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Segunda, 29 Julho 2013 11:52

O TDAH também afeta gente grande

10 super dicas para você gerenciar os sintomas do TDAH na vida adulta        

Ao contrário do que muita gente pensa, o Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade ou TDAH ainda é um transtorno pouco conhecido e subdiagnosticado em nosso meio, não raro sendo motivo de controvérsias por parte de pessoas leigas, principalmente quando se trata de um indivíduo adulto. Fato lastimável, uma vez que os estudos científicos mostram que o transtorno evolui com sintomas ao longo da vida numa prevalência de aproximadamente 4% da população mundial. No Brasil, cerca de 2.000.000 de brasileiros adultos sofrem os sintomas do TDAH, em grande parte pelo não reconhecimento do transtorno, o que impede o seu diagnóstico e tratamento corretos.

O TDAH é uma condição que pode ser grave e que se caracteriza por um padrão crônico e persistente de comprometimento, cujos sintomas cardinais são os de desatenção, hiperatividade e ou impulsividade. Pode afetar seriamente a qualidade de vida do indivíduo em todos os setores seja na esfera afetiva, social, laborativa, acadêmica ou profissional. A maioria cursa com quadros variáveis de disfunção executiva, como dificuldade de se organizar, planejar, administrar o tempo, lembrar de datas e compromissos importantes, entre outros.

É comum que eles se sintam limitados, não conseguindo desenvolver todo o seu potencial, fato que costuma desencadear baixa autoestima e sentimentos de minusvalia, insegurança, impotência, incompetência e fracasso precoce. Igualmente, outras condições como depressão, ansiedade, problemas com álcool e drogas, transtornos de conduta entre outros, costumam ocorrer em mais da metade dos adultos com TDAH. O comprometimento na execução e realização de tarefas faz com que a vida do adulto com TDAH fique fadada a constantes insucessos, que geralmente seguem uma espiral decrescente.

A parte cognitiva fica prejudicada e a vida não flui a contento, ficando estagnada e muito aquém do desejado. O rendimento e o desempenho pessoal podem cair vertiginosamente em várias áreas da vida do indivíduo. Questões como falta de habilidade social, de resolução e enfrentamento de problemas, de gerenciamento do tempo e dinheiro e da capacidade de se organizar e de se planejar podem fazer com que o portador de TDAH fique excluído e desassistido dentro de seu próprio meio, muitos vivendo à margem, desmoralizados e desacreditados por seus familiares, amigos e também no ambiente de trabalho. O TDAH do adulto nada mais é do que a continuação do TDAH na infância, ou seja, o ele cresce sendo rotulado, apelidado e criticado por toda a vida e deste modo uma autoimagem negativa vai se solidificando dentro dele. Muitos acham que são assim mesmo e que nunca darão certo em nada na vida.

Mesmo indivíduos diagnosticados e medicados adequadamente podem não saber como lidar com os seus próprios limites. Muitos adultos não conseguem manejar os seus próprios mecanismos de enfrentamento para combater os sintomas do TDAH causando estresse em casa e no trabalho. Outros vivem lutando com a distração, com os esquecimentos e com a falta de competências organizacionais, tornando-se presas fáceis do transtorno.

Sugerimos uma lista com orientações de manejo dos sintomas do TDAH no adulto. Assim, as chances de sucesso crescem a passos largos:

1) Exercite-se. Verifique o tempo de exercício a cada dia. O exercício ajuda a aumentar o foco atencional e a diminuir o excesso de energia, ajudando a combater os sintomas de depressão, irritabilidade, hiperatividade ou impulsividade. Ter um programa de exercícios em sua rotina diária lhe dará muitos benefícios.

2) Aceite a si mesmo e seus limites. Lembre-se que o TDAH não é um diagnóstico e pronto. O diagnóstico pode ajudá-lo a entender por que você age de uma certa maneira, mas não é uma desculpa para comportamentos inadequados. Você pode mudar. Acredite. Adote atitudes de mudança e determinação.

 3) Procure pessoas que o aceitem. O adulto com TDAH pode perceber quando aqueles em torno dele não entendem o seu problema e ficam criticando e julgando o seu comportamento recorrentemente deixando nele uma sensação ruim de que ele “nunca agrada”. Se essas pessoas sempre fazem você se sentir desconfortável ou inadequado, junte-se a outras pessoas com quem você se sinta respeitado. Procure grupos de apoio em sua área ou crie sua própria rede de amigos.

