ZANETTI MURCE - Fonoaudióloga 

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    A partir da sua experiência, marque abaixo qual é o campo de atuação profissional que você considera menos preparado e com maior desconhecimento sobre TDAH?

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