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Segunda, Julho 06, 2015

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BRASIL GASTA MAIS DE R$1,8 BILHÃO POR TRATAMENTO INADEQUADO AO TDAH

Em franco desacordo com a recomendação da Organização Mundial da Saúde (OMS), não há política governamental brasileira para tratamento do Transtorno do Déficit de Atenção e Hiperatividade (TDAH): o metilfenidato, um dos mais conhecidos, mais eficazes e mais baratos medicamentos só pode ser obtido na rede pública através de processos legais (ações judiciais) ou complexos processos administrativos.
Uma pesquisa realizada em 2005 no estado de São Paulo envolvendo todas as doenças para as quais são realizados processos legais para garantir tratamento, verificou-se que o TDAH era a única dentre as 27 doenças encontradas para as quais não havia nenhuma política pública de tratamento.

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QUAL O PAPEL DOS PROFESSORES PARA O DIAGNÓSTICO DO TDAH?

Escrito por: Gabriel Coutinho

Neuropsicólogo do Centro de Neuropsicologia Aplicada (CNA) e Instituto D’Or de Pesquisa e Ensino (IDOR)
Professor do Centro Universitário Celso Lisboa (UCL), além de membro das diretorias da Sociedade Brasileira de Neuropsicologia (SBNp) e Associação de Terapias Cognitivas do Rio de Janeiro (ATC-Rio)

O Transtorno do Déficit de Atenção/ Hiperatividade (TDAH) é um transtorno do desenvolvimento caracterizado por sintomas de desatenção, hiperatividade e impulsividade, que podem se associar a comprometimento funcional amplo, incluindo vida acadêmica, social, familiar, entre outras áreas. Os critérios propostos pelo sistema DSM-5 – assim como no antigo DSM-IV – exigem que os sintomas estejam presentes em diferentes ambientes para que o diagnóstico seja realizado (Associação Americana de Psiquiatria, 2014). Apesar de notícias equivocadas e opiniões sem embasamento científico, a maior parte dos indivíduos com TDAH em nosso país continuam sem receber o tratamento adequado (Mattos e cols, 2012). Como todo problema complexo, existem diferentes razões para a dificuldade de identificar indivíduos com o transtorno, porém neste artigo concentraremos esforços em apenas uma das possíveis soluções este problema.

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Gabriel Coutinho
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O TDAH É SUBTRATADO NO BRASIL

Escrito por:  Prof. Dr. Paulo Mattos (UFRJ), Prof. Dr. Luis Augusto Rohde (UFRGS), Guilherme Polanczyk (USP)

Publicado na Revista Brasileira de Psiquiatria
Edição de Out/Nov/Dez de 2012

A crescente conscientização acerca do transtorno de déficit de atenção e hiperatividade (TDAH), seja relacionada às campanhas financiadas por associações médicas, grupos de autoajuda ou empresas farmacêuticas, está associada a um desejável aumento progressivo no número de pacientes diagnosticados e tratados. Há, entretanto, preocupações acerca do tratamento excessivo, particularmente em crianças e adolescentes. Essas preocupações são muitas vezes conduzidas pela mídia, de maneira alarmante...

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