 4) Procure tempo no seu dia para relaxar. Use um tempo de transição – para desestressar e relaxar. Deixa a sua família saber que quando você chega em casa do trabalho, você precisa de alguns minutos de silêncio, por exemplo, para se organizar mentalmente, antes de se dedicar às atividades familiares.

 5)Crie um registro de atividades diárias para cada dia. Selecione as suas escolhas em ordem de importância. Veja o que precisa ser feito e complete os ítens mais importantes em primeiro lugar. Deixe os menos importantes para depois. Se você se distrair, ainda assim você vai ter conseguido fazer os itens mais importantes do dia.

 6) Use o seu relógio biológico em seu benefício. Se você é uma pessoa mais produtiva no início do dia, coloque os ítens mais importantes a serem realizadas no período da manhã. Se você render melhor na parte da tarde, organize suas tarefas principais neste horário. Gerencie suas atividades de modo que você tire o máximo proveito de seus próprios padrões de produtividade.

 7) Crie prazos para seus projetos. Aprenda a gerenciar o seu tempo. Se você tem tendência à procrastinação, esboçe seus projetos estabelecendo prazos para cada etapa dos mesmos. Do mesmo modo, se você estiver trabalhando em casa, dê-se um limite de tempo para completar suas tarefas, por partes. Você pode usar estratégias para se ajudar, como o uso de despertador de relógio ou do celular, por exemplo. Classifique suas metas com os respectivos prazos.

 8) Realize todas as suas tarefas e atividades em etapas. Adultos com TDAH estão frequentemente sobrecarregados com grandes projetos e tarefas. Muitas vezes isso faz com que os projetos fiquem inacabados ou até mesmo sequer iniciados. Ao invés de olhar o projeto como uma longa e única tarefa a ser concluída, veja-o de modo fatiado, por partes. Por exemplo, se você for limpar a sua casa, estabeleça uma ordem: em primeiro lugar faça as camas, em segundo arrume a sala e por fim a cozinha. Não se preocupe com nenhuma outra coisa até completar o que estiver fazendo naquele momento.

 9) Sistematize com antecedência a sua própria rotina diária. Ao desenvolver protocolos para se ajudar no dia-a-dia, você mesmo acaba criando a sua própria agenda diária. O uso de ajudantes organizacionais, listas de tarefas, agendas, gravadores, entre outros, é de grande valia para muitos.

10) Aprenda tudo sobre o TDAH. Quanto mais informado você estiver sobre o seu problema mais você estará preparado para lidar com as dificuldades diárias. Ler livros, fazer perguntas ao seu médico ou participar de grupos de apoio tornarão a sua vida bem mais leve e com mais qualidade. Coloque sabor em cada aprendizado. As pequenas superações são grandes sucessos. Comemore as suas vitórias.

 

* Dra. Evelyn Vinocur, colaborou na redação deste texto

ABDA® Todos os direitos reservados. Copyright 2013.

A ABDA participou do projeto Ação Global – Regional, que aconteceu no sábado, dia 22/06, das 8h às 16h em São Pedro da Aldeia.

O Projeto Ação Global São Pedro da Aldeia atendeu não só a população local, mas como diversas cidades vizinhas, como Búzios, Cabo Frio, Araruama, Arraial do Cabo, Rio das Ostras, entre outras. 

O Projeto Ação Global - uma parceria da Rede Globo de Televisão com o SESI (Serviço Social da Indústria), tem como objetivo buscar soluções para minimizar as carências sociais da população que não tem acesso à informação e a serviços básicos de saúde e educação.

O Projeto reuniu no mesmo dia governos, prefeituras, Ministério Público, empresas, Sociedade Civil e ONGs (Organizações Não-Governamentais) com vistas à Inclusão social de uma grande parcela da sociedade que se encontra à margem da cidadania.

A ABDA foi convidada pela segunda vez para participar deste grande evento. Na ocasião efetuamos 343 atendimentos, distribuímos mais 6000 cartilhas, aproximadamente 1000 folders, 80 DVDs, além de diversos exemplares do livro no ‘Mundo da Lua’, do Prof. Paulo Mattos.

Para nossa surpresa, grande parte da população atendida era de profissionais de educação que buscavam informações sobre o transtorno, estratégias para lidar em sala de aula e políticas públicas. Muitos reclamavam da falta de preparo da própria escola para acolher estas crianças com necessidades pedagógicas educacionais diferenciadas, ficando evidenciada a carência de informação e capacitação nessa área. Pudemos constatar, a necessidade cada vez mais clara, do Estado criar políticas publicas que viabilizem a educação e capacitação destes profissionais.

A ABDA também articulou parcerias com diversas outras entidades. Entre elas ONGs, prefeituras, escolas, Municípios, etc. Todas as ações foram voltadas para a realização de cursos e palestras sobre TDAH e outros transtornos de aprendizagem.

Mais uma vez, a ABDA teve a grata satisfação de poder difundir informações sobre o TDAH através da importante parceria estabelecida com o Projeto Ação Global.

 Uma conquista da ABDA, um esforço de todos nós.

Link do Ação Global: http://redeglobo.globo.com/acao-global/

 

Veja abaixo as fotos do evento:

 Presidente e Vice-presidente da ABDA

Iane Kestelman e Zulmara Zanetti - Presidente e Vice-presidente da ABDA

Equipe ABDA

Equipe ABDA

foto 3

 

ABDA e Sec. de Educação

ABDA e Prof. Evaldo Bittencourt - Secretário de Educação, Cultura, Esporte e Lazer.

ABDA e Vereador André Gilson

Vereador André Gilson

foto 6

 

ABDA Entrevista Rádio Globo

Presidente da ABDA dando entrevista à Rádio Globo

Ação Global

Ação Global é Cidadania

Foto 9

 

foto 10

 

Atendimento

Atendimento à população

Mundo Azul e ABDA

Ilton - Mundo Azul e ABDA

Quarta, 03 Julho 2013 14:28

Entenda o TDAH nos critérios do DSM-5

O que mudou no diagnóstico do TDAH com a nova edição do DSM-5, o Manual de Estatística e Diagnóstico de Transtornos Mentais

Escrito pelo Prof. Dr. Paulo Mattos

Professor da Universidade Federal do Rio de Janeiro
Mestre e Doutor em Psiquiatria e Saúde Mental
Pós-doutor em Bioquímica
Presidente do Conselho Científico da ABDA

Professor da Universidade Federal do Rio de Janeiro
Mestre e Doutor em Psiquiatria e Saúde Mental
Pós-doutor em Bioquímica
Presidente do Conselho Científico da ABDA - See more at: http://www.tdah.org.br/br/textos/textos/item/331-o-mito-do-tdah-como-entender-o-que-voc%C3%AA-ouve-por-a%C3%AD.html#sthash.SUuMUkz0.dpuf

O chamado “DSM”, Manual de Estatística e Diagnóstico da Associação Americana de Psiquiatra, teve a sua quinta edição lançada no congresso de psiquiatria, ocorrido em São Francisco, em maio de 2013.

O seu planejamento começou muitos anos antes, em 1999, quando uma série de colaborações delineou as questões que precisavam ser mais bem esclarecidas na então vigente quarta edição, DSM-IV, sempre através de pesquisas científicas. Uma segunda fase, entre 2003 e 2008, compreendeu 13 conferências internacionais com os maiores especialistas de cada uma das diferentes áreas (transtornos infantis, transtornos de ansiedade, dependência de drogas, doenças degenerativas, etc.), incluindo o TDAH. A confecção do DSM-5 envolveu os chamados Grupos de Trabalho, Grupos de Estudo e as chamadas Forças-Tarefa, a quem coube a maior parte da revisão dos critérios diagnósticos que constituem o manual. Parte do trabalho realizado por todos estes pesquisadores será utilizada na confecção da CID-11, a futura versão da Classificação Internacional de Doenças proposta pela Organização Mundial da Saúde (OMS), que é a referencia oficial para diagnósticos na maioria dos países do mundo, incluindo o Brasil. O Professor Luis Rohde, da Universidade Federal do Rio Grande do Sul, fez parte da equipe responsável pelo TDAH. Cerca de 300 consultores internacionais foram ouvidos, além de milhares de comentários postados no site por médicos especialistas e não especialistas, pacientes e familiares, além das associações de pacientes.

Alguns diagnósticos psiquiátricos pouco ou nada mudaram na quinta edição, outros se modificaram de modo significativo; alguns diagnósticos novos foram propostos e outros foram abandonados. No caso do TDAH, foram poucas as modificações.

A lista de 18 sintomas, sendo 9 de desatenção, 6 de hiperatividade e 3 de impulsividade (este dois últimos computados conjuntamente) permaneceu a mesma que na edição anterior. O ponto-de-corte para o diagnóstico, isto é, o número de sintomas acima do qual se faz o diagnóstico, também permaneceu o mesmo (6 sintomas de desatenção e/ou 6 sintomas de hiperatividade-impulsividade). No caso de adultos, este número passou para 5 sintomas, o que é um novo critério. A lista de sintomas de desatenção e hiperatividade-impulsividade compreende o critério A. Todos estes sintomas, para serem considerados clinicamente significativos, devem estar presentes pelo menos durante 6 meses e serem nitidamente inconsistentes com a idade do indivíduo (ou seja, ser muito mais desatento ou inquieto do que o esperado para uma determinada idade).

A necessidade de haver comprometimento em pelo menos duas áreas diferentes (casa e escola, por exemplo), critério C, permaneceu como antes. A necessidade de haver claro comprometimento na vida acadêmica, social, profissional, etc. (critério D), também permaneceu idêntica.

O critério E se modificou em relação à DSM-IV. Antes, não era possível fazer o diagnóstico de TDAH caso houvesse um quadro de Autismo, o que agora é possível. Entretanto, permanecem as exigências de os sintomas não ocorrerem exclusivamente durante outro quadro (esquizofrenia, por exemplo) e não serem mais bem explicados por outro transtorno (ansiedade e depressão, por exemplos).

O critério B, que determina a idade de início dos sintomas, também se modificou. Anteriormente, era necessário demonstrar que os sintomas estivessem presentes antes dos 7 anos de idade, o que era particularmente difícil no caso de adultos com TDAH que geralmente tem dificuldade para lembrar-se deste período e cujos pais já são mais velhos. O limite de idade foi modificado para 12 anos, algo que alguns grupos de pesquisa já vinham fazendo anteriormente.

Os “subtipos” foram retirados do manual; ao invés disso, optou-se pelo emprego do termo “apresentação”, denotando que o perfil de sintomas atuais pode se modificar com o tempo (o que é bastante comum). O termo “subtipo” favorecia uma interpretação errada que aquela era uma “subcategoria” estável, fixa, do TDAH. As apresentações mantem as mesmas “divisões” que os antigos subtipos: com predomínio de desatenção, com predomínio de hiperatividade-impulsividade e apresentação combinada.

O novo DSM-5 traz a opção de TDAH com Remissão Parcial, que deve ser empregado naqueles casos onde houve diagnóstico pleno de TDAH anteriormente (isto é, de acordo com todos os critérios), porém com um menor numero de sintomas atuais.

Uma última novidade desta quinta edição é a possibilidade de se classificar o TDAH em Leve, Moderado e Grave, de acordo com o grau de comprometimento que os sintomas causam na vida do indivíduo.

A DSM-5 recebeu algumas críticas por parte da imprensa e de alguns pesquisadores, porém nenhuma das críticas apresentadas com relação ao diagnóstico de TDAH foi fundamentada em resultado de pesquisa científica, mas sim em meras “opiniões pessoais”, algo que é obviamente inaceitável nos tempos modernos. Cabe ressaltar que o uso do DSM-5 tem como maior benefício padronizar diagnósticos clínicos (mesmo que de modo imperfeito), diminuindo a variabilidade que ocorreria caso cada pesquisador tivesse sua “opinião pessoal” sobre o assunto. Não seria possível, por exemplo, comparar os resultados de um tratamento realizado por uma equipe X com aqueles realizados por outra equipe Y, se cada uma delas chamar de “TDAH” um quadro clínico muito diferente. Por fim, é importante dizer que os critérios do sistema DSM-5 devem ser investigados por um profissional com experiência clínica. Por motivos óbvios, não é possível fazer um diagnóstico definitivo conhecendo apenas a lista de sintomas que caracteriza uma determinada doença.

 

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A Associação Brasileira do Déficit de Atenção solicitou ao Laboratório Novartis Biociências um posicionamento oficial para as pessoas com TDAH sobre a normalização da distribuição da medicação Ritalina LA.

A Novartis esclarece que, em decorrência de um atraso nas autorizações de importação de Ritalina LA (cloridrato de metilfenidato de liberação modificada), somado a um aumento de demanda, o medicamento poderá enfrentar um período temporário de desabastecimento em algumas regiões.

Por conta da regulamentação para importação do produto – que passa por diversas fases desde a aprovação de cota, licença de importação e embarque, entre outras – a Novartis está impossibilitada de fazer uma importação de emergência. Apesar disso, a empresa está tomando todas as providências que estão ao seu alcance para regularizar a comercialização deste medicamento o mais rápido possível, pois sabemos da importância deles para a continuidade no tratamento dos pacientes.

A expectativa da Novartis é conseguir começar a normalizar a distribuição da Ritalina LA, em todo o mercado nacional, no início de julho de 2013.

Por entendermos a importância e a relevância da medicação para algumas pessoas portadoras de TDAH, sem a qual o desempenho de suas atividades cotidianas poderá ser seriamente prejudicada, acarretando prejuízos significativos, solicitamos ainda ao Laboratório Novartis a regularização da distribuição da medicação e publicamos no link abaixo o posicionamento do Laboratório endereçado à ABDA a título de esclarecimento das pessoas com TDAH do Brasil.

A ABDA informa que apenas transmite o posicionamento do Laboratório Novartis, uma vez que se trata de assunto de extremo interesse e urgência para as pessoas com TDAH de todo o Brasil. A ABDA esclarece, no entanto, que não é de sua responsabilidade e competência responder oficialmente por quaisquer falhas na normalização ou reabastecimento de quaisquer medicações.

Para outras informações específicas sobre este tema, entrar em contato direto com o laboratório Novartis através do SIC (Serviço de Informações ao Cliente) Novartis: 0800 888 3003 (ligação gratuita) ou através do email sic.novartis@novartis.com


Clique aqui para ler o posicionamento da Novartis na íntegra.

Relação professor, escola, aluno e família. A educação unida para o sucesso!

“Essa pessoa que o professor descreve, parece não ser o meu filho!”; “Deve ser culpa da aula, que não é interessante, porque minha filha se concentra por bastante tempo, nos seus jogos de computador...”

Possivelmente, boa parte dos pais de crianças e adolescentes com TDAH, já pensou assim. Também, questionou a Escola e os professores, acerca de suas observações em relação ao filho.

Não importa se esses questionamentos ocorrem antes, durante ou depois do diagnóstico do TDAH, porém eles são recorrentes! Mas, por que isso acontece? Simples...é o fato de ser na Escola, que o TDAH mais se manifesta. Culpa da Escola? Culpa do professor? Culpa do sistema educacional brasileiro?

Na maioria das vezes, não! O que acontece é que o espaço escolar, é o palco de uma das primeiras experiências sociais do individuo, é o cenário onde ele aprende a exercer suas habilidades, seus valores, seus modelos de comportamento, e por vezes a demonstrar algumas dificuldades. É aí que entra o papel do Professor.

O Professor é um dos grandes observadores de nossas crianças, é quem as conhece como poucos, pois consegue manter o olhar individual, mesmo em meio a uma “multidão”. Diferente de outros profissionais, ele é um dos poucos que enxerga a criança e o adolescente em sua rotina, na realidade em que ele está inserido.

Professor ama o que faz! Essa é a única explicação, para a presença de tantas pessoas que ainda insistem, na missão de educar. São eles que em cada observação sobre os nossos filhos, querem apenas auxiliá-los, orientar suas famílias, para juntos encontrar caminhos para fazer o aluno APRENDER. Todos são capazes de aprender, cada um a sua maneira, e é o PROFESSOR aquele que mais deseja que isso aconteça, é aquele que mesmo frente a dificuldades, busca incessantemente meios que possibilitem o sucesso de seus alunos.

Mas, como fazer para isso acontecer? Como auxiliar nossas crianças, como atender suas demandas, suas necessidades? Quais técnicas e estratégias que devem seguir?

Eis uma das maiores dificuldades daquele que deve ser nosso par...Em salas de aulas lotadas, com falta de incentivo público e privado, com remuneração insuficiente para capacitar-se, com a ausência de políticas públicas voltadas para sua melhor formação. Ainda assim, ele ainda é o nosso grande aliado.

Caminhar em PARCERIA, buscando o DIÁLOGO com o professor (lembrem-se é ele quem passa mais tempo com as nossas crianças, do que às vezes suas famílias), a COMUNHÃO com a Escola, é o melhor caminho para proporcionar as nossas crianças, que possuem necessidades diferenciadas de aprendizagem, uma educação de qualidade, onde eles possam crescer em sabedoria e autonomia.

BUSCAR ajudar nossas crianças, eis o desejo de pais e educadores!

Milene Nurbegovic. Professora de Educação Básica, Psicóloga, Psicopedagoga, e mãe de portador de TDA.

 

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Prof. Dr. Paulo Mattos responde dúvidas sobre o transtorno e mãe que teve o filho diagnosticado com TDAH dá alguns conselhos para melhorar a rotina.

Clique aqui para ver a matéria na íntegra.

Prof. Dr. Paulo Mattos responde dúvidas sobre o transtorno e mãe que teve o filho diagnosticado com TDAH dá alguns conselhos para melhorar a rotina.

Clique aqui para ver a matéria na íntegra.

A Associação Brasileira do Déficit de Atenção recebeu da Shire Farmacêutica Brasil um posicionamento oficial, para as pessoas com TDAH, sobre o reabastecimento e a normalização da distribuição da medicação Venvanse.

Segue nos links abaixo o posicionamento da Shire sobre o reabastecimento e a normalização do Venvanse e a carta enviada pelo presidente da SINDUSFARMA (Sindicato da Indústria de Produtos Farmacêuticos no Estado de São Paulo) ao diretor da ANVISA (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) solicitando solução imediata para a liberação das autorizações de importação de medicações no Brasil.

A ABDA informa que apenas transmite o posicionamento do Laboratório Shire, uma vez que se trata de assunto de extremo interesse para as pessoas com TDAH de todo o Brasil. A ABDA esclarece, no entanto, que não é de sua responsabilidade e competência responder oficialmente por quaisquer falhas no abastecimento ou reabastecimento de quaisquer medicações para TDAH.

Para outras informações específicas sobre este tema, entrar em contato diretamente com o laboratório Shire através do SAC (Serviço de Atendimento ao Cliente): 0800 773 8880 ou sac@shire.com.br

Clique aqui para ler o posicionamento do laboratório Shire referente a NORMALIZAÇÃO da distribuição do Venvanse

Clique aqui para ler a Carta da SINDUSFARMA endereçada a ANVISA

A ABDA participou do projeto Ação Global que aconteceu no sábado, dia 18/05, das 8h às 16h no bairro de Vila Isabel, no Rio de Janeiro.

O Projeto Ação Global, realizado em parceria com a Rede Globo de Televisão e o SESI (Serviço Social da Indústria), tem como objetivo buscar soluções para minimizar as carências sociais de famílias e pessoas que não tem oportunidades.

O Projeto reúne no mesmo dia, em todo o Brasil, governos, prefeituras, Ministério Público, empresas, Sociedade Civil e ONGs (Organizações Não-Governamentais) com vistas à Inclusão social de uma grande parcela da sociedade que se encontra a margem da cidadania.

O Projeto Ação Global pode ser considerado a grande festa da Cidadania brasileira.

Seguindo no cumprimento de sua missão de levar informação a toda população para combater o preconceito e o estigma que ainda existe em relação ao TDAH no Brasil, a ABDA participou do evento com a presença de voluntários e profissionais capacitados como, médicos, psicólogos, advogados, educadores e fonoaudiólogos.

Na ocasião, na tenda destinada à ABDA, foram efetuados 398 atendimentos, distribuídas mais 9000 cartilhas, aproximadamente 2000 folders, 300 DVDs, camisetas e livros no Mundo da Lua.

A ABDA se sente profundamente honrada por ter sido escolhida parceira do Projeto Ação Global 2013 e agradece à Rede Globo e ao SESI a oportunidade de levar informação e orientação a quase 30 mil pessoas contribuindo, desta forma, para uma efetiva Inclusão social.

Uma conquista da ABDA, um esforço de todos nós.

Link do Ação Global: http://redeglobo.globo.com/acao-global/

Veja abaixo as fotos do evento:

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Equipe voluntários da ABDA

Eu globo

Presidente da ABDA fala sobre TDAH

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Público presente no Ação Global 2013 - Rio de Janeiro

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Equipe ABDA e Beatriz Azeredo, Diretora de Responsabilidade Social da Rede Globo

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Equipe ABDA e artistas Rede Globo

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Equipe ABDA e Tiago Abravanel com a cartilha da ABDA nas mãos

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Equipe ABDA

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Atendimento à população

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O maior tesouro: nosso voluntariado

palco

Iane Kestelman, falando sobre a ABDA e o TDAH, no palco do Ação Global

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Distribuição de mais de 9000 cartilhas da ABDA

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Nos orgulhamos da parceria SESI, Rede Globo, Ação Global.

